Silêncio
Em meio a toda a monotonia restou apenas o silêncio
Findou-se o ecoar de seus passos solitários
E o vazio eterno parecia consumir a noite
As estrelas já não brilhavam, e não se sentia o vento na pele
Ele deixou seu olhar navegar pela escuridão
Ali vagou procurando por algo, sem saber ao certo o quê ou por quê
E quando nada mais importava, despido de sua humanidade
A confluência do indefinível, o silêncio e o vazio que tudo consumia
Nas estrelas que não brilhavam e no vento que não se achava, ali se encontrava ele
Em meio a forma mais pura da escuridão, vagando rumo a lugar nenhum
Ao fim de tudo nem osilêncio, o vazio, a eterna escuridão e o destino incerto
Nenhum desses obstáculos mudaria coisa alguma
Um exercício de epifania bom sem sair de casa. É só ouvir e esperar o silêncio, apreciando a quietude, assim desmascare o mundo.
Normalizem o silêncio e o processo de afastamento. Desapegue, seja de amigos, familiares e até mesmo de lugares que não vibram na mesma frequência que você. Solte os laços, fique apenas com as memórias, pois tudo e todos mudam. Não insista com pessoas que tem uma energia diferente da sua, que agem de modo contradictorio aos seus princípios e os desrespeitam (mesmo que inconsciente). Não ande com quem você não seria, os habitos alheios podem nos corromper e até adoecer.
Queria uma voz,
uma canção,
um verso,
um silêncio,
um grito.
Queria nós.
E o silêncio e
a plenitude que antecedia
teu beijo.
Queria novamente
teu sorriso.
Esse amor
para além da vida
e do tempo.
Queria a eternidade
e o infinito.
A sabedoria do silêncio é como um rio tranquilo, que flui serenamente levando consigo a paz interior.
morte sem vestígios
parti em silêncio incontáveis vezes,
ninguém notou a minha partida,
nenhuma gota de sangue escorreu,
apenas um dilúvio de lágrimas vertidas.
parece denso, eu sei. proponho deixar para trás.
-
pois a vida, fugaz e breve,
merece ser abraçada intensamente,
cada instante, um tesouro,
como se fosse o derradeiro presente.
e, assim, convido, proponho evoluir.
-
vamos sorrir,
vamos nutrir o amor,
e vivenciar intensamente,
cada batida do coração, fervor.
viver! proponho a felicidade eterna.
-
pois a vida é uma preciosidade,
que merece nossa reverência,
cada segundo é um tesouro,
que merece toda nossa consciência
É no silêncio que eu me encontro é onde reina minha paz e meu descanso mas é também onde me canso. Gostaria que as pessoas soubessem quem sou eu por dentro pois por fora eu me ausento, e não sou mais eu, O eu que sou
PREÇO DO SILÊNCIO
Hoje venho contar
A história de um homem
Rico e solitário
Que não encontrava
Razão para viver
Em uma época
De sua vida pensou
Quer saber vou ajudar
Todos que realmente merecer
Metade de sua riqueza
Gastou fazendo caridade
Foi em um bairro pobre
Que encontrou sua cara metade
Aquela menina moça
Veio a lhe mostrar
Que vida temos uma só
Então porque não aproveitar
A maneira que ela encarava
A vida veio a ele encantar
E a cada encontro
O amor veio mais alto falar
Em um desses encontros
Aquela mossa desmaio
O rapaz pedia socorro
E o desespero lhe domou
E no hospital
O médico lhe contou
Meu amigo essa mossa sofre
A anos com um tumor
E como eu posso
Ajudar ela doutor
Uma cirurgia e um coração
Para ela é a única solução
Mas a cirurgia é cara
E a moça não tem condição
O rapaz deichou paga a cirurgia
E para sua casa voltou
Escreveu uma linda carta
Uma grande declaração de amor
Esculta menina moça
Em outra vida quero
Lhe encontrar e onde você estiver
Se lembre sempre
Eu também vou estar
E para que você continue vivendo
Meu coração irei lhe dar
O amor que tenho por você
Nele está e nunca se esqueça
Para sempre vou lhe amar
Dois dias depois a moça acorda
E a primeira coisa que nota
É o diagnóstico atrás da porta
Com sacrifício ela
Se levanta para ler
Operação realizada com sucesso
E ela continua sem entender
Ela chama a enfermeira
E pergunta moça você
Pode melhor esclarecer
Sim claro um homem deixou
Paga a operação
E por incrível que pare
Esse mesmo homem deu
A você o próprio coração
E também ele pediu
Para lhe entregar a você isso
Quando voltasse
A se recuperar
Os olhos dela se encheu de lágrimas
E ela não conseguia falar
Naquela hora ela não sabia
Se continuava a viver
Ou se iria se matar
O amor da vida dela
Estava ali diante dos
Seus olhos mas
Preferiu se calar
Por isso é certo o ditado
Não deixe para dizer amanhã
Oque hoje pode falar.
Te foste
Ah! As cicatrizes...
Os meus olhos de silêncio.
Sempre que me cortavas...
Palavras duras.
Palavras silenciadas.
Lembro-me do quanto odiava os dias assim.
Mas não conseguia me desvencilhar.
Estava amarrada.
Presa.
Colada.
Sangrava a pele.
E um algodão-doce me adoçava.
Hoje já não sinto tua falta.
Nem do algodão-doce.
Te foste, graças a Deus, de mim te foste.
Você até pode escutar todos, mas nem todos irão te escutar. As vezes permanecer em silêncio não é ser forte ou egoísta, é necessário.
A SOLITUDE
Na solidão silente, ecoa o ser,
Entre sombras, a alma a renascer.
O silêncio, poesia do coração,
Na solitude, encontro a reflexão.
No vasto campo da própria mente,
Dança a solidão, suave e envolvente.
Em cada pensamento, um universo,
Na solitude, descubro o meu verso.
Entre páginas vazias, o diálogo íntimo,
A solidão, um amigo autêntico.
No silêncio das palavras não ditas,
Encontro a paz em suas escritas.
Solitude, trilha da introspecção,
Onde o eu se encontra em comunhão.
No abraço do silêncio, descubro a plenitude,
Em cada instante, celebro a magnitude.
ROMA -
No desejo das palavras por dizer
que o silêncio guardou na voz de cada fonte,
Terra d'heróis que não nos cabem conceber,
trago de repente Roma no horizonte!
Tudo me grita outro tempo ao passar
por entre mudas estátuas que se erguem
a cada canto desta Roma singular
que meus olhos rasos d' água já não temem.
E vejo-me passar por entre a neblina
revejo-me nos olhos, nas vozes desta gente,
cruzo-me comigo nas ruas, a cada esquina
como se voltasse a um Passado 'inda Presente.
Como se meu túmulo fosse um túmulo de pedra
às portas de tantas Glórias aqui adormecidas;
passa a vida mas o sonho nunca medra
e voltamos ao ponto das despedidas.
Estou em Casa mas tenho saudade...
A distância faz-me perto por meu mal!
De regresso ... volto à minha cidade
mas sinto saudades de Roma em Portugal.
(Escrito na Igreja de Santa Maria in Trastevere
junto ao Palácio de S. Calixto em Roma)
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