Seu Corpo
O ESCURO
Na poesia há tristeza ela amarga ela fere.
Uma febre vertiginosa o consome.
Teu corpo sai.
Das entranhas das palavras uma poesia feita de dor.
Imóvel, estática como o labirinto dos incompreendidos.
Sem dizer o seu nome.
Sem fugir dos seus pensamentos o abismo o aguarda desumanizando a solidão.
O escuro o trai como uma pedra no deserto melancólico de seus versos.
GUARDA-ME EM TI!!!
Guarda-me em ti.
Leva-me tatuada em teu corpo.
Grava-me como lembrança eterna como marca de amor em teu coração.
Pensa em mim nas noites frias. Como as que vivemos juntos, aquelas que eu aquecia seu corpo com o meu.
E adormecíamos ao som do compasso dos nossos corações, desejando que se fizessem eterno os nossos momentos de amor.
Guardarei você em mim.
Levo-te tatuado em meu corpo.
Gravei você em mim as lembranças do nosso amor eternizei em meu coração.
Penso em ti. nas noites frias, E me lembro de como eram as que vivemos juntos.e como meu corpo se aquecia no calor do seu.
E adormecíamos ao som das batidas dos nossos corações. E incontáveis foram nossos momentos de amor.
E assim saberemos. Que estaremos para sempre gravados, um no outro.
Tatuados. um na alma do outro, E assim poderemos dizer que nosso amor é eterno.
Pois ainda que não percorramos o mesmo caminho, ou compartilhemos os mesmos sonhos.
Guardados um no outro, Para sempre estaremos!!!
(Autoria) Daniela Kênia - 05/06/2018
Cor pomar, corpo mar…
(Nilo Ribeiro)
Em teu corpo mar,
meu veleiro te navega,
em tua cor pomar,
tua fruta me entrega…
E dos teus olhos nascem canções ! Da tua boca, sinfonia ! Do teu corpo, gemidos, suspiros...será assim: eternamente alimento pra alma, emoções ! E no fim de tudo, restará meu olhar sozinho, minha boca...solidão ! E quando o tempo te cobrar? E quando a noite não passar de torturas ? E quando os sonhos jogar na cara tua fraqueza, gritar em teus ouvidos o abandono ? E quando não houver mas nada ? Que diremos de nós ?
22/06/2017
Tenho saudade de ti...
Saudade do teu corpo
Saudade daquele sorriso
As vezes fico imaginando o teu corpo nu
E as minhas mão viajando pelo teu corpo
És mais que deusa
És mais qui sublime
Eu, nunca esqueceria pós guardo como lembrança o teu sorriso
A sensação do teu corpo junto ao meu..
A sensação de viajar em cada abraço apertado e em cada olhar trocado
Tudo era tão lindo
Amar-te é descrever-te.
Nos sonhos enlouquecidos.
Teu corpo é como uma canoa.
Em que me entrego à deriva.
O nossos corpos.
São casulos de infinitas sedas.
Sentir a tua pele.
Ser a saudade do teu doce gemido.
Roubar os teus beijos.
Gritos sem dor.
Ser o teu céu.
Sentir o bater do coração.
Ver nos teus olhos a paixão.
Soltas em mim o vulcão.
Tenho sede.
Dos rios do teu desejo.
Mergulho no teu corpo.
Delira como o mel da paixão.
Dois corpos que fundem.
Que se consomem sem fim.
A melodia que se fez poesia.
Amar-te é descrever-te.
É iluminar-te nas noites frias!
Cerejas, meu amor
Cerejas, meu amor,
mas no teu corpo.
Que elas te percorram
por redondas.
E rolem para onde
possa eu buscá-las
lá onde a vida começa
e onde acaba
e onde todas as fomes
se concentram
no vermelho da carne
das cerejas...
Eu queria poder tocar cada parte do teu corpo. Até as mais íntimas. Qualquer uma. Desde a cabeça aos pés. Teus fios de cabelo e tua barba. Tua orelha. Teus dedos. Tua boca. Queria te beijar inteiro. Até teus olhos. Mas eu fico só no querer. Ainda não posso poder.
A simetria do teu corpo
Ponto a ponto me talha
Docilizando meu orto
Anulando qualquer falha
Enide Santos
A alquimia do teu corpo
Transmuta minha escureza
Sendo para mim conforto
Alavancando minha beleza
Enide Santos
Tua voz...
(Nilo Ribeiro)
Não preciso do teu corpo,
basta-me tua voz eu escutar,
ela é meu conforto,
ela é o meu descansar
tudo tenho que te agradecer,
é uma pessoa sensível,
amei te conhecer,
tua partida é compreensível
jamais será esquecida,
isto é minha obrigação,
pois você foi vida,
você foi chão
hoje fico com a saudade,
mas também com tua voz,
que Deus tenha de mim piedade,
que Ele sempre olhe por nós...
A minha alma repousa
Nos ramos despidos
Sem pudor no teu corpo
Na árvore plantada
Deste nosso Outono.
