Sentimentos de Perda

Cerca de 24938 frases e pensamentos: Sentimentos de Perda

Bastou uma perda física ou moral e entramos aqui e experimentamos em nosso espírito o efeito dessa mutilação.

Inserida por AlessandroLoBianco

Nosso alarde é uma perda entre tantas; sufocado pelas mãos opostas e aplaudido pela esperança.

Inserida por AlessandroLoBianco

É sucesso ou não?

Sabedoria em dobro
constrói invenção,
sem perda ou estorno
tem seu retorno
sucesso ou não?

As rugas do rosto,
os calos das mãos,
experiência e ouro,
inteligência e tesouro
é sucesso ou não?

Inserida por rinaldo

⁠A perda de um amor não pode significar o fim mas o recomeço, a renovação da vida em te colocar de novo na busca, secar as lágrimas, iluminar o caminho e resgatar o teu lindo sorriso.

Inserida por giuliocesare

⁠Aquilo que você sente confinado no peito em reclusão, sem a menor perspectiva de liberdade ou perdão e aí, vem a vida, muda tudo então, acena através do whatsapp com a possibilidade de retornar ao convívio, com amor e esperança ao nosso mundão.

Inserida por giuliocesare

⁠Se no insucesso, perda ou derrota você não buscar ensinamentos, então jamais te encontrará no espelho.

Inserida por giuliocesare

⁠Frases são escritas curtas, sucintas, para rápido consumo e sem perda de tempo, mas, se for captada a essência mensagem do autor e tocarem o leitor, valerão por um livro.

Inserida por giuliocesare

UMA GRANDE PERDA PARA O BRASIL

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Brasil perde Zé Silva de Souza. O pedreiro morreu na manhã desta segunda-feira, vítima de um infarto do miocárdio. Em estado de choque, neste momento a família recebe as condolências de vizinhos e amigos, todos muito emocionados.
Natural do Cariri, no Ceará, Zé Silva chegou ao Rio de Janeiro no fim dos anos setenta, para tentar a sorte no seu ofício. Morava no Morro Dona Marta, e além do próprio barraco, trabalhou na construção dos cafofos de João Guerra, Tonho Bocão, Maria do Josenaldo, e também ajudou a erguer várias construções consideradas importantes. Carreira digna de um homem simples e trabalhador.
Em pronunciamento à turma do Boteco da Graça, Mané Zoião declarou que que Zé Silva era um grande sujeito, pai carinhoso, e provavelmente um marido arretado, pois a patroa, Chica das Dô, sempre foi doida por ele.
Com diploma do antigo primário, Zé Silva lia razoavelmente bem; fazia contas com ligeireza; não tinha preguiça. Nunca usou drogas nem se meteu com traficantes, milicianos ou políticos.
Além da patroa, filhos, amigos e admiradores, o pedreiro deixou alguns "cachos", porque não era ferro, e a carne é fraca. Ele foi sepultado em um cemitério da baixada fluminense, região da qual não gostava, pois era torcedor do Flamengo.

Inserida por demetriosena

⁠"TIÃO" E BECHARA

Demétrio Sena Magé

Perda Salgada,
a do "Tião":
dói nos olhos
de olhar o mundo,
sob as lentes
da inspiração...
A do Bechara,
expõe a vida
e suas "tretas"...
Uma perda
Ípsis Lítteres;
ao pé das letras...
... ... ...

Respeite autorias. É lei

Inserida por demetriosena

PASSAR E VIVER:
A perda da presença na contemporaneidade.

Vivemos uma época de velocidade e multiplicidade de estímulos; é cada vez mais difícil distinguir entre simplesmente “passar pela vida” e verdadeiramente “viver”. A diferença não é meramente semântica: trata-se de modalidades profundas de existência que modelam sentido, memória e identidade.

Passar pela vida equivale a ser arrastado pelos acontecimentos: rotinas, reações automáticas, acumulação de experiências sem reflexão. A sensação de que “o tempo passou e eu não” nasce daí não por falta de eventos, mas por ausência de integração. Viver, ao contrário, pressupõe presença reflexiva: observar o que ocorre, extrair significado, transformar percepção em mudança interna. Filósofos existencialistas já chamaram atenção para a urgência dessa presença; a modernidade acrescenta a distração em massa, que pulveriza a atenção e empobrece a memória afetiva.

Essa distinção mobiliza três eixos: atenção (capacidade de permanecer no instante), narrativa (a construção de uma história que dá sentido às experiências) e ética do aprendizado (usar o contato com o mundo para reformular escolhas). Quando a atenção falha, a narrativa racha: memórias perdem detalhes, afetos empobrecem e o sujeito se torna mero espectador de sua própria vida. A consequência mais grave não é apenas tristeza, mas uma erosão progressiva do caráter: escolhas repetidas sem compreensão não educam o interior.

Exemplos concretos
Considere o trabalhador que passa horas em tarefas mecânicas sem refletir sobre finalidade; ou a relação amorosa em que os parceiros acumulam convivência sem escuta deliberada. Ambos acumulam “tempo vivido” sem que o tempo se torne aprendizado. Em contrapartida, pessoas que praticam a reflexão regular mesmo breves momentos diários de atenção plena e análise convertem acontecimentos em pontos de virada pessoal.

A vida plena exige investimento: presença, reflexão e a disciplina de transformar experiência em sabedoria. Não se trata de romantizar cada instante, mas de recuperar a capacidade de aprender com aquilo que nos atravessa. Só assim deixamos de ser presenças fugazes e nos tornamos agentes do próprio destino.

II — Aprender com a vida: um mapa psicológico para o autoconhecimento

Introdução
Aprender com a vida é, antes de tudo, uma operação psicológica. Implica reconhecer padrões, aceitar falhas e transformar sofrimento em possibilidade de crescimento. A psicologia contemporânea oferece ferramentas para que a passagem dos anos se traduza em amadurecimento e resiliência.

Desenvolvimento
O processo de aprendizagem vital envolve três momentos: reconhecimento, processamento e integração. O reconhecimento é aceitar que uma experiência teve impacto (alegria, perda, frustração). O processamento exige que se nomeie a emoção, se analise o contexto e se busque compreensão evitando defesa automática ou repressão. A integração é a etapa transformadora: a experiência altera crenças, comportamentos e estratégias de enfrentamento.

Dois mecanismos clínicos são cruciais: a metacognição (capacidade de pensar sobre os próprios pensamentos) e a reatribuição de sentido (recontar um evento com foco em aprendizado). Pessoas que percorrem esse caminho reduzem sintomas de ansiedade e arrependimento. Psicoterapias baseadas em narrativa e em atenção plena oferecem protocolos práticos: diários reflexivos, reavaliação de episódios-chave e exercícios de exposição emocional assistida.

Ilustração prática
Imagine alguém que repetidamente falha em relacionamentos por medo de intimidade. O primeiro passo é reconhecer o padrão (reconhecimento). Em seguida, mapear crenças (ex.: “se me aproximo serei rejeitado”) e testar hipóteses através de pequenas ações (processamento). Por fim, incorporar novos relatos pessoais "aprendi que posso confiar progressivamente" e ajustar comportamentos (integração).
O resultado é que a história pessoal muda, e com ela a qualidade da vida.

Aprender com a vida é uma prática psicológica: avaliamos, trabalhamos e integramos. Trata-se de uma técnica de humanidade que todos podem cultivar. A transformação não exige heroísmo: exige metodologia diária, coragem para revisitar o passado e disciplina para reescrever o futuro.

III — Transformar passagem em sentido: práticas éticas e exercícios cotidianos.

Introdução
A diferença entre ter a vida como passagem ou como sala de aprendizagem é, muitas vezes, prática mais do que teórica. Este artigo propõe exercícios concretos e um pequeno código ético para transformar rotina em terreno de crescimento.

Desenvolvimento — Princípios éticos.

1. Presença deliberada: priorizar momentos onde a atenção é inteira (conversas, refeições, trabalho criativo).

2. Responsabilidade interpretativa: assumir que a interpretação dos fatos está sujeita a revisão; não culpar o externo sempre.

3. Curiosidade compassiva: investigar erros sem autocondenação, mas com compromisso de mudança.

4. Reciprocidade transformadora: fazer com os outros o que se espera de si mesmo aprender em comunidade.

Inserida por marcelo_monteiro_4

...Quem da triste perda se consome, do breve temor se abate...
São os verdadeiros "laços", que deliberam as nobres "lições"...Não precisamos medir o "tempo", nem tão pouco sufocar o nosso pequeno "espaço", pois tudo em nosso percusso, ainda é mesmo limitado...O que prescreve a maturidade dos nossos conceitos, é sem dúvida, a natureza dos nossos próprios atos...

Inserida por sandronadine

A Perda Sagrada


À margem do Nilo, onde o rio silencia,
o amor, enfim, encontra seu fim.
Nos olhos de Antínoo, Adriano via
não só o belo, mas o divino a brilhar assim.

Não era o poder da coroa que cativava,
mas a entrega de um amor profundo,
onde palavras se tornam o que se guarda,
em gestos, e nos silêncios do mundo.

Antínoo, mais que carne, era chama acesa,
um amor que, no peito, Adriano cultivava.
Era beleza que, em sua natureza,
não se apagava, mas na dor se renovava.

A perda, enfim, se fez sagrada,
como o fogo que nunca se apaga no altar.
E o imperador, com alma enlutada,
fez da dor sua reverência ao amar.

Ergueu-lhe templos, moldou sua imagem,
mas a pedra, sem vida, não compreende o toque.
Nenhuma forma retém, em sua viagem,
o amor que persiste, mais do que qualquer rochedo ou bloqueio.

Antínoo, tu não és só o ausente,
mas o amor que transcende a morte e o mar.
Em cada memória, és eternamente presente,
a perda sagrada que nunca deixará de brilhar.

William Contraponto

Inserida por Fabrizzio

⁠Não tente saber as respostas, tente entender as perguntas, mas aprender sem pensar é perda de tempo e se não souber, aprenda; se você já sabe, ensine, porque a essência do conhecimento é aplicá-lo, uma vez que você o tenha.

Inserida por salzano_william

⁠A dor pela perda de de alguém passa, mas a cicatriz fica no coração para sempre.

Inserida por celinamissura

⁠A dor da perda de alguém rasga a alma em pedaços, desconstrói esperanças e só as boas lembranças são o caminho da cura.

Inserida por celinamissura

Alguns chorarão muito diante do seu caixão, mas não será exatamente a dor da perda o que eles sentirão, e sim remorsos. Na verdade, muitos choram bem mais pelos remorsos do que pelos mortos.

Inserida por reconceituando

⁠Toda a negatividade tende à involução, à perda de energia e ao eminente definhar, até a sua extinção por completo. Portanto, ser negativo a todo momento pode causar sua eminente extinção, do micro ao macro - em todas as dimensões.

Inserida por QuantumDox

⁠Cada Segundo Conta: A Arte de Viver Plenamente
Nenhuma perda deveria ser mais lamentável para nós do que perder o nosso tempo, pois é irrecuperável. Ah, o tempo! Tão efêmero e precioso, escorrendo por entre nossos dedos como areia dourada, levando consigo momentos que jamais retornarão. Perder tempo é uma das maiores lamentações que podemos ter. O tempo é um recurso finito, talvez o mais valioso que possuímos. Cada segundo que passa é uma joia única, um suspiro que se dissipa no ar e se perde no infinito. Às vezes, só percebemos o valor do tempo quando ele já passou, como uma doce lembrança que se desvanece ao amanhecer. A correria do dia a dia, as distrações e preocupações muitas vezes nos impedem de perceber que estamos desperdiçando o que temos de mais precioso. A reflexão sobre o tempo perdido nos faz pensar na necessidade de estarmos mais presentes, de valorizarmos cada instante, de vivermos com mais propósito e paixão. Não podemos mudar o passado, mas podemos transformar nosso presente e nosso futuro. Cada segundo pode ser uma oportunidade de fazer a diferença, de criar memórias inesquecíveis, de viver intensamente. Que possamos aprender a saborear o tempo, a usá-lo com sabedoria e a vivê-lo plenamente, para que, ao olhar para trás, sintamos que realmente vivemos, e não apenas existimos. Que nossas vidas sejam uma sinfonia de momentos preciosos, cada um mais valioso que o último, compondo uma melodia que ressoe eternamente em nossos corações.

Inserida por fluxia_ignis

⁠A morte, para muitos, é vista como um momento de perda profunda e dor insuportável. No entanto, aqueles que compreendem a verdadeira natureza da espiritualidade enxergam-na sob uma luz totalmente diferente. A morte não é uma despedida definitiva, mas sim uma viagem para o mundo astral, um reino de existência que transcende o plano físico.

Esse conceito de morte e perda, tão intrínseco àqueles que investem suas vidas no material e no ego, é apenas uma ilusão. É uma perspectiva limitada, incapaz de compreender a vasta riqueza da experiência espiritual. Para os que nunca vivenciaram a espiritualidade na prática, a morte parece ser um fim, uma separação irreparável. Mas, para aqueles que se conectam com sua consciência espiritual, a realidade é muito mais grandiosa e inspiradora.

Através da visão mediúnica, temos a capacidade de ver e ouvir naturalmente aqueles que já deixaram o plano material. A barreira que separa o mundo espiritual do físico começa a se dissipar, revelando um universo de comunhão eterna e entendimento profundo. Nessa jornada de descoberta, percebemos que nunca estamos verdadeiramente sozinhos.

No dia em que despertarmos para a verdadeira essência de nossas almas, a separação entre o espiritual e o físico deixará de existir. Seremos capazes de navegar entre esses reinos com a mesma facilidade com que respiramos. A verdadeira conexão, aquela que transcende a morte, será finalmente revelada, e entenderemos que a vida é uma continuidade infinita de amor e consciência.

Inserida por fluxia_ignis

⁠A perda é como uma tempestade inesperada que varre a serenidade do nosso horizonte. Primeiro, nos refugiamos na negação, construindo frágeis muros contra a realidade que bate à porta. Dizemos a nós mesmos que é um engano, que o mundo logo retomará o seu curso habitual – uma tentativa desesperada de proteger o coração do impacto.

Mas o peso da verdade logo encontra brechas, e surge a raiva, como relâmpagos iluminando o céu escuro da alma. É o momento em que gritamos ao universo por respostas, direcionando nossa dor para outros ou, às vezes, para nós mesmos. A barganha segue como um sussurro esperançoso: promessas ao destino, negociações silenciosas com o impossível, na busca de reverter o irreversível.

Então vem a depressão, silenciosa como a chuva fina após a tempestade. É um mergulho profundo no vazio, onde a saudade se mistura à desorientação, e cada passo parece pesado como se estivéssemos caminhando em areias movediças. Nesse momento, o mundo parece perder sua cor, mas há um convite sutil para a introspecção e a descoberta de forças ocultas.

E, como o amanhecer após a noite mais escura, chega a aceitação, não como um ato de esquecer, mas como um abraço gentil ao inevitável. Aceitar é soltar as amarras da dor, permitindo que as lembranças não sejam mais âncoras, mas estrelas que nos guiam. É entender que a vida, apesar de suas perdas, ainda oferece flores a serem plantadas e caminhos a serem percorridos.

Esse estágio final é um gesto de coragem – abrir o coração ao presente, acolher os sentimentos com ternura e seguir em frente com a leveza de quem aprendeu a transformar a dor em sabedoria. Não é o fim da saudade, mas o início de uma nova forma de caminhar, com mais serenidade e equilíbrio.

Inserida por fluxia_ignis