So aquilo que Nao nos Pertence e que nos Completa
“Tudo aquilo que colocamos depois do EU SOU se torna direção interior, palavra semeada e identidade em construção.”
Do livro EU SOU, Deus em Ação — O Despertar da Consciência Criadora, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O corpo escuta aquilo que a alma acredita, e por isso o cuidado precisa alcançar também a esperança do paciente.”
Do livro Espiritualidade e Medicina — O Papel da Fé na Saúde Emocional, Intelectual e Física, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A rubedo da alma acontece quando aquilo que foi compreendido deixa de ser teoria e começa a viver nas escolhas.”
Do livro O Livro Vermelho da Alma — Jung, o Inconsciente e a Alquimia Simbólica da Sombra à Individuação, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Toda manifestação profunda começa quando a pessoa deixa de falar contra aquilo que pede em oração.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Tudo aquilo que nasce no visível foi, antes, autorizado no silêncio do invisível.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O medo chama de proteção aquilo que, muitas vezes, é apenas prisão antiga com outro nome.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A boca revela, muitas vezes, aquilo que a alma aceitou como destino sem perceber.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A imaginação deixa de ser fuga quando convoca a alma a tornar-se compatível com aquilo que contempla.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Manifestar também é saber encerrar, com clareza, aquilo que prometia vida, mas produzia apenas repetição.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Você é inteligente,
Ouça calmamente o corpo.
Nada é por acaso,
Tudo tem ciclos na vida.
Aquilo que mais focamos cai,
Direto em nossas células,
E a transformação acontece.
Ainda dá tempo. Ainda dá tempo de se procurar, de se reinventar, de se tornar aquilo que sempre sonhou ser.
Quando a alma desacelera, Deus finalmente encontra espaço para sussurrar aquilo que sempre tentou te dizer
As pessoas costumam respeitar aquilo que admiram ou aquilo que temem.
Amar, porém, é diferente: é confiar.
E confiar é acreditar que o respeito existe sem que seja necessário o medo.
No amor há o receio da perda, não por imposição, mas pelo valor que se atribui ao outro.
Já a paixão talvez seja o desafio do desejo, o prazer da conquista, a inquietação do querer.
No fim, talvez todos esses sentimentos sejam apenas diferentes formas de admirar e de temer — seja a grandeza do outro, seja a possibilidade de perdê-lo.
AQUILO QUE NOS HUMANIZA!
Quando olhamos para a história humana, percebemos que a falta de compreensão sobre a necessidade de dominar o mal a partir de um olhar interior profundo da alma acabou custando um preço alto para a humanidade. Ao se esconderem atrás de religiões, homens perpetraram terríveis assassinatos, como o genocídio de mais de 7 milhões de judeus em campos de concentração, assim como o próprio assassinato de Jesus Cristo.
Independentemente da religião que seguimos, devemos ter em mente que existe uma orientação do Criador para que possamos compreender e orientar o mal a partir de um olhar profundo para nossas almas. Toda a mensagem de Jesus dialoga com a mesma orientação dada desde o início do mundo: a necessidade de dominar o mal interior.
Se desejamos construir uma nação mais justa, com menos violência, precisamos nos unir para que, ao dominarmos o mal — ou a desintegração interior — possamos desenvolver uma relação melhor com o nosso próximo.
Toda a nossa vida é permeada pela relação com o outro. Nesse sentido, tudo o que fazemos em sociedade — no trabalho, na família e em nossos vínculos cotidianos — passa pela forma como nos relacionamos. Somente conseguimos manter uma boa relação com o outro quando temos uma boa relação conosco mesmos e com tudo aquilo que habita dentro de nós.
Mais do que questões financeiras e materiais, a verdadeira prosperidade passa pela relação com o outro, quando contribuímos efetivamente para a construção de uma sociedade melhor e nos comprometemos a fazer deste lugar aquilo para o qual ele de fato foi criado: um espaço de paz e de compartilhamento da luz do Criador.
Nesse sentido, quando nos dedicamos a dar o nosso melhor em nosso trabalho, a tratar bem nossa família e nossos filhos, podemos, de fato, espelhar a divindade que habita em cada um de nós.
Posicionar-se para aquilo que Deus deseja que sejamos custa toda uma vida que precisamos deixar para trás, para viver aquilo que realmente fomos chamados a ser.
