Sim nós dois
Camorra e Kamocha: o choque entre dois mundos
A palavra "CAMORRA", do espanhol, carrega o espírito da guerra. Significa briga, confronto, desordem.
Já a palavra "KAMOCHA", do hebraico, vem da frase sagrada: "Ve'ahavta lere'acha kamocha" — “Ame o teu próximo como a ti mesmo.” - Levítico 19:18.
Aqui, o peso muda.
KAMORRA nasce da fusão dessas duas forças.
Da rebeldia que não aceita se curvar, e da consciência que sabe onde deve lutar.
Camorra me ensinou a resistir. Kamocha me ensinou por quem.
Esse é o espírito kamorrista.
“Para uma Fé Eficaz dois princípios são
pré-requisitos, ação e esperança,
o resto é tudo consequência”
Ir. Ney Batista
Correção 01/07/2021
Em algum momento o amor lhe fará sofrer, seja pela saudade que afasta dois corpos, seja pela saudade que afasta duas almas
Dois lugares que insistimos tentar ir que não podemos. No passado que para trás ficou e no incerto futuro que podemos não chegar.
Deveras pois, bem juntinho a dois. Melhor para aquentar.
Deverás então, sempre em união, um ao outro suportar.
É vivendo que se aprender, um ao outro entender, duas partes por um todo, para enfim felizes viver.
Que é a vida sem o amor? É um rio sem o mar, um pássaro sem ter onde pousar, uma chuva sem onde escorrer, uma metade sem a outra parte, para enfim se preencher.
“Há dois tipos de pessoas, as abelhas que produzem mel e polinizam as flores e as vespas que fabricam motos.”
Estamos todos dopados, de remédio ou de mídia. Eu, os dois.
É preciso um tratamento que resolva tudo.
Já é preciso um milagre pós-apocalíptico e instantâneo contra a tolice.
Dois corpos que carregam histórias, cicatrizes, vitórias. Dois sorrisos que não estão ali por acaso, mas porque já entenderam que a vida é feita de presença, de troca real, de construir junto, mesmo quando o mundo exige silêncio.
A luz que os envolve não é efeito: é o reflexo de quem se permite sentir, confiar e permanecer.
É sobre encontrar paz num olhar e força num toque.
É sobre estar onde faz sentido — com quem faz sentido.
Porque quando há conexão de verdade… o resto desaparece.
Só um pensamento óbvio 💭
O amigo Homem, vai falar muitas merdas nas conversas dos dois, porém quando você for falar sobre moda e maquiagem, ele não vai querer conversar sobre isso.
Ele sabe seus gostos, e suas cores favoritas, ele sabe o que mais te deixa linda.
Mais ele não é o Homem da sua vida!
Ele é o Homem que entende, e sabe sobre sua vida.
A estupidez de uma guerra
Em uma guerra , ou em uma briga de dois seres humanos, não existe vencedor ou vencido , na esfera da razão .....
Existe sim ,de ambos os lados , famílias dilaceradas , corações destruídos , filhos sem pais e sem rumo. Penso que a guerra entre nações quanto a briga entre dois seres racionais são restícios de nossa era irracional . Toda a guerra onde a força é comandada pela força a vitoria é fugaz !!!!! Nenhum ser deve ser comandado pela força
física e sim pela força da razão !!
Não há justificativa no plano da , comandar um semelhante pela força bruta em detrimento da força da razão . O diálogo racional entre povos ou pessoas é o âmago da razão !!!!!!
Amor
O amor nasce ,as vezes de um sorriso , de uma manifestação de afeto, da simbiose entre dois seres e outras mil coisas , mas o importante do amor é que ele não escolhe quem e sim amar por simplesmente amar
Beijo no Píer
A noite vestia silêncio e brisa,
o píer rangia sob os pés calados,
dois jovens — coração na beira —
com os olhos tímidos, entrelaçados.
O frio bordava os casacos fechados,
mas entre eles algo ardia,
um sopro quente entre as palavras,
um fio tenso de poesia.
A lua, curiosa entre as nuvens,
espreguiçava um brilho sobre o mar,
testemunha pálida e discreta
de um momento prestes a se eternizar.
Nenhum som além das ondas,
nenhum gesto além do olhar,
e então, um passo — meio incerto —
até os lábios se encontrar.
Foi breve, foi puro, foi novo,
foi tudo o que o mundo não via.
Um beijo, num píer, numa noite,
em que até o frio parecia poesia.
Eles sempre souberam.
O silêncio entre os dois não era vazio — era desejo contido, era o medo disfarçado de prudência, era a paixão crescendo devagar até virar amor sem nunca receber esse nome. Olhares demorados, sorrisos interrompidos, despedidas que doíam mais do que deveriam. Nenhum dos dois se assumia, e o tempo, paciente e cruel, deixava o sentimento criar raízes.
Até o dia em que ele decidiu romper o silêncio.
Com a voz trêmula, revelou o amor que guardara por tanto tempo, acreditando que, se não dissesse, morreria por dentro. Ela ouviu… e negou. Não porque não sentisse, mas porque não teve coragem de admitir. Preferiu proteger-se atrás da negação, achando que o amor poderia esperar.
Ele saiu dali com o coração em ruínas.
No caminho de volta para casa, a noite o engoliu. Um acidente interrompeu seus passos, seus sonhos, suas palavras nunca mais ditas. Seu corpo foi encontrado ao pé de um Resedá branco, o mesmo lugar onde haviam se encontrado pela última vez — como se o destino tivesse escolhido ali o fim de tudo.
Junto a ele, um bilhete.
Nele estava escrito:
“Se um dia você ler isso, saiba que te amei em silêncio e verdade. Cada flor que cair desse Resedá serão minhas lágrimas, derramadas por não poder viver o amor que senti por você. Que o vento leve meu sentimento até onde eu não pude chegar.”
Quando ela leu, o mundo perdeu o chão.
Dias depois, voltou ao Resedá. As pétalas brancas caíam lentamente, cobrindo a terra como um luto delicado. Com os olhos marejados, ela sussurrou entre soluços:
— Então eu serei o chão onde suas flores caem… para que, ao menos assim, eu possa sentir um pouco do amor que deixei escapar… do amor que não tive coragem de viver.
E desde então, toda vez que o Resedá branco floresce, dizem que o chão ao redor parece mais fértil, mais vivo.
Como se o amor que não foi vivido tivesse, enfim, encontrado onde descansar.
Sons do silêncio
Porta se abrem,
Breu
Explosão sem sons.
Dois corpos na troca total:
Emoções.
Momentos eternos,
Indiscretíveis.
Só o sentir.
Vão-se os mundos,
Unem-se as almas.
Tanta intensidade,
Que nenhuma fórmula matemática
Equaciona.
Químicas que reagem,
Equilibram-se:
Emoção e prazer.
No horizonte o mar ,
Segue seu curso.
Os pássaros voam,
O vento embala as folhas,
Tudo está tranquilo.
O momento se eterniza,
Sem palavras,
Só paixão.
Dois mundos
Penso.
O que tens que tanto te ilumina,
E atrai-me?
Horas gastas tentando encontrar
o fio da meada.
É o brilho opaco que encontro
No fundo do olhar;
Essa necessidade de Ser,
Provar a si que és;
Aquela força de viver,
Que ultrapassa a avalancha
de gelo diária que enfrenta
e congela a alma;
O desejo de sentir a essência
de cada ser;
A descoberta dos mistérios,
dos enigmas, dos abismos;
O aconchego das palavras
sem ruídos,
no vazio do silêncio.
É tudo e o nada,
Sem formas, sem limites,
Dissolvidos no ar,
Como uma neblina,
Que ofusca os olhares
Menos atentos,
Mas ilumina
o teu e o meu olhar
É nessa distância,
Entre dois olhares,
Que há a junção
Dos mundos.
Dois anos se passaram... Como um abraço que aquece, a sua lembrança continua viva e presente, em nossas vidas, em todas as partes da casa, e nunca irá desaparecer. Deus o tem em Seus braços, mas nós o teremos para sempre em nossos corações. Eterno "Tigrão/Marcilio Dias" Esteja na luz e descanse em paz!🙌🏼💔
28/05/23
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