Si Mesmo
EU POR MIM MESMO
Eu queria ficar triste, juro!
Mas, não consigo parar de rir;
Por mergulhar na própria alma e refletir,
Descobrir quem realmente sou:
Me achei um cara legal!
Vem a vontade de saltar e rolar no chão,
de rir e chorar, de um mais pura emoção;
Dizer a Deus: Poder fazer outro de mim?
Pois, acho que valeu a pena, ser eu !
Se me der a chance de nascer de novo,
Eu não quero ser ninguém mais,
além de ser eu mesmo,
E quero ser do jeitinho que sou,
senão não darei certo!
Estou à mim mesmo.
Sirvo-me de mim mesmo, por quê? Ninguém mais me serve.
Às vezes: [MORRO]
De fome ancêio, clamo, grito!
Mas não como silêncio.
Não me sirvo de nada.
- Eis que te digo de mim mesmo, você é a última conversa da minha noite, e a primeira do meu dia logo quando ele começa.
Talvez eu seja mesmo o poeta intitulado
"de mim mesmo", sem retrato, dores e canções. escrevendo páginas em branco de sonhos, seguido pela estrela de maior inspiração... você, o amor...
Se a consciência que tenho de mim mesmo — a identidade do meu “eu”– fosse um efeito da continuidade corporal, ela seria inconstante e mutável como os sucessivos estados do meu corpo, e não haveria por trás destes uma consciência constante capaz de registrar, comparar e unificar num conceito geral estável as mudanças que o meu corpo sofre. Se fosse um produto da impregnação linguística, um simulacro de identidade introjetado pelo uso repetido do nome e do pronome, como faria eu para saber que o nome pelo qual me chamam e o pronome pelo qual me designo se referem a mim? Se, por fim, fosse um resultado da abstração que por trás dos estados apreende a unidade da substância, QUEM, pergunto eu, operaria o mecanismo abstrativo? Conclusão: a identidade do meu eu é independente e transcendente em face do meu corpo, da linguagem e das operações da minha inteligência abstrativa. É uma condição prévia sem a qual não pode haver identidade corporal, nem linguagem, nem pensamento. A identidade do “eu” é a própria unidade do real que se manifesta na existência de uma substância em particular que sou eu. Nenhuma explicação causal tem o poder de reduzi-la a qualquer fator, pois é ela que unifica todos os fatores. A existência do “eu” é o inexplicável por trás de tudo o que é explicável.
Estou nesse mundo pra vencer a mim mesmo, não quero competir com os outros. Quero ultrapassar as minhas próprias barreiras, não quero o espaço de ninguém, quero conquistar o meu.
Lutar por meus objetivos e sonhos. Enfrentar meus medos, aperfeiçoar meus defeitos, evoluir.
Que Deus me dê sabedoria para compreender os Seus sinais.
Não quero chegar a lugar nenhum. Quero chegar a mim mesmo. As melhores pessoas mesmas são as loucas.
Quase nada me comove; por qualquer coisa eu me abandono. É uma vontade de fugir de mim mesmo; do meu destino ser: senhor e dono. Um desejo de renascer noutro lugar; noutra realidade. Na verdade, eu desconfio que isso tudo tem a ver com a idade. Porque o tempo abre portas, liberta a alma das ilusões quando chega a maturidade. Agora já não há tanta coisa assim que me faça acreditar. É preciso viver; deixar de sonhar. O meu passado é tão pesado e sedutor, que só um oceano de amor, para afogá-lo dentro de mim e deixar o meu futuro velejar em paz.
É a ultima vez que tendo viver, se não der certo eu juro pra mim mesmo que entrarei para um mosteiro.
Nem mesmo se eu pudesse mudar o mundo
Eu mudaria
Porque se eu mudasse o mundo e não a mim mesmo de nada valeria.
Mude se mude as pessoas ao seu redor
Busque a ser cada vez melhor
De mim mesmo até posso fugir de vez em quando, mas os cães que ladram tentando interromper o meu caminho jamais me desviarão dos meus objetivos.
Entre Muros
Sobre esta selva de pedra
Que protege, cerca e separa
Trancado dentro de mim mesmo
Percebo o quanto tudo me pasma
Rendendo-me aos seus encantos!
-- josecerejeirafontes
Enquanto tão longe chego, a mim mesmo agradeço. Quando de me, longe do mundo me vejo. Agora na liberdade me encontro, muito além do que almejava. Livre e solto pela natureza, como eu ouvia, vindo de um chamado natural vindo dela. Para de encontro com ela, me reencontrar.
Mil rezões pra desistir, muita gente pra julgar, quantas vezes pra mim mesmo tive que me questionar.
Mas sinto que o digo diante do espelho não tem sentido, então eu minto pra mim mesmo como proteção, nenhum amigo entende que sou meu inimigo mais íntimo, desacredito, pois não se mente pro coração.
