So Enquanto eu Respirar Vou me Lembrar de Voce
Sinto tua presença, sinto teu cheiro e ouço tua voz, conto as horas do relógio, para ficarmos a sós. Me perco no teu beijo e acordo em teus lençóis.
Tempo do Coração
No abismo do coração, o agora se desdobra.
Lá dentro, a dança das memórias e sonhos,
como fios de DNA entrelaçados.
O presente é o palco onde os arquétipos se encontram,
máscaras que vestimos e desvelamos,
como atores em um drama cósmico.
A sombra, essa companheira fiel,
dança conosco na luz e na escuridão,
revelando verdades ocultas sob o véu do tempo.
O herói, o amante, a mãe, o mago:
todos habitam nosso psiquismo,
como constelações no céu da alma.
E o coração, esse alquimista silente,
transmuta mágoas em ouro,
transforma feridas em estrelas.
Nossas mãos e olhos se tocam,
como símbolos ancestrais,
e o amor, como fogo sagrado, nos aquece.
“Esse nosso imediatismo só nos faz querer começar. Não damos tempo de melhorar o que não tem dado o resultado esperado, e com isso, deixamos de lado para iniciar uma nova ideia.
É desafiador, mas importante, termos em mente que é o processo que traz o resultado que queremos.
Se é o que você quer, melhore o que está dando errado até que ele dê certo.”
O mundo é cheio de fases tem vezes que só queres desaparecer e planar vezes que só queres desabafar e chorar queres dizer sai daqui e também preciso de ti queres chorar e rir queres a solidão queres suplicar mais não pedir perdão a vida é complicada de entender e não é fácil de viver
Os brasileiros são trabalhadores, é literalmente o que indica a etimologia da palavra, e o país só vai mudar quando todos tiverem a consciência sobre a qual classe pertencem desde o início dos tempos.
Fracassados desejam o fracasso dos outros e vivem no seu próprio, então só posso concluir que são inúteis na nata da sua própria existência
Amor de Dentro pra Fora
Queria um cafuné e amor teu, só pediria isso e mais nada,
No desassossego da vida, um toque suave, um alento.
Deveria ter visto mais o sol se pôr, mais pôres do sol em nossa estrada,
Mas a pressa das horas, cega e surda, roubou-me o momento.
Será que eu sei que tu eras mesmo tudo o que me faltava?
Ou seria apenas o reflexo de minhas próprias lacunas?
Hoje leio as poesias que fiz para nós, cada verso uma alma que clamava,
Não sei por que razão tudo mudou assim, deixando-me à mercê das brumas.
Ficaram as canções e tu não ficaste, melodias órfãs de sentido,
Ainda lembro o que estava lendo, páginas que falavam de amores perdidos,
Só para saber o que achaste dos versos que fiz, do amor que semeei,
E ainda espero resposta, um eco no vazio, prova de que amei.
Quando chegar o momento, este meu sofrimento vou cobrar com juros, juro,
Não de ti, mas do destino, desse tempo que escoa sem pudor,
Que coincidência é o amor, que se esconde nas entrelinhas do dia-a-dia,
A nossa música nunca mais tocou, silêncio que corrói, que fere, que expurga.
Para quê usar de tanta educação, para destilar terceiras intenções,
Palavras polidas, mas vãs, mariposas cegas ao redor de falsos brilhos,
Desperdiçando o meu mel, doçura que se perde na amargura das ilusões,
Devagarinho, flor em flor, fui-me apagando, sumindo em teus desvios.
Entre os meus inimigos, beija-flor, descubro o amor-próprio renascendo,
Um regresso às raízes, ao que sou sem precisar ser por alguém,
Amor de dentro para fora, genuíno, sem máscaras, sem desculpas,
No fim, é o amor que resta, em mim, em ti, na essência que é nossa e de mais ninguém.
Tem sonhos que a gente conta, tem sonho que a gente mostra, tem sonhos que a gente guarda, e tem sonhos que fica apenas entre a gente e Deus.
Só a leitura de um bom livro pode nos levar a altura da descoberta, ao topo do conhecimento e ao ápice da imaginação.
UM RATO
Atropelaram um rato.
Mas ninguém deu importância.
Era só um rato.
Criatura menor,
Somente presa;
Que vive nos lugares esquecíveis,
Espalhando asco e doenças,
Sem qualquer intenção.
Poderia ser eu e você,
Embora nós tenhamos consciência
Das doenças e do asco que causamos,
Às vezes intencionalmente.
Mas não damos importância...
(Guilherme Mossini Mendel)
VERBO(A)
Qual é a diferença
entre o verbo e a verba?
Nenhuma.
Pois só quem tem verba
pode usar o verbo.
***
Conjuga-se o verbo,
almejando a verba.
E o verbo,
que no princípio era “amar”,
torna-se a mais letal arma.
(Guilherme Mossini Mendel)
Só os grandes tem a hombridade de pedir perdão. É questão de nobreza e será o primeiro passo para a conciliação.
Convivo com minhas aporias, só existe o agora, tudo é parte da história da memória, fracassos e glórias, minhas manias, escrevo trechos entre linhas enquanto me preocupo com minha vida, não sei se sou apenas mais um egoista, nessa corrida maluca pela vida, nascemos cada um em uma posição na pista, de alienado a alquimista, senso comum ou reflexão de “o por que estamos vivendo a vida?”, mas o que é viver?, se morremos a cada segundo de segunda a segunda nessa desassociação do ser.
Somos do tamanho exato na nossa fé, e das nosas convicções interiores. Por essa razão, nós só seremos verdadeiramente transformados quando aprendermos a nos superarmos a cada momento.
Palavra algum têm valor por ter sido repetida várias vezes, basta dizer uma só vez, e confirmar o que foi dito com a força da atitude.
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