Silêncio
Em silêncio nossos olhares
se comunicavam
decifrando cada pulsar
dos nossos corações
deixando nossos lábios inquietos
pelo sorriso estampado
pela felicidade do encontro.
Eu passo o dia em silencio
O relógio olha e debocha
Passando as horas vagarosamente
Enrolando e vendo meu desespero
Qualquer atividade simples
Que era antes rapida
Agora é uma eternidade
Parece que foi assim
Como quem é nocauteado
E fica desnorteado, sem direção
Não culpo mais o tempo
Afinal é tudo culpa de um espaço
Imperceptível e não comunicado
Não te culpo
Vivo 21 anos comigo e já não me aguento mais
Entendo perfeitamente!
O tempo passa
O Silêncio vai se prolongando
As cores vão desbotando
O sol se apagando
As estrelas perdendo seu brilho
O sorriso se torna sem sentido
Como queria ao meu lado o meu amor
Por que me abandonou?
Que vazio deixou !
Deve ter se esquecido
Que nada faz sentido
Se ele não estiver comigo
Novamente a saudade me assola
Me arrasta e me prende em sua gaiola
Onde está o meu amor?
Por que me abandonou?
E no meio dessa chuva de lembranças
Perco cada vez mais as esperanças
Onde está o meu amor?
Por que me abandonou?
Que vazio enorme me deixou....
E então respondo a mim mesma
Esqueça o seu amor ele a deixou.
Poesia
Assim mais uma vez
vou escrevendo poesia
junto ao meu fardo
o silêncio
vou derrubando paredes
com as palavras
vou cobrindo com sal
os meus ferimentos
e lembrando da dor
que senti como à
de uma adaga perfurando
o meu coração
e assim eu sigo
depositando toda a minha dor
minhas vontades, meus desejos
em cada verso que se estende
escrevo para poder me expressar
escrevo para relaxar
escrevo pois é a única forma
de fugir da minha vazia realidade
me sinto um inútil pois
não sei onde é o meu lugar
me sinto um fracassado
por não ter vitória para contemplar
estou apenas aproveitando
tentando não pensar no tempo
fasendo dessa uma vida qualquer
como muitas outras
não sou perfeito e
nem quero ser
sou apenas um homem
escrevendo poesia.
As vezes você me vê em silêncio sem saber que é o grito do meu socorro
Muitas vezes você me vê sorrir, sem saber que é o choro da minha alma
Muitas vezes você me vê quieto, sem saber que apenas estou conversando
Muitas vozes você me ve fraco, mas sem saber que minha fraqueza é apenas minha força sendo recarregada.
Um chamado ao silêncio, a contemplação e o estudo da essência cristã... Uma vida de recolhimento, na oração e meditação, ao mesmo tempo que se ver envolvido em camadas da sociedade com profissão, grupos de amigos e família na secularização. Sim! Existe um eremita latente na sua capela interior do coração, onde todo seu ser é a morada do Senhor. Não deixe adormecido esse chamado que tanto insiste despertar em ti! Sim! Você pode ser um eremita urbano, onde sua gruta(cela) é a sua casa, ou seu quarto, um canto da casa ou até mesmo seu coração. Busque aquele que te convida ao deserto, fique com a melhor parte oferecida por Cristo(sua presença), não somente por um momento, mas por toda vida na eternidade aqui agora.
No silêncio da noite, ouve-se um sussurro, São os espíritos amigos, a nos guiar. Através da mediunidade, trazem consolo, E a certeza de que nunca estamos sós.
Cléber Novais
Entrelaçados em Sutileza e Paixão.
Contornos que se desenham no silêncio da noite.
Movimentos sutis, dança de sombras e luz.
Pele contra pele, calor que fala sem palavras.
Desejos que se entrelaçam, ritmo pulsante de dois corações.
Borboletas no estômago, batidas que ecoam juntas.
Almas que se encontram, num voo cego de emoções.
Sensações fundidas, paixão que tece destino.
Toque que arrepia, caminho para o desconhecido.
Corações em sintonia, maré de pulsos intensos.
Um encontro de essências, num abraço infinito.
Êxtase que transcende, numa entrega sem limites.
Na teia da paixão, somos apenas um, entrelaçados e imortais.
As asas do meu sonho não conhecem fronteiras,
Rompem distâncias e o véu da realidade.
Em silêncio, minha alma te chama inteira,
Desvendando-se em versos de pura saudade.
Cléber Novais
Contigo, o resto do mundo fica sem em evidência,
E no silêncio rompante, é clarividente o seu esplendor
Como o néctar das rosas de que aprecias.
Por que sois sois sim, de rara ternura,
E de candura, és a mais perfeita entre às mortais.
No silêncio do crepúsculo, onde as palavras se encontram e se entrelaçam como fios de luz, ecoam memórias de um amor que transcende o tempo. Ela disse palavras que fluíram como rios límpidos da alma, carregando consigo a promessa de um encontro futuro, onde as feridas do passado encontrariam a cura.
"É muito bonito e profundo, Ítalo... Não quero brigar, nem revisitar o que foi ou o que poderia ter sido. Um dia, nossa conversa final encontrará sua resolução, digna de ser eternizada em seu devido lugar."
Seu tom era um sussurro de esperança, uma melodia de confiança depositada nos fios invisíveis que ainda os uniam. Reconhecia nele um guardião de seu mais puro ser, aquele pedaço de sua essência que resistiu ao tempo e às tormentas da vida. Era a parte de sua inocência e genuidade que permanecia, resguardada nos braços dele.
Ele, por sua vez, respondeu com a serenidade de quem sabe que o tempo é um tecelão paciente de destinos entrelaçados:
"Quando estivermos novamente em comunhão, seremos resgatados ao paraíso."
Suas palavras eram um juramento de retorno à pureza dos sentimentos, à tranquilidade de um paraíso perdido e encontrado novamente nos laços eternos do amor verdadeiro. Assim, entre promessas sussurradas ao vento e esperanças entrelaçadas no firmamento, seus corações aguardavam o reencontro, onde a luz do amor os guiaria de volta ao lar que sempre pertenceram.
A inspiração do saber permanecer em silêncio e a resposta que vem ao extremo absoluto que tenho em ver as coisas acontecer.
Seus malefícios nunca serão e nunca será capaz de deter o amado e único verdadeiro.
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