Simplicidade

⁠⁠⁠A profundez dos teus olhos traz uma intensidade poderosa, a essência de um romantismo atraente que enche de entusiasmo o espírito

e como retribuição, faço questão de enfatizar que estás deslumbrante usando este vestido que parece a junção do dia com a noite

Cores, curvas e tecidos na mais perfeita harmonia, a tua jovialidade e a tua beleza em grande estilo, a viveza da simplicidade de uma rica poesia.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Companhia ⁠calorosa, revigorante, que protagoniza vários momentos com um aspecto emocionante, traços belos, românticos e intensos pertencentes a uma mulher sedutora entre o luxo e a simplicidade, os mesmos atributos de um bom café expresso, fortemente, agradável, cuja qualidade é tão perceptível que certamente é inegável.

Sendo assim, reunindo estas duas singularidades que se relacionam, é possível aproveitar uma oportunidade, bastante satisfatória, sem ver o tempo passar, o contentamento de estar bem acompanhado e tomando uma bebida entusiasmante, portanto, duas fontes de vitalidade, ambas cativantes e motivam a felicidade.

O íntimo e os olhos são atingidos, ficam deslumbrados, naturalmente, agradecidos, o cenário mais simples se torna um lugar incrível rapidamente e um instante será mais do que suficiente para ser inesquecível, por conseguinte, aprazível combinação de uma mulher interessante e um café saboroso que aceleram o ritmo do coração.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Típica apresentação celestial, grandiosa dos raios de sol acompanhados de nuvens numerosas em movimentos suaves e iluminados, uma arte silenciosa, apresentando uma imagem diferente a cada ato, parte da bela simplicidade que observo atento durante uma viagem.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Simples, raro e muito restaurador quando se está numa imersão satisfatória em um momento temporário, mas de muita tranquilidade, dando uma pausa no desgaste da vida adulta tão recorrente, estando à vontade no sofá da sala sem aquelas interrupções desagradáveis, nem nada para se fazer imediatamente,
Tendo um céu ensolarado lá fora com o sol já se despedindo, as folhas das árvores se balançando, chegando ao final da tarde, ainda com alguns alguns raios de sol e uma brisa suave entrando pela janela, trazendo vitalidade para a mente e pouco de sossego para o corpo cansado, um jeito agradável de se aproveitar o tempo.
Mais uma vez, a simplicidade provando o quanto que é preciosa e que não é necessário muito para que os seus efeitos sejam eficazes, pois até mesmo numa breve oportunidade, ela consegue ser muito poderosa e significante, sendo assim, deve ser aproveitada sempre que possível, fazendo um bom proveito de cada segundo, saboreando instantes de equilíbrio.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Marca com o teu sorriso cheio de felicidade, que deixa os teus olhos quase fechados, mostrando um espírito engraçado, que ama a liberdade, assim, torna o ambiente divertido, enriquece cada simplicidade, difícil pensar em desânimo quando se estar contigo, rica é a tua singularidade, essência inconfundível.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠6812

"Quando o ego desequilibra a alma rasteja clemência."

Inserida por gilsonjs

"Se pedras forem lançadas sobre me, protejo-me entre as flores, se dores senti por causa delas, peço ajuda aos meus versos de amores."

Inserida por gilsonjs

Os pequenos gestos, fazem grandes ⁠os momentos!

Inserida por carloshenriqueH-CH2

O sábio Salomão já dizia é na pequenez de uma formiga que Deus ensina suas grandes lições.

Inserida por Luizdavi

⁠O pequeno dicionário escolar... pode sim te tornar mais sábio.

Inserida por Luizdavi

É fácil me decifrar. Mas poucos tem capacidade de entender algo tão simples.

Inserida por leonardo_sequim

Hoje, uma pessoa veio me contar que leu mais dez textos no meu blog retratando os mendigos do Catete, e me perguntou de onde vem essa "obsessão por gente miserável". Não respondi ainda, e acho que farei por aqui, pois já é motivo pra um novo texto. Bom, começou com meu avô, na Vital Brasil, em Niterói. A casa do meu avô fica no pé do escadão do Cavalão, na subida da José Vergueiro da Cruz. Ali, sempre quando eu estava brincando na varanda, me causava pavor e medo uma negra descabelada, bem miserável, que, de 30 em 30 minutos, sofria ataques de caretas e dava tapas na própria cabeça. E ela sempre ficava sentada ali, no meu foco de visão. Para completar o quadro desagradável (eu só tinha 10 anos) ela soltava pelos lábios ventosidades com estrépitos que muitos julgavam escapados pelo cú. Magra, alta, não me lembro muitos detalhes. Só o que me recordo é que era vista falando com as pessoas conhecidas que entravam ou desciam do escadão, sempre no intervalo entre dois ataques que aconteciam de meia em meia hora. Não era raro vê-la passar e se comunicar com meu avô pelo portão, enquanto ele limpava o chão da garagem com uma mangueira. Por duas vezes, presenciei dois ataques, dois surtos, enquanto falava com meu avô. Não me lembro de ter visto qualquer morador da rua rir daquela senhora. Pelo contrário, quando ela dava os ataques, todos sabiam como auxiliar. Eu, morria de medo. Todos a tratavam com respeito pela educação e atitudes que ela tinha, quando no seu estado normal. As outras crianças, que nem eu, bem mais inocentes do que as de hoje, morriam de medo. Certa vez, meu avô, a fim de que eu perdesse o medo, obrigou-me a falar com a tal senhora, quando de passagem num sábado a tarde pelo nosso portão. Não é preciso dizer que flutuei no medo, na expectativa de um dos seus ataques. Perguntou-me o nome, deu-me umas palmadas no rosto, alisou-me os cabelos e, depois, ela mesma, mandou que eu fosse brincar, obviamente para que eu não presenciasse o ataque habitual. Não esperei segunda ordem. Afastei-me e fiquei à distância aguardando o ataque que não tardou. Mas, o encontro, de fato, fez-me perder o medo. Já não corria mais do portão ao vê-la. Aprendi a gostar dela. Lembro, até hoje, quando passou por mim no portão pela primeira vez que eu não corri. Acenou, acenei de volta, e ela seguiu seu caminho; me senti o cara mais sinistro e corajoso da Vital Brasil. Pensei: quem manda nessa merda sou eu. Desde então, sempre quando via sua sombra subindo a ladeira pela janela, já corria pro portão para redobrar minha coragem e fazer, cada vez mais, um contato mais próximo com aquela senhora, o que me deixava cada vez mais "sinistro" dentro do meu fantástico mundo de alessandro como o segurança da rua. Até que um dia ela parou para, de fato, conversarmos. Após 35 segundos (mais ou menos), ela teve um ataque epilético e caiu no chão, na minha frente. Imediatamente, um homem prestou todo auxílio e, quando a situação havia acalmado, percebi que estávamos de mãos dadas ali na calçada, sem mesmo perceber, durante toda a crise, que durou uns dois minutos. Depois que meu nervosismo passou, percebi que o homem que havia prestado o auxílio era o meu avô. Naquele momento, com ela ainda no chão, nos olhamos e, sem precisar falar nada, entendi exatamente tudo o que meu avô queria me ensinar sobre a vida, naquela oportunidade. Enfim, as histórias e experiências que tive com meu avô neste sentido foram muito longas, mas essa lembrança é o início dessa minha "obsessão por gente miserável" rs. Ainda sobre ela, não sei como terminou, pois nunca mais voltei naquela casa depois que meu avô morreu. Mas, se não me deixou a saudade, pelo menos deixou uma grata lembrança, engastada nas imagens daqueles tempos em que as crianças, tanto as do morro, quanto as do asfalto, ao invés de matar e assaltar, tinham medo de velhinhas doentes e miseráveis...

Inserida por AlessandroLoBianco

A alma - nossa alma - sabe tudo que há para saber o tempo todo. Nada é misterioso ou desconhecido para ela. Contudo, saber não é o suficiente. A alma procura experimentar. Você pode saber ser generoso, mas a menos que faça algo que demonstre sua generosidade, terá apenas um conceito. Pode saber ser bondoso, mas a menos que seja bondoso com alguém, só terá uma ideia à respeito de si mesmo. É desejo da nossa alma transformar o melhor conceito sobre nós mesmos na melhor experiência. Enquanto o conceito não se tornar experiência, é tudo especulação. Eu especulo a respeito de mim mesmo há muito tempo. Há mais tempo do que eu e nós juntos poderíamos nos lembrar, do que a idade deste universo multiplicada por dois. Então você vê o quanto é nova a minha experiência de mim mesmo.

Inserida por AlessandroLoBianco

⁠Saltou para um mergulho nas artes. Voou pela desorganização. Deu um peteleco sutil nos costumes e tradições. Soprou forte contra o mau hálito de um preconceito estúpido. Encontrou no jogotabuleiros que faltavam peças: viu a censura esquecida e também a liberdade ensinada. Doou porque também se valeu de doações. Cada luta vencida confirmava: carregava no sangue os milhares de Silvas que admirava por aí.

Inserida por AlessandroLoBianco

⁠Se existe algo que pode ser ao mesmo tempo simples e complexo, esse é o Evangelho. Simples para os humildes de coração e complexo para os soberbos.

Inserida por iptdv

⁠A Humildade descomplica tudo... Ela abre portas no céu e na terra.

Inserida por iptdv

⁠Aprendi com o amigo e mestre Manoel Santiago o quanto é importante retornar a boas idéias e percepções do passado, e reconstruí las com o novo ponto de vista, do agora. Na criatividade, o passado e o presente sempre dialogam, ou se completam ou se esvaem em síntese. A simplicidade só é alcançada com a maturidade da visão e do pensamento.

Inserida por ricardovbarradas

ALÉM DA LATA

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Que o ser simples não seja ser carente,
não ter bens, formação superior,
faltar dente, sobrar obediência,
não saber discutir uma questão...
Ou que seja, mas não tenha que ser,
pouco importe a condição social,
seja o simples saber simplificar
e sentir que o respeito não tem faixa...
Discrimine o caráter quando é mau;
trate bem o sujeito quando é bom;
use o dom de mirar além da lata...
O ser simples não tenha ter/não ter,
mas o ser sobre todas as miragens
do Saara de nossas ditaduras...

Inserida por demetriosena

SOCIEDADE CRIMINOSA

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Inadvertidamente, o homem feio chega e senta na outra ponta do banco em que a moça bonita está. Sem nenhuma palavra ou aproximação, ele vira o rosto e dá um leve sorriso para ela, como se para sossegá-la. Pouco depois abre um livro e se perde no silêncio da leitura.
Então a moça bonita se levanta, meio atabalhoada, e cai. O homem feio percebe o tombo e vai socorrê-la; no entanto, ela o manda sair. Grita para deixá-la em paz. Pelo visto, a moça tem pavor de homem feio para o seu provável conceito aristocrático de beleza. Sobretudo, externa. Imediatamente algumas pessoas bonitas, conforme o mesmo conceito, vêm ajudá-la. Com elas, o possível namorado bonito, que antes de beijar a namorada quer saber do homem feio qual foi a gracinha que ele fez. Pergunta e lhe dá um empurrão.
O homem feio não gosta e devolve o empurrão, enquanto diz que nada fizera. os empurrões viram briga, e as outras pessoas bonitas aderem, evidentemente contra o homem feio que abusara da moça bonita. Fosse de uma moça feia, tudo bem, mas não da moça bonita. Ele tenta correr, ao tomar consciência da proporção do equívoco, mas não consegue. Logo se forma um grande júri que não só o condena sem direito a defesa, como também aplica o castigo merecido.
Só ao ver que a polícia chega e que aquilo se torna um linchamento, a moça bonita, então recomposta do seu trauma, grita para que todos parem. Nem era mais necessário, porque a polícia já dissolvera o grupo. Um policial, que segurava a cabeça do homem feio e ferido no chão do shopping center, chama pela moça bonita e pergunta se ela, como a vítima de fato, quer fazer sua queixa.
A moça bonita diz que não. Que não houve nada. Só um engano. Ela simplesmente se assustou com o homem. E o homem feio, reanimado pela inocência generosamente reconhecida, ouve do policial a recomendação de que seria melhor esquecer o episódio. Afinal, tudo acabou bem. A moça não fez nada, e os que fizeram, inclusive o seu namorado, nem estão mais ali.
O homem feio percebe o que ocorre. Por que seus agressores conseguiram não estar mais ali. Por que razão não daria em nada querer processar a moça, pois no fundo, ela não é mesmo culpada. Não sozinha. E além do mais, ele sabe o quanto seria difícil prender ou processar a sociedade.

Inserida por demetriosena

⁠O maior segredo da existência plena é tornar tudo que seja mais simples na vida cotidiana, em algo o mais especial possível.

Inserida por ricardovbarradas