Seus Olhos Verde Mar
”NUMA MANHÃ DE BRUMA, - NA FORQUILHA DUM ABACATEIRO VERDE..., RONRONAVA UM GATINHO GRIS. “. AJCMusskoff.
O Lado Verde da Vida.
Na medida em que andava pela rua, empurrado pelo vento, Leonardo tinha apenas imagens vultuosas da realidade. Pensamentos iam e vinham aleatoriamente, trazidos por uma mente incompreensível e apartada de qualquer esforço refletivo.
Subitamente, Léo tropeça em uma raiz externa de uma árvore, que passa então a ser alvo de seus pensamentos. Analisando-a, começa a se indagar do humor dela. Cores vivas, folhas verdes balançadas pelo vento, descaídas em um ritmo sereno de se ver, tudo em perfeita harmonia. Mas como pode um ser vivo ser tão autossuficiente assim? A não ser que algum mal elemento a pragueje ou a derrube, é impressionantemente curioso e invejável imaginar a solidão benéfica da árvore.
Não precisa matar para se manter viva. Não precisa de companhia para irradiar boas energias. Não precisa sair do seu lugar para renovar suas forças. Apenas precisa ser ela, ali, presa ao solo entre o qual se alongou durante os anos, firmando as raízes que a mantém ereta, viva, altiva. Não há qualquer ingratidão de sua parte, pois que jamais abandona a terra que lhe ergueu, salvo a remoção compulsória contra a qual não pode combater. Porque se pudesse, não tenha dúvidas, a árvore morreria, porém nunca abandonaria o solo natural ou supervenientemente infértil que um dia lhe contemplou com a vida e lhe fez companhia acima de qualquer problema ou diferença. Sofreria, morreria, mas jamais o deixaria.
De sobra, ainda ajuda outros seres vivos a sobreviver, oferecendo abrigo e refeição, assim mesmo, sem qualquer pretensão ou troco, apenas por ter uma bondade inerente a si mesma, que talvez nem ela se dê conta.
Inobstante, eventualmente seus conterrâneos interferem em sua vida. Daí para diante, a árvore torna-se apenas vítima dessas forças, que terminam por pôr termo à sua vivência sadia e benevolente, em razão de fins injustificadamente perseguidos. Mas quanto a isso, não precisa a árvore se preocupar, pois nada de errado fez, senão se manter inerte e continuar a ajudar a todos mesmo no momento mais difícil de sua trajetória.
Costas encostadas no tronco e por ele aquecidas, foi assim que Leonardo se viu consolado pela árvore. Ao levantar, agradeceu e concluiu que regeria seus passos tentando neles avivar a muda da planta que consigo nasceu sem ao menos saber. E dessa forma percebeu que cabe a cada um se dar conta da sua muda e a regar todos os dias. Ao final, partiremos deste lugar, mas deixaremos nossas árvores. E nesse mundo não se tem relato de uma partida digna sequer que não tenha deixado um pedaço do seu verdor.
"...A grama do vizinho vai sempre parecer mais verde realmente. Mas só saberemos se é realmente quando resolvemos pular a cerca e da uma conferida. Na real, não existe ninguém perfeitamente feliz, ou perfeitamente qualquer que seja o status. Todos temos algumas dificuldades ou problemas, mas cabe a nós criar nossa historia, nossos status, nossa posição, cabe a nós sairmos como vitoriosos de todas e quaisquer situações, isso cria animo para nós mesmos, e atrai admiração."
#PensamentosDesventurados
54. Tomar uma decisão precipitada, é escolher fruto ainda verde, sem sabor, pode ser azedo ou amargo. Jamais fará bem à sua saúde.
Reflexões Chá da Vida
Curiosidade de casal:
"A minha grama é mais verde?
A grama do vizinho é mais verde?
A grama do seu vizinho é mais verde,
Até que você descobre que é artificial.
Então não queira conhecer o gramado do vizinho."
Em um verde misturado com o azul do céu, vi a beleza que em tudo vejo, Olhei para os meus pensamentos e lá estava ele dizendo que iria ficar, dizendo que iria esperar....
Qual cor
tem este amor
vermelha ou verde
das lágrimas que escondes
em sorrisos emprestados
aos teus lábios
catalisando angústias,
anseios, desejos
ardentes que se apagam
a primeira brisa
vestígios de pobreza
páginas vazias
quais transbordam
ousadia de gente
imedonha ,devotamente
se entrega ao desconhecido
ilusões ceifam
dignidades, em prazeres
que se ceifam
Nem sorrisos que emprestas aos lábios,
me prende a ti,
apenas minha convicção,
de que um dia eu dê verdadeiro sorriso
VERBOS
Os sentidos verbos escondiam-se entre a erva
Espessa, alta, fresca e verde, do nosso jardim
As pétalas das rosas brancas escondiam-se entre
As letras das palavras da velha escondida casa
Os pontos escondiam-se entre as vírgulas dadas
Pelas gotas da chuva que já caiam intensamente
Os porquês, escondiam-se entre perguntas feitas
Pelas crianças de tão inocentes que ainda eram.
Dá-me o céu verde das tuas rosas com borboletas
Nesse último dia em que levo o fôlego do teu amor.
»♥«
Sonhei assentado sobre o banco do Jardim da Vida e,
Olhava no horizonte apreciando o verde das árvores,
O Ar ainda era puro e a água era límpida e cristalina,
O céu ainda era azul e os raios do sol fortalecia a pele;
As frutas eram em abundância bem como as verduras,
A água filtrada pelo natural minava por todos os lados,
Os peixes nadavam tranquilos na sua rota até a piracema,
Vejo homens e animais juntos respeitando suas naturezas;
As flores de todas as formas encantavam o Jardim da Vida,
Borboletas e abelhas dançam sincronizadas em seu redor
Atraídos pela cor e o perfume que embelezam a natureza.
Sentia os dias mais longos do que as noites, eis ai o Verão!
O invejável outono provocava a troca de folhas das arvores;
É chegado o inverno e a temperatura cai no Jardim da Vida,
Esquentando e aflorando o, amor, mais belo dos sentimentos.
Ó Deus, rogo para que transforme meu sonho em realidade!
Nordeste.
Nordeste do meu coração
lugar mais que especial
tem o verde da plantação
e as águas banhadas de sal
tem o ar puro do sertão
e as belezas do litoral.
Chegou!
A época mais verde, mais colorida, mais cheia de vida. A época dos ursos acordarem da hibernação, das formigas saírem dos formigueiros para abastecer seu estoque, das cigarras voltarem a cantar. Chegou a época de florescer e, não digo isso apenas para as plantas, pois depois de um inverno cheio de acontecimentos e ensinamentos, nós também devemos florescer nossa vida, nosso eu.
Água e verde!
É bonito ver nosso chão
com as árvores frondosas
como é linda a plantação
sem as secas maliciosas
e com água no sertão
a vida ganha um milhão
de coisas maravilhosas.
O poeta vive em outra dimensão, um mundo paralelo, onde o verde é mais verde e o azul é mais azul...as emoções são muito mais intensas...e o prazer de viver é mais singular!
Pés meus
ora na grama
verde pisavam
gélidos, frigidos
tornaram-se
Teus lábios quentes
vermelhos, doces
aqueciam minh'alma
aqueciam minha boca
boca hoje sem cor
sem vida, sem dor
Luz branca, branca luz
fizeste de mim pó
cinzas de mim mesmo
as águas de meu rio
correram
direção alguma tomaram
foram-se apenas
Pôr do sol que não assisti
mar que não me banhei
cama não me deitei
passou-se por mim
algo, vida minha seria
caso me pertencera
lagrimas não ( mais ) hão de cair
dor que ficara
não levei
fui-me, apenas
sem pena, apenas fui.
_Despedida
Romance Sonâmbulo
(A Gloria Giner e a Fernando de los Rios)
Verde que te quero verde.
Verde vento. Verdes ramas.
O barco vai sobre o mar
e o cavalo na montanha.
Com a sombra pela cintura
ela sonha na varanda,
verde carne, tranças verdes,
com olhos de fria prata.
Verde que te quero verde.
Por sob a lua gitana,
as coisas estão mirando-a
e ela não pode mirá-las.
Verde que te quero verde.
Grandes estrelas de escarcha
nascem com o peixe de sombra
que rasga o caminho da alva.
A figueira raspa o vento
a lixá-lo com as ramas,
e o monte, gato selvagem,
eriça as piteiras ásperas.
Mas quem virá? E por onde?...
Ela fica na varanda,
verde carne, tranças verdes,
ela sonha na água amarga.
— Compadre, dou meu cavalo
em troca de sua casa,
o arreio por seu espelho,
a faca por sua manta.
Compadre, venho sangrando
desde as passagens de Cabra.
— Se pudesse, meu mocinho,
esse negócio eu fechava.
No entanto eu já não sou eu,
nem a casa é minha casa.
— Compadre, quero morrer
com decência, em minha cama.
De ferro, se for possível,
e com lençóis de cambraia.
Não vês que enorme ferida
vai de meu peito à garganta?
— Trezentas rosas morenas
traz tua camisa branca.
Ressuma teu sangue e cheira
em redor de tua faixa.
No entanto eu já não sou eu,
nem a casa é minha casa.
— Que eu possa subir ao menos
até às altas varandas.
Que eu possa subir! que o possa
até às verdes varandas.
As balaustradas da lua
por onde retumba a água.
Já sobem os dois compadres
até às altas varandas.
Deixando um rastro de sangue.
Deixando um rastro de lágrimas.
Tremiam pelos telhados
pequenos faróis de lata.
Mil pandeiros de cristal
feriam a madrugada.
Verde que te quero verde,
verde vento, verdes ramas.
Os dois compadres subiram.
O vasto vento deixava
na boca um gosto esquisito
de menta, fel e alfavaca.
— Que é dela, compadre, dize-me
que é de tua filha amarga?
— Quantas vezes te esperou!
Quantas vezes te esperara,
rosto fresco, negras tranças,
aqui na verde varanda!
Sobre a face da cisterna
balançava-se a gitana.
Verde carne, tranças verdes,
com olhos de fria prata.
Ponta gelada de lua
sustenta-a por cima da água.
A noite se fez tão íntima
como uma pequena praça.
Lá fora, à porta, golpeando,
guardas-civis na cachaça.
Verde que te quero verde.
Verde vento. Verdes ramas.
O barco vai sobre o mar.
E o cavalo na montanha.
“O verde da floresta fica ainda mais vívido com a chuva de apenas uma noite. Assim é a natureza, cíclica! Tudo se refaz, tudo se transforma.”
O gélido ar do meu canteiro
Enaltece o verde da vegetação
E rejuvenesce a terra em grande dimensão!
O meu canteiro!
O meu celeiro!
São pétalas verdes e cor-de-rosa
Nas almas de um jardineiro!
São vidreiras e merceeiras
Cultivadas no solo!
Semeadas em meu pensamento
E as mais férteis
Em meu Discernimento!
O Amarelo da esperança de cultivar,
Tornou-se um verde da cor da mãe natureza,
As habilidades que uma enxada é capaz de fazer
Erguendo espigas de milho
Num grande pomarzinho de vegetais
"De alface; cenouras; couves;... e tomares", Ancoradas e acorentadas Um em seu cantinho!
A primavera vindo e a chuva
Chegando de mansinho,
Os pequenos raminhos desbravando o solo
Continuamente erguendo-se
Com muito amor e carinho!
O meu grande
O meu pequeno pomar
Não é simplesmente terra e Algas no mar!
É uma nação, é um lar
Onde todos convivem
Em harmonia
Num lugar onde todos se conhecem
E pouco acontece
Mas a paz sempre prevalece!
No meu canteiro!
No meu celeiro!
Onde provem o ditado
" A alegria vem da barriga"
Pois é através da minha espiga
Que muitos se alimentam
E tantos se contentam!
O sol nunca me traí mesmo na epoca de chuva
A chuva nunca se Intimida mesmo no verão!
Ambos trabalham arduamente
Manifestando-se na terra reciprocamente
Acalentando a mãe natureza
De maneira descente
Pois o sol é aquecimento
A chuva o arrefecimento
Que fez do homem a agricultura
O seu maior descobrimento!
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