So aquilo que Nao nos Pertence e que nos Completa

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Valor é aquilo que deixamos na vida das pessoas.

Momentos são oportunidades diárias de ter tudo aquilo que passa pela nossa mente. Talvez, quando vivemos na prática, seja um pouco diferente: às vezes melhor, às vezes pior. Talvez esse seja o grande mistério de viver: alinhar mente, espírito e a fragilidade da realidade.
Por: J. Leão

“Desmamar emocionalmente também é um ato de amor-próprio: parar de alimentar aquilo que impede a gente de seguir inteiro.”
Dr Ederson Dantas psicanalista CBO 2515-50

"E se aquilo que você chama de fé for, na verdade, medo?"

Para tudo aquilo que me feriu, o amor me curou. E esse é o meu maior trunfo. Porque o amor renova, resgata. O amor vem de dentro. É abundante. Nós temos todos os sentimentos dentro da gente, é verdade. Podemos sentir ódio e raiva, amor e desejo no mesmo instante, em direção à mesma pessoa. Mas a única coisa que não nos corrói é o amor. O amor nos alimenta e nos transborda. A raiva só nos faz mal. Às vezes, faz ainda pior com quem sente. Por isso, o amor me curou tantas vezes. Da tristeza, do luto, das despedidas inesperadas. Quando eu não tinha nada, me sobrou amar. A vida, um pássaro cantando na janela. A paisagem na estrada. A natureza acontecendo. A minha imagem no espelho. Uma roupa nova. Uma música nova tocando numa playlist aleatória. Uma nova série, um novo hobby, um novo filme. Amar alguém. Um novo sorriso que sorriu pra mim quando eu já nem esperava sorrir de novo. E sorri. E amei de novo. O amor me salva. Todos os dias.

A gente tem chamado de "doença" aquilo que se chama "vida". A gente está medicando algo que é próprio da existência que é o sofrimento.


Viviane Mosé

Talvez a maior decepção de existir seja descobrir que aquilo em que depositamos sentido também pode ser aquilo que nos ensina o absurdo de esperar. No fim, a vida não precisa nos destruir; basta nos deixar perceber, em silêncio, que algumas coisas que julgávamos abrigo eram apenas lugares onde ainda não havíamos aprendido a sentir frio. E continuamos — não por esperança, mas porque até a desistência exige uma razão, enquanto o coração, esse velho condenado, insiste em sentir mesmo quando a razão já entendeu.

Às vezes, na busca pelo que queremos, acabamos perdendo aquilo de que realmente precisamos.

"É IMPOSSÍVEL UMA PESSOA COMEÇAR A APRENDER ÀQUILO QUE PENSA QUE JÁ SABE"Epicteto
É uma atitude inteligente ter em mente que nunca é demais aprender.! Ademar de Borba

Ninguém é bom ou ruim; somos apenas aquilo que escolhemos ser para quem quisermos.

Aquilo que foi tarde demais aconteceu há poucos instantes, portanto, sejamos rápidos em nossas reavaliações e arrependimentos.

Eu quero aquilo que interrompe o funcionamento normal das coisas.

o tipo de acontecimento que faz os velhos instintos parecerem obsoletos. que invade sem violência, mas quando vai embora leva junto a pessoa que existia cinco minutos antes.

não procuro conforto.

conforto conserva.

eu quero uma força que torne meus antigos refúgios inutilizáveis, que faça meus excessos perderem o gosto sem que eu precise travar guerra contra eles. quando a mudança é verdadeira, o esforço vira detalhe.

quero desaprender naturalmente.

como quem esquece um idioma porque encontrou outro mais bonito para pensar.

quero ser confrontado por algo que me obrigue a crescer na mesma velocidade em que destrói minhas desculpas. que embaralhe minhas certezas até eu não reconhecer mais o mapa que passei anos desenhando.

e, quando tudo terminar, que não reste a satisfação de ter vencido.

quero restar diferente.

há transformações que parecem acidentes.

as melhores sempre foram destino disfarçado.

porque existe um ponto em que insistir na antiga versão de si mesmo deixa de ser fidelidade.

e passa a ser desperdício.

ou talvez não.

talvez eu queira exatamente o contrário.

que nada me alcance fundo o bastante para exigir uma reconstrução. que tudo passe como passam os estranhos na calçada: vistos por um instante, esquecidos na esquina seguinte.

quero permanecer intacto.

que meus hábitos sobrevivam a qualquer novidade. que minhas convicções envelheçam comigo. que nenhuma experiência seja convincente o suficiente para mudar a direção dos meus passos.

não quero perder o gosto pelas velhas fugas.

nem descobrir um idioma novo se isso significar esquecer o primeiro.

prefiro os mesmos erros pela intimidade que construí com eles.

prefiro reconhecer o teto das minhas limitações do que correr o risco de descobrir que ele nunca existiu.

há uma tranquilidade quase elegante em jamais ser surpreendido.

em nunca precisar rever.

em nunca precisar ceder.

no fim, talvez a maior ambição seja essa:

atravessar a vida sem deixar que ela atravesse de volta.

Entre aquilo que sou e aquilo que quero ser existe uma distância chamada trabalho.

Pare para pensar se aquilo em que você acredita nasceu em você ou se é apenas uma herança.

Sabendo pouco, mas buscando compreender o todo; observando em silêncio, sem deixar escapar aquilo que os olhos atentos conseguem perceber. Afinal, nem toda sabedoria nasce das respostas — muitas vezes, ela floresce na forma como enxergamos o que passa despercebido pelos outros.

⁠Olham e anotam tudo aquilo que eu faço
Mas no livro deles, adivinha? Fracasso!
Vão sempre te apontar, ou tentar te encaixar
Mas no fim eles só querem alguém pra machucar
Discurso falso com promessas falsas
Até quando aguentar esse monte de farsa?
É a cidade do bem que faz mais um refém
Não se importam, a pátria amada para quem?
Só que vida segue e é bem mais que isso
Mais que a luta pra não ser só mais um fodido
E é pra não esquecer, não deixar de correr
Não queremos vida plebe, não cabe a você

- Reis Do Amanhã

Deus nos dá a capacidade de lidar com a dor de maneira divina. Nem sempre aquilo que parece te matar, te mata. Você pode até não entender tudo, e nem é necessário, as vezes é só questão de tempo e Fé.
Não desanima.


Wanessa Guimarães Z96

nunca se feche para aquilo que o universo pode te trazer de bom. Vibre positivo porque as coisas ou pessoas boas irão te encontrar.

Houve um tempo em que a riqueza de um povo era medida por aquilo que tirava da terra. Arrancaram madeira das matas, ouro das montanhas, café dos campos. Parecia que toda prosperidade dependia de retirar alguma coisa do mundo até deixá-lo mais pobre.


Agora a extração é outra.


Já não se arrancam apenas árvores, metais ou colheitas. Arranca-se a alma sem tocar no corpo. Arranca-se atenção, desejo, memória, gosto. Arranca-se significado.


Já não basta vender um pão. Vende-se a fome.


Já não basta vender uma canção. Fabrica-se o ouvido incapaz de suportar o silêncio.


Já não basta oferecer um caminho. Ensina-se o viajante a esquecer para onde ia.


Há uma crueldade nova nesse mecanismo. As prisões antigas cercavam o corpo. As prisões de agora cercam a vontade. Descobriu-se que o homem deixa de resistir muito antes de deixar de obedecer. Basta que já não consiga desejar por si mesmo.


A cultura foi sendo reduzida a uma superfície. As cores rarearam. As formas se comprimiram. A beleza tornou-se um luxo. E o mundo, que durante milênios pediu contemplação, passou a exigir apenas eficiência.


O mais inquietante é que quase nada nos foi arrancado à força. Fomos cedendo. Um hábito de cada vez. Uma renúncia de cada vez. As maiores perdas raramente fazem barulho.


Talvez essa seja a pobreza mais profunda do nosso tempo. Não a falta de dinheiro, mas a falta de espanto. Porque um povo não desaparece quando perde suas riquezas. Desaparece quando perde a lembrança do que era digno de ser amado. A morte de uma civilização começa muito antes de sua ruína. Começa no dia em que já não reconhece como sua a própria voz.


O maior triunfo do nosso tempo não foi ensinar as máquinas a criar. Foi convencer os homens de que criar já não era necessário. Bastaria consumir. Repetir. Reagir. Ajustar-se. Bastaria permanecer dentro do fluxo.


A natureza nunca fez duas árvores iguais. O mercado, ao contrário, passa a vida tentando convencer o mundo de que uma única forma basta para todas as florestas.


Mas a beleza continua sendo uma forma de rebeldia. A arte continua sendo uma forma de desobediência. E toda civilização que esquece isso começa a extrair de si mesma a última riqueza que possuía. Não o ouro. Não a terra. Nem a técnica.


A capacidade de sentir que era única.

A visão teológica de Jalison Santos:

"Uma seita é tudo aquilo que se levanta contra Deus. Porque quando algo é contra Deus, seus argumentos são contra a verdade de Deus, contra o Evangelho pregado e contra os dogmas centrais da fé cristã.

Todo aquele que é contra a verdade de Deus, é contra Deus."