Si Mesmo

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"Duvido de pessoas, duvido de fatos,
duvido até de mim mesmo.
Mas sou incapaz de duvidar quando meus olhos encontram o dela.
É nos olhos dela que eu tenho certeza

Eu decidi não gostar de você não por ego, mas por amor a mim mesmo.

Ninguém além de mim mesmo pode confiar em alguém como eu

Ser emo nunca foi uma fase ou um mero modismo pra mim. Mesmo antes de conhecer essa palavra, já era a personificação do seu significado. O emo, tanto o original, enquanto vertente do rock, como no aspecto do estilo, assim como modo de ser, sempre me agradaram e foram parte de mim. Conheci um pouco antes de se tornar um modismo, e nunca neguei ser e gostar.
Quando gosto de algo, não me importa se ninguém conhece, se ninguém gosta, se é uma "moda do momento" ou se é extremamente popular. Pra mim, a única coisa que sempre importou foi se eu gostei ou não. Se me identifico, se aquilo conversa com o meu mundo particular, se me agrada.
Lembro de uma amiga que dizia que quando eu estivesse um pouco mais velha, veria como não gostaria mais do emo e nem me afirmaria como tal. Bom, ela se enganou. Fui, sou e sempre serei emo. Keep emo alive! Mantenha o emo vivo! Viva a cena alternativa!
- Marcela Lobato

"Eu me tornei o Plot Twist da história que eu inventei de mim mesmo."

Voltei a escrever sobre o quê? Sobre quem? Sobre mim mesmo?

— Não é justo com você — disse Magnus. — Eu sempre disse a mim mesmo que ia me abrir a novas experiências, então quando comecei a... a endurecer... fiquei surpreso. Achei que tivesse feito tudo certo, que não tivesse fechado o coração. E aí pensei no que você falou, e percebi que estava começando a morrer por dentro. Se jamais conta a ninguém a verdade sobre si, em algum momento começa a esquecê-la. O amor, a dor, a alegria, o desespero, as coisas boas que fiz, as vergonhosas... se eu guardasse todas para mim, minhas lembranças começariam a desaparecer. E eu desapareceria.

Aprendi a calar o choro, não por vaidade, mas por amor a mim mesmo.

Entre o que faço e o que sou

Hoje eu machuquei a mim mesmo
pra sentir na pele,
pra ver se ainda existo.

Como um masoquista,
buscando um sinal de existência
além do que entrego.

Porque ajudar virou língua materna,
e eu já não sei falar comigo
sem traduzir tudo em cuidado.

Eu me pergunto:
quem sou eu
quando ninguém precisa de mim?

Quando o silêncio não pede escuta,
quando não há dor pra organizar,
quando não há ninguém
na beira do abismo?

Sou eu…
ou sou só a ponte?

Carrego nomes, histórias,
fragmentos de gente
que deixaram pedaços em mim
como quem passa e não volta.

E no fim,
quem junta os meus?

Disseram que o caminho
é seguir em frente,
mas ninguém explicou
como voltar pra dentro.

Qual estrada leva a mim
sem passar por outro primeiro?

E se eu chegar lá,
nesse tal de “eu”,
vai ter alguém esperando?
Ou só o eco
de tudo que fui pros outros?

Tenho medo de ser abrigo
e nunca casa.

Tenho medo de ser caminho
e nunca destino.

Mas hoje…
no meio desse ruído quebrado,
percebi algo pequeno
quase imperceptível:

eu ainda sinto.

E talvez isso
não seja só dor.

Talvez seja um resto de mim
que não foi embora,
uma sombra
carregando um fio de luz.

E se ainda há resto,
há começo.

Mesmo que lento.
Mesmo que torto.
Mesmo que só.

Ou talvez…
não seja solidão.

Talvez eu tenha me escolhido
pela primeira vez
e chamado isso de vazio,

quando, no fundo,
era só um silêncio seletivo
pra ver os outros crescerem

enquanto eu
ainda aprendia
a nascer de novo,
como quem encontra
um desconhecido no espelho.

Aprendendo a existir
sem precisar caber
em alguém.

E hoje,
quando me machuquei
e percebi que ainda sentia,

não foi só dor.

Foi como lembrar
que existe luz
mesmo no lugar
onde eu me perdi.

E pela primeira vez,
eu não corri.

Fiquei.

E talvez…
seja isso começar:

não me abandonar
quando só resta
eu

“Tem dias em que eu me perco de mim mesmo, não por fraqueza, mas porque algumas lembranças me puxam de volta para lugares onde eu ainda não aprendi a me despedir.”
— Anderson Del Duque

"A pressão feita pelo outros é uma corda fácil de cortar; mas a pressão feita por mim mesmo é uma corrente difícil de me liberar."

Lembro-me de mim mesmo quando criança, brincando à noite, pulando degraus. Caí e chorei muito naquela noite, com feridas que sararam logo. Não sei se o degrau era muito grande ou eu muito pequeno, mas tinha um braço ao qual correr e uma pessoa a quem me socorrer.

Me espanta como cresci, e me espanta mais ainda como os degraus crescem. Hoje já tenho em mente que sou pequeno mesmo sendo grande, e vejo degraus em forma de arranha-céus. Porém, os choros dessas noites já não são mais, talvez, pelos arranha-céus, e sim pelo colo não mais presente, pela ausência sentida e pela dor que aumenta.

Não insisto! Pois conheço a mim mesmo, meus limites e até onde consigo chegar. Agradeço a todas as oportunidades que a vida me proporciona.

Se pudesse fugir, eu fugiria de mim mesmo.

Não se esqueça de mim, mesmo quando o tempo tentar apagar o que o coração ainda lembra.

Lembre de mim, mesmo que seja nas memórias — talvez seja o único lugar onde ainda existo.

Lembre de mim, mesmo que doa — porque esquecer seria me matar de novo.

⁠Quem sou eu?

Eu sou meio indefinido
até pra mim mesmo,
Não que eu não me conheça bem,
Conheço cada "Eu" que fui ,
que sou ,e possa vir a ser um dia.

O problema é justamente eu ser tantos,
e ao mesmo tempo ser tão singular .
Não é que eu seja duas caras ,
nem bipolar
Tô mais pra camaleão,
Me adapto e me transformo
conforme a situação .
Depende de onde ,quando
ou com quem estou
para definir quem eu sou .

Passei por muita coisa ruim
Mas não tenho do que me queixar
Creio eu que as dificuldades
tem potencial de se transformar
em combustível para nos levar
ou freio para nós parar ,
quem decide somos nós mesmos.

Eu juntei tudo de ruim
que me aconteceu
reciclei, e transformei
em algo novo ,lindo e útil
A vida me exigiu muita força
des de sempre
hoje em dia já tô tão calejado
que nada mais Me ofende

Ao invés de querer fardo leve
sempre quis ombros fortes
pra aguentar qualquer carga
hoje tô aproveitando
"isso" que alguns chamam de vida
Mas que pra mim é só uma parada
Vida pra mim ,é o que vem depois do fim

Saio por aí a esmo
Esquecendo de mim mesmo
Pra pensar só em você
Morena meu bem querer
O meu porto seguro
Meu presente meu futuro
Encanto de morena
Faz minha alma serena
Pois tu é o meu regalo
Que as vezes até me calo
Pra pensar o que falar
Te quero não posso negar
Morena de mil encantos
Magia dos meus cantos
Estou louco pra te encontrar.

Nunca pedi à Deus a vida que eu tenho, e sim para mim mesmo.