Separação
Dúvidas relativistas, mas as escolhas são de uma crença separatista. Informações desnecessárias, e mais uma árvore foi derrubada. Análises de todo um contexto, mas a hereditariedade não tem apresso. Críticas que se sobressaem sobre uma vida, onde a coletividade não foi descrita. Mas esperamos os(as) escriturários(as), na esperança de uma assistência socialista. Porém confundem alfaiataria com moralidade expressiva, e assim perdemos uma história de vida.
"Separaram à palavra "psicopatia" e fui no dicionário. Lembrei dos ditados, mas achei à definição de "patia" e outras palavras se formaram. Continue com à leitura e percebi o "psiquismo", pensando: O que seria ser normal?"
Romanos 8:35
Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?
“A tribulação pode testar a fé, mas jamais romperá a aliança do amor de Cristo.”
🚨Polarizaram um povo extraordinário para os roubar.🚨
Em 2011, separaram o Sudão em dois países: um ficou sendo Sudão e o outro ficou sendo Sudão do Sul.
Conseguiram com êxito devido a falta da unidade do idioma, no Sudão se fala aproximadamente 81 línguas e no Sudão aproximadamente 68 línguas.
Os sudaneses foram alvos fáceis e continuam sendo porque têm uma forte dificuldade de comunicação em virtude da diversidade linguística.
Muitas línguas talvez nem serão dicionarizadas por causa desta guerra horrenda. Falam em genocídio cristão, mas na minha opinião o genocídio ali é direcionado em várias frentes e contra todos.
Pelos filhos separados de seus pais — pelas Agendas, pela Morte ou pela Rejeição — rezemos ao Senhor!
A psicóloga está acabando comigo:
mandou-me separar um caderno só para anotar as incidências de estresse…
Só estou fazendo para comprar caderno!
Parece brincadeira — e é também!
Mas, olhando mais de perto, percebe-se algo muito maior escondido nesse riso: quantas vezes tratamos o cuidado emocional como se fosse só mais um caderno novo na gaveta?
É a recusa disfarçada, o medo sutil de se conhecer,
de se colocar diante do espelho,
de admitir que dentro de nós também existem gavetas bagunçadas
que carecem de arrumação.
Escrever, no fundo, é isso:
um ato simples que revela abismos
e, ao mesmo tempo, constrói pontes sobre eles.
Pela palavra, evitamos novas feridas
e aliviamos as que insistem em se abrir.
Há textos que caminham sozinhos.
Nascem prontos, enxutos, inteiros.
Mas há outros que precisam calçar as sandálias da empatia
para não machucar ou confundir quem ainda anda descalço dentro da própria alma.
E, é nesse vai-e-vem entre provocar e acolher
que percebemos algo curioso:
quando aprendemos a brincar com as palavras e com as imagens,
elas se juntam para brincar conosco.
A escrita deixa de ser esforço
e passa a ser companhia.
A arte deixa de ser fuga
e vira travessia.
É aí que o caderno muda de função.
De simples objeto, ele se transforma em lugar:
um lugar onde a dor descansa,
onde a graça do cotidiano floresce,
onde a alma encontra espaço para respirar.
E se eu tenho um desejo para quem se senta para folhear conosco esse “nosso caderno”,
é que saia daqui um pouco melhor do que entrou.
Porque a palavra bem cuidada faz isso —
acolhe, reorganiza, ilumina.
E quando compartilhada com sinceridade,
cura quem escreve e quem lê.
No fim, terapia ou não,
a escrita é um jeito silencioso de cuidar do mundo.
E, quem sabe, de nós mesmos também.
Felizes os que aprendem a separar o pecado do pecador, pois estes jamais odiarão o que mais importa para Deus: o Ser Humano.
Há uma diferença bastante sutil — e profundamente transformadora — entre condenar um ato e rejeitar uma pessoa.
Quando essa linha tênue se apaga, o julgamento deixa de ser sobre falhas e escolhas e passa a ser sobre existências.
E, nesse ponto, já não há justiça, há apenas soberba disfarçada de virtude.
Separar o pecado do pecador não é relativizar o erro, nem suavizar suas consequências.
É reconhecer que ninguém se resume ao pior gesto que já cometeu, aos próprios olhos ou aos alheios.
É entender que, por trás de toda falha, existe uma história, uma fragilidade, uma humanidade que nos espelha muito mais do que gostaríamos de admitir.
O ódio é sempre uma simplificação…
Ele reduz o outro a um rótulo confortável, que nos poupa do esforço de compreender.
Amar — ou ao menos não odiar — exige muito mais: exige coragem para enxergar complexidade onde preferiríamos ver certezas, exige humildade para lembrar que também erramos, ainda que em medidas diferentes ou menos visíveis.
Talvez o verdadeiro desafio não seja apontar o erro, mas fazê-lo sem desumanizar quem erra.
Porque, no momento em que passamos a odiar o outro, deixamos de perceber que o que nos conecta a ele é maior do que aquilo que nos separa.
No fim, separar o pecado do pecador é menos sobre o outro e mais sobre quem escolhemos ser diante dele.
É decidir se seremos juízes implacáveis ou consciências lúcidas.
É optar entre retroalimentar o ciclo do desprezo ou interrompê-lo com lucidez e compaixão.
E essa escolha, silenciosa e diária, diz muito mais sobre nós do que sobre qualquer erro alheio.
“Mas isso foi a muito tempo atrás. Crescemos, partimos para lugares diferentes, nos separamos. Nada disso é muito estranho, eu creio. Nossas vidas nos levam por rumos que não podemos controlar e quase nada permanece conosco. Essas coisas morrem quando nós morremos, e a morte é algo que acontece com todos nós, todos os dias”
Pois é
É aqui
Que nossos destinos se separam
Não preciso estar com você e mesmo assim me sentir sozinha
Meu coração precisa descansar
Repor as energias
Ele já esta cansado de bater
Tem que pulsar
Suavemente
Vivenciar filosofias e teorias no dia a dia distingue legiões. Podemos separar os teóricos dos práticos, os que falam, daqueles que agem. Talvez os felizes, dos infelizes.
Eu só uma pessoa que sei separar a ilusão da realidade , pq se eu vivesse a ilusão eu teria coragem de fazer coisas que minha mente cria mas ñ as concretizo na realidade pq eu sei o que vai vir dps (as respostas) , sou uma pessoa que vivo totalmente na realidade e ñ na imaginação do cérebro.
Até ontem
Até ontem seguíamos separados,
vagando pelo mar das ilusões,
afogando-nos nas tantas recordações,
com os corações visivelmente ilhados.
Eu a lembrar dos erros cometidos
durante o meu passado efervescente;
você a pensar insistentemente
dos corações, por você destruídos.
E agora nos reencontramos
e pra tentarmos evitar mais dor,
vamos fingir que não nos conhecemos.
Mas nossos olhos por exprimir ardor,
logo vão nos dizer que ainda
temos aquele velho e louco amor.
Corpos separados, as almas unidas.
Você está aqui e eu posso ter certeza, nunca ninguém está sozinho.
Eu sei que eu estou contigo e você está comigo.
Tempo, pra se aqueitar, observar, aprender; tempo pra ser o ser, escolhido, separado, preparado, pra compartilhar a graça que de graça recebestes.
Não me dói estarmos separados. Não me dói saber que não sentes o mesmo. Me dói pensar que em alguns momentos, tenho ambições egoístas, porque elas vão contra tamanha generosidade do meu sentimento de te ver feliz sendo quem és, como és, com quem queres, ainda que não seja eu.
