Silêncio
AQUIETA-TE ALMA VIVA!
(29.12.2018)
Muitas vezes, o silêncio é a resposta,
E nada mais lindo que vivencia-lo
Em mim mesmo a sua paz...
Um breve momento...
Nem sempre as palavras,
Vão ser certeiras na ocasião,
Então, a melodia pede gentilmente:
Aquieta-te alma viva!
E tudo acontece após a calmaria,
Que o coração venha suportar,
Pois não fácil dá a pausa necessária,
Aos pensamentos em movimento.
Amplio o conhecimento...
Busco a porta aberta...
Adentro o espaço respiratório e,
Vejo-me envolvido nos meus segredos.
silencio que se consome alma...
sempre culpa se o destino,
e ausência torna se um vestígio,
num sentimento ao longe,
busca se alma perdida...
Entre o silêncio e a palavra está a sabedoria e o discernimento para decidir o momento certo ou necessário de cada um deles.
O AMOR E A VIDA
Houve se um tempo que tudo não
passava de um enorme nada.
Um grande Silêncio na imensa
escuridão.
Como se tudo estivesse desligado e de fato
estava mesmo.
Ai então, num belo dia o amor resolveu que era chegado
a hora de sair por ali mesmo, Próximo de sua morada,
E ele não foi muito longe, e se deparou de frente
com a vida.
Naquele momento não deu pra negar, eles foram
feito um para o outro.
O amor sempre foi um cara firme e preciso na
suas decisões.
E já á vida sempre foi na dela, cultivando o gosto
gostoso de viver.
Só que naquele momento um novo universo começou a surgir,
e não demorou muito para os dois ficarem juntinhos.
Com o passar do tempo o universo foi se transformando cada
vez mais rápido.
E o amor e a vida não via a hora da alegria chegar com
toda a sua luz para aquela união.
E assim passou dias, e noites até chegar o grande momento tão esperado
que os dois aguardavam e já não aguentavam mais de tanta ansiedade.
Então no dia dezesseis de agosto de mil novecentos e oitenta e um (1981)
no domingo ás dezoito horas e vinte minutos (18:20) nasceu a alegria.
E a partir da-li tudo mudaria, pois o amor e a vida juntos andaria
na companhia da alegria.
E já se passaram trinta e três (33) anos, trezentos e noventa e seis (396) meses e mil
e quinhentos e sessenta (1560) semanas, doze mil e quarenta e cinco (12.045) dias
de existência da alegria aqui no planeta terra.
Desde então nunca mais a vida e o amor e a alegria
se separarão.
Sempre juntos em um só caminho em uma
O silêncio indesejado é um mal para a alma.
O coração fica pesado e a mente não conhece mais a calma.
Sozinho na multidão nada me alegra,
Sem você em minha vida seria melhor eu ser uma pedra.
Seu sorriso é um farol, um chamado para a paz,
Sem ele, ser infeliz é só o que sou capaz.
Não me importo em não te ter,
Só não quero te perder.
Falando com a vida: pergunto onde está o sossego ? E no silêncio do ventilador,sem ar, não há paz sem voz, no aspirador só encontro medo.Na paz sem voz, não há vida é medo ...
A Chuva
Amo-te, desde criança, no silêncio, a intensidade e o sussurro, traz beleza e renovação das alturas... Fecho os olhos, espero que caias sobre mim... Mas preferes cantarolar sobre as folhas, sobre os telhados e no vento fresco...
E hoje, apenas o silêncio!
O silêncio que respeita,
o silêncio que reverencia.
Voa! Voa lindo, voa alto...
Rumo ao infinito!
Cika Parolin
Deixe o amanhã dizer que te amo: enquanto o silêncio é apenas aroma de nós dois ,mastigo apenas as indiferenças.Engulo somente o que me é suficiente e não me doí na alma ...
...“Um minuto de silêncio para as crianças que não puderam estar aqui conosco porque foram vítimas do aborto ... por aqueles que podem fazer agora o silêncio em um minuto.” ... Ricardo Fischer.
Tao é eternamente silencioso, por isso realiza todas as coisas poderosas. É um silêncio dinâmico, como é o homem sábio, silenciosamente realizador.
Age pelo não-agir.
Vale do silício vira vale do silêncio eu continuo isento,Mas invento algo propenso que reflito ou dispenso,Aliás penso de mais me preocupo de mais creio de mais essa fita está a mais,Apenas rebobine ou traga fale mais .
Escute o silêncio,
porque ele fala;
em linguagem rara,
tanto responde.
No silêncio,
a verdade não se cala,
não se mascara,
não se esconde.
Escute o silêncio,
a palavra ausente,
o verbo, em si, fechado,
tão mudo.
Em silêncio,
a resposta se sente;
é ato revelado
em que se diz tudo.
