So aquilo que Nao nos Pertence e que nos Completa
Soa encanto e acredita-se na essência da entrega é lindo é belo é saber que senti. Escolhi viver sou amor e não me cabe pois eu transbordo!
Perco a postura
Que, porventura,
Desestrutura.
Que desventura!
Só me tortura,
A essa altura
Já não me atura,
Por tal ternura.
O perigo da gentileza, da doçura é que caímos
no doce amargo do desuso e só descobrimos
isso, quando supostamente, já não temos
o que oferecer, ou seja, não temos algo
novo para dar.
Aí vem o sentimento, a decepção que fazem
com que notamos que tudo isso é Deus dizendo;
não fique triste, eu tenho algo
bem melhor para você.
Nesse "mundo atual a gentileza" passou a ser
uma arma,laço do passarinho para fazer
o que bem quer da pessoa em si.
Você tem uma identidade forjada por Deus para você, para acessar só precisa deixar de lado o que o mundo diz sobre você e então aceitar e receber a Jesus.
às vezes agarro meus sonhos com tanta força que negocio comigo mesma: me deixa sonhar só mais cinco minutinhos. não é preguiça, sabe? é sempre saudade.
Indicadores so indicam que sua leitura esta atrasada. Leia a ação do preço e utilize somente o indicador de sua mao.
... uma pessoa pode ter muitos amores, mas precisa ter muita coragem pra escolher viver só com um, o meu marido foi covarde, covarde como o pai dele e como todos os irmãos, mas a escolha foi dele.
Só temos duas escolhas: a revolta resignada ou a resignação revoltada.
A primeira é adequar-se, a segunda, submeter-se.
Se quiser saber como foi, é só ler aqui, pois foi assim que comecei a escrever...
Ósculos e amplexos,
Marcial
E FOI ASSIM QUE COMECEI A ESCREVER
Marcial Salaverry
Tem certas coisas da vida que acontecem sem um prévio planejamento, e são as tais "coisas da vida", que acontecem sem ter um como ou um porquê. E uma dessas
coisas foi o que me levou a começar a escrever pela Internet, apenas depois que me aposentei, aos 62 anos... A grande verdade, é que sempre fui preguiçoso para escrever,
embora tivesse uma certa facilidade para desenvolver minhas idéias, e para contar histórias para as crianças...
Voltando ao passado, lembro-me de que uma vez minha irmã, que era secretária de Monteiro Lobato, levou para que o Mestre lesse, um texto que eu havia escrito sobre Entradas e Bandeiras, como trabalho escolar, e o saudoso Mestre elogiou o trabalho e, passando a mão sobre minha cabeça, disse que poderia ser um bom escritor, desde que me dedicasse mais a esse objetivo. Não acreditei, pois achei apenas ter sido uma gentileza dele para com minha irmã.
E depois disso nem pensei mais em escrever, pois desde cedo, aos doze anos, sempre precisei trabalhar para custear meus estudos. Limitava-me às redações exigidas para trabalhos escolares, onde sempre tirava boas notas, muitas com louvor. Apesar de pensar naquilo que Monteiro Lobato havia dito, as tais "coisas da vida" não permitiam que a idéia amadurecesse, e tudo se complicou mais depois. Casamento. Família. A luta pela vida que me levou até a África, onde só escrevia cartas para a família, até o momento em que comecei a mandar fitas cassete gravadas. Não precisava escrever. Falar era mais fácil.
De volta ao Brasil, em meu trabalho como vendedor, limitava-me aos pedidos e relatórios. E brigava com os chefes, que pediam que colocasse observações nos relatórios, uma vez que não gostava de perder tempo escrevendo, e preferia argumentar dizendo que pedidos eram mais úteis do que "mero palavrório"...
Contudo, apesar de não gostar de escrever, sempre fui um leitor voraz. Sempre gostei muito de ler, e de me instruir, procurando sempre estar a par de tudo, de ler sobre os acontecimentos, através de revistas, livros o que me caísse nas mãos. Livros de bolso sempre foram meus companheiros inseparáveis de viagem.
Devorei a coleção completa dos livros infantis de Monteiro Lobato, sempre meu autor predileto, e até hoje não me conformo por haver perdido em uma mudança, o que era meu tesouro particular, a coleção dos DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES, autografados por Monteiro Lobato, com uma dedicatoria ao "futuro escritor Marcial Armando Salaverry".
Ao aposentar-me, instado por meus filhos e netos, resolvi comprar um computador, para comunicar-me via e-mail com eles. Todos morando longe. Por influencia de meu filho Alexandre, comecei a escrever textos sobre esportes, tendo criado o site DeTrivela. Depois, comecei a escrever pequenos textos (que ironicamente eu chamava de "textículos"), dando Bom Dia para alguns amigos e parentes, e o círculo de amigos foi se ampliando, e por causa disso, criamos o site ProsaePoesia, e instado por algumas dessas amizades, comecei a contar em capitulos como tinha sido minha vida na África, e foi assim que a profecia do querido Mestre realmente aconteceu, comecei a escrever, e ainda sigo escrevendo, até quando só Deus sabe...
Foi assim que tudo aconteceu, e foi assim que comecei a escrever, e a desejar para todos aqueles que apreciarem a leitura de meus textos, que tenham UM LINDO DIA...
Angústia.
Sentir angústia é algo que só quem já viveu ou vive com ela sabe. É uma sensação devastadora que surge sem aviso prévio, sem um horário definido ou um lugar determinado. É como um coquetel formado por todos os momentos mais tristes da vida, somados à dor da perda, só que muitas vezes parece ser ainda mais intenso.
Essa angústia é algo que existe e que vem e vai quando quer, fazendo com que eu questione se quero mesmo seguir vivendo.
É como se parte da vida tivesse desaparecido.
Bom pelo menos é assim que me sinto quando a tormenta passa e me deixa esgotado, como se estivesse dividido em milhares de pedaços.
Por muitas vezes tentei reunir meus pedaços, mesmo sabendo que poderia ser quebrado de novo.
É incrível como algo tão indescritível consegue Me destruir, me sinto morto
Mesmo ainda respirando
Mesmo existindo, me sinto como se não estivésse vivendo.
A angústia é algo que só quem vive com ela sabe.
É uma sensação devastadora que nos abala profundamente.
Sei que existo, só não me sinto vivo. mas não me sinto vivo.
Neste plano carnal o reconhecimento que merece por quem você é, só é dado quando você deixa de estar aqui.
Veja só como nós somos: queremos preencher o nosso vazio com coisas externas insignificantes sem nenhum esforço, apenas para matar nossos vícios.
