So aquilo que Nao nos Pertence e que nos Completa
Em uma seita Cristo nunca é suficiente; a obra de Cristo nunca é completa e suficiente; a bíblia nunca é suficiente; a graça nunca é o bastante e suficiente e a fé nunca é suficiente.
Hoje eu amanheci me sentindo completa..sei la .. transbordada de mim mesma.. sem depender de homem nenhum , de carência nenhuma... tô me sentido livre..tô me sentindo bem... sem paranoias, sem cobranças, sem nada pra me atrapalhar...estou até mais leve... eu amo me amar..e isso que importa.. o resto que me agregue..que se adapte..porque eu já me sinto suficiente ... eu me coloco em primeiro lugar .. o resto que lute... pra caber num cantinho aqui ...ou sei lá..bater asas e voar... se não se acostumar comigo assim...não sou eu que vou ter que mudar ..
A gente se respeita , a gente se completa, a gente se ama demais da conta ... e a gente dá certo porque a gente confia... um no outro sempre ... amor é isso..a partir do momento que tem desconfiança , o elo quebra ... e quando a gente perde a confiança.. melhor cada um seguir seu caminho . Quebrou você até emenda ..mas a marca fica ali pra sempre.. nunca mais é o mesmo ...
Amor que é amor te completa, te restaura, te reergue, te sustenta, te dá base, amor que é amor te dá vida, esperança, alegria ...amor que é amor de verdade multiplica,soma , amor que é amor de verdade não te deixa triste, te levanta do chão, te tira do buraco, da escuridão ..te reconecta!
Ladrões ignorantes agem publicamente e os inteligentes ocultam suas ações, sendo pegos pela completa burrice, deixando rastros da sua cavalgadura.
Quando a perseverança tem ação completa nada interfere na formação, na direção e na fidelidade de seus firmes propósitos.
Aquele que deseja a felicidade deve completá-la com responsabilidade, acrescentando ao seu coração uma boa dose de autoestima, laços familiares saudáveis, firmeza de personalidade, inclinação ao autoconhecimento e à educação, sedento para aprender e propenso à desafiadora tarefa de servir sempre com altruísmo.
Sob uma profunda e completa expressão de intimidade conjugal é que um casamento desfruta de uma geração duradoura.
Há um monte de lixo cultural entupindo a mente dos jovens e para fazer a limpeza completa é necessário implementar a Palavra de Deus.
A Questão 982 de:
O Livro dos Espíritos: Uma Análise Doutrinária Completa.
1. Introdução.
A Questão 982 situa-se na Parte Quarta — Das Esperanças e Consolações, no capítulo que trata da natureza das penas e gozos futuros. Kardec indaga sobre um ponto central para a moral espírita: a sorte futura depende de professar o Espiritismo? Ou seja, haveria uma espécie de passaporte religioso para a felicidade espiritual?
A resposta dos Espíritos, breve mas decisiva, destrói toda forma de exclusivismo doutrinário e reafirma o princípio universal do bem como lei suprema.
2. A Resposta dos Espíritos: O Bem Como Medida do Futuro.
A reposta:
“Só o bem assegura a sorte futura. Ora, o bem é sempre o bem, qualquer que seja o caminho que a ele conduza.”
Aqui se encontram três pilares doutrinários:
2.1. Universalidade da Lei Moral.
Os Espíritos deixam claro que Deus não estabelece privilégios, castas religiosas, rituais necessários à salvação ou exigências confessionais.
Se a salvação dependesse de professar o Espiritismo, então todos os povos que não o conheceram estariam “deserdados”, o que seria, como os Espíritos dizem, “absurdo”.
A lei é universal:
- O bem é a linguagem comum da evolução.
2.2. O Caminho é Menos Importante que a Conduta.
Não é a crença que define a felicidade espiritual, mas a prática do bem.
A Doutrina Espírita, portanto, não se coloca como religião salvacionista, mas como filosofia de esclarecimento moral.
Kardec demonstra que a moral é suprarreligiosa, transcendendo credos:
O bem é sempre o bem, “qualquer que seja o caminho que a ele conduza”.
Aqui está a ruptura definitiva com qualquer forma de proselitismo.
2.3. Responsabilidade pessoal.
A fala dos Espíritos restabelece nossa responsabilidade individual:
- Ninguém será salvo por rótulo, mas por transformação real.
A consciência, e não a adesão religiosa, é o tribunal da vida futura.
3. A Nota de Allan Kardec: A Função Moral do Espiritismo.
Kardec acrescenta uma reflexão essencial:
“A crença no Espiritismo ajuda o homem a se melhorar (...) mas ninguém diz que, sem ele, não possa ela ser conseguida.”
Aqui o Codificador delimita com rara precisão:
3.1. O Espiritismo é um instrumento, não um privilégio.
Ele “ajuda”, “firma ideias”, “apressa o adiantamento”.
Mas Kardec recusa enfaticamente qualquer ideia de indispensabilidade.
O Espiritismo faculta compreender, mas não dá salvo-conduto.
3.2. O esclarecimento reduz o sofrimento desnecessário.
Ao ensinar que:
a vida continua,
a reencarnação é lei,
o sofrimento tem causa e finalidade,
a felicidade é obra íntima,
o Espiritismo fortalece a paciência e a resignação ativa, evitando quedas morais que atrasariam o progresso do Espírito.
Mas isso não o torna um monopólio da evolução.
3.3. O valor moral é anterior à crença.
Kardec mostra que a Doutrina Espírita não inventa a moral:
apenas a ilumina, amplia e racionaliza.
Assim, o Espiritismo é:
- “Uma luz, não uma portaria de entrada.”
4. Análise Doutrinária Sintética.
A Questão 982 reafirma um dos fundamentos mais nobres da Codificação:
4.1. A salvação não é dogmática, mas ética.
A vida futura não se conquista por crença, mas por conduta.
4.2. Deus não exclui ninguém.
Não há favoritismo religioso. O bem é lei universal.
4.3. O Espiritismo acelera a compreensão da vida.
Ele esclarece, educa, fortalece mas não substitui o esforço individual.
4.4. O mérito está no que fazemos, não no que professamos.
O Espiritismo não promete privilégios nem prerrogativas.
4.5. O Espiritismo é ferramenta de trabalho, não de salvação.
Aqui se confirma a belíssima frase:
“O Espiritismo é uma ferramenta de trabalho, não de salvação.”
Porque a única salvação real é o progresso moral.
5. Conclusão Doutrinária.
A Questão 982 constitui uma das maiores evidências da pureza racional do Espiritismo:
ele não cria cercas, não reivindica exclusividades, não se arroga o papel de “único caminho”.
A Doutrina Espírita se propõe como farol, não como porto exclusivo.
O bem praticado com intenção reta, consciência limpa e esforço contínuo é a verdadeira senha da vida futura.
E quanto mais compreendemos, mais rapidamente avançamos.
Mas o avanço depende de nós, e não da bandeira que carregamos.
A fé espírita é, portanto, ferramenta de iluminação moral.
A salvação no sentido espírita, que é evolução do Espírito é obra do caráter, da reforma íntima e da prática do amor.
Essa é a grandeza da Codificação:
Ela educa, mas não escraviza; esclarece, mas não exige servidão.
Todo conhecimento evolui se sobrepõe, completa se indefinidamente. Aceitar como definitivo e absoluto qualquer definição é categoricamente mentir para si mesmo, acomodar se, iniciar se na morte temporal das possíveis infintas possibilidades do pensamento.
O amor perfeito nasce incompleto e diferente.
Se completa a cada hora e e a cada dia assemelha se a nos na nova jornada da vida.
A vivificação da vida completa se pela bipolaridade inconstante dos fenômenos e movimentos que nos celebram por dádiva a dor e o prazer.
