Sentado a Beira do Caminho
Eu estava na beira do mar
De pés descalço, andando na areia
Pensando uma maneira de encontrar
Sua alma, para entrelaçar a minha
Eu estava na beira do mar
Quando vi refletir na água
O teu rosto divino que me
Fez te esperar incansavelmente
Eu estava na beira do mar
Quando senti você chegar
Me abraçando perfumado
Com uma essência de saudade
Na beira do lago, siimplesmente passeava, eternamente pelo coração, a paz não é agora pro tanto faz, prá lacuna do observatório retornar, com a mesma largura do concretizar.
"Na beira da estrada havia um sujeito parado, eu fui e voltei...
Ele permanecia parado lá, pois quem tanto diz saber o caminho, não passa de um perdido, sem rumo, sem destino e sem esperança."
amor,
momentaneamente...
o luar pleno,
no coração desejo puro,
mares na beira do horizonte,
purpura luz que reflete num espelho de luz
num mundo cheio de estrelas...
num minuto tudo representa eternidade
mesmo essa eternidade tem brilho sem fim,
o luar pleno, aumentar o desejo por viver.
as nuvens somem num expresso sentimento,
que toda luz representa teu amor.
Qualquer pessoa que está dentro de um profundo sofrimento, à beira da morte ou sei lá o quê, fica mística. Nessas horas, a gente apela pra tudo. Não que eu tenha me convertido à religião católica, mas estava acreditando nas simpatias, nas abobrinhas populares.
Uma casinha na beira do vale, umas vaquinhas de leite, uns pés de café para ajudar na renda, uma mulher para amar e dois filhos para sacramentar o casamento. É tudo, tudo que quis para ser feliz!
Chega uma hora que você está na beira de um precipício e aí vem as perguntas "eu vou ou não?"
E daí vc olha pra trás e ver que não lhes resta mais nada. A família que se amava tanto se acabou. Os amigos que sempre disseram que estariam ali sumiram. Sua saúde está por um fil, está no que falam, morre ou não morre. E ali na beira daquele precipício, na sua mão resta apenas uma pena de uma ave qualquer que peguei no caminho e uma pedrinha. Se eu pular de mão aberta aquela pena e a pedra vão demorar segundos pra caírem no mesmo local que você, porém a pedra vai pra onde você está, já a pena irá planar até achar outro lugar pra ficar ou até mesmo outra pessoa que esteja na mesma escolha que eu.
A pedra cai e fica, já a pena, ela plana pra vários lugares.
Passamos grande parte de nossas vidas, construindo castelos de areia,na beira do mar,
mas nas praias da vida, sempre vem uma onda querendo nossos castelos de sonhos derrubar,
Gilberto Braga, 2019.
Não vejo mais país,
vejo um povo na beira do abismo.
Vejo pessoas morrendo, cidades desaparecendo e se lutamos,
somos delinquentes somos marginais.
Marginalidade esse governo que nós trata feito lixo isso já faz tempo!!!
PauloRockCesar
AQUI
Na beira do mar
Sou menina sou mulher
Sou a lágrima que o mar chorou
Sou o verso que a lua suspirou...
Sou sereia idolatrada
Dos mares a perdição
Sou os passos do caminho
A verdadeira inspiração...
Sou a magia da noite
O encanto da manhã
Sou deusa do céu
Sou as manhãs com sabor de romã...
Sou bailarina das areias
Sou feiticeira apaixonada
Sou encanto do final das tardes
Sou gaivota na madrugada...
Irá Rodrigues
Sophia está na beira da praia,
A praia quer enterrar Sophia.
Sophia só quer poder nadar,
Logo Sophia, que é expulsa do mar.
Mas Sophia é insistente e se atirou no oceano sem saber nadar.
Bela Sophia, insistiu tanto que pouco a pouco ganhou o mar.
O pato e a galinha
Imponente e bem seguro, Lorde-pato aprumou-se à beira da lagoa. Passeou o olhar pela superfície plácida que se estendia a sua frente e à margem verdejante, antes de arriscar alguns passos vacilantes. O sol, decerto lhe fez mal. Perambulou até encontrar descanso nas raízes de um tronco e ali adormeceu.
Algumas horas depois, acordou com um leve toque em suas asas.
– Não está me escutando, galinha Arabel?
– Quem? – questionou o pato, ainda sonolento – Uma galinha?
Mas a voz insistiu:
– A senhora anda muito dorminhoca ultimamente... – disse a toupeira risonha para um pato agora acordado e muito perplexo. – Esqueceu-se de que me pediu notícias de sua irmã no sítio vizinho?
O Pato não se conteve: – Dona Toupeira, acaso está me confundindo com uma galinha? Não vê que sou Lorde-pato?
A toupeira emitiu um ruído de surpresa – Ora, mil perdões, Sr. Pato. Ao tocar sua plumagem tão macia, pensei que se tratasse de Arabel. Não enxergo quase nada e, por isso, sempre marcamos nossos encontros próximos ao Ipê.
– Pois bem! Era só o que me faltava! Uma toupeira a tratar-me feito galinha...
– E ambos não possuem um parentesco próximo? Qual o motivo da ofensa?
– Ora, pois! O fato de ser um mamífero não o eleva a condição de uma ovelha!
– Nem o pretendo ser – ponderou a toupeira constrangida.
O pato se levantou e bateu as asas num protesto.
– Caso não saiba, sou doutor na arte de ensinar a postura ideal às aves da Fazenda. Tenho títulos e prêmios que venho adquirindo a cada torneio. Já fui campeão três vezes na modalidade mergulho e meus voos atraem visitantes de todos os cantos, pois foram registrados como aparições inesquecíveis. E, num engano infeliz, vem o senhor atribuir-me a qualidade medíocre de uma galinha.
Nesse momento, já presenciando o diálogo há algum tempo, protestou Arabel:
– Ei, calma aí! Posso saber como se dá o direito de me chamar de medíocre? Sou mãe de mais de duzentos filhos... pintos que fui obrigada a ver partir sem escolha. Eu e minhas companheiras contribuímos para o sustento da fazenda com nossos ovos e ciscamos todo o terreiro ao redor da casa, recolhendo insetos, impurezas e até serpentes. Não se esqueça de que fazemos parceria na cata de parasitas do gado. Além disso, os galos anunciam cada amanhecer, cronometrando o tempo de descanso e lida dos trabalhadores. Está certo, patos são patos e galinhas são galinhas. Somos aves diferentes, papéis diferentes, mas ainda assim aves e nossas conquistas ou títulos não nos segregam em categoria de melhor ou pior. Não exiba seus prêmios como se fossem capazes de diminuir a minha história de vida. e se quer um conselho desta galinha que voz fala, não perca tempo em provar que é superior, a verdadeira sabedoria não está no fato de se tornar um mestre, lorde ou seja lá o que for, mas em reconhecer as diversidades e entender que além do que somos ou podemos ser, existe um mundo ao nosso redor. O que é grande se revela por si só.
Após trocar algumas palavras com a toupeira e marcar novo encontro, a galinha partiu ofendida. E lorde-pato esteve a refletir sobre a colocação de Arabel durante toda a noite. Afinal, sempre se preocupou tanto em aperfeiçoar-se para ensinar os outros patos, que se esqueceu de aprender.
Na manhã seguinte, o pato tomou uma decisão. Sua influência de mestre não seria em vão. Até a próxima temporada, estaria aberto o centro de reflexões filosóficas para as jovens aves. Seria um espaço ideal para a convivência dos filhotes que, independentemente da origem, iniciariam seu desenvolvimento interior, na arte de saber respeitar e valorizar as diferenças, desde a mais tenra idade.
Sentou nu sobre a pedra na beira do riacho e chorou, havia vida florindo por toda a parte, e mariposas engaioladas no seu coração, assim feitas do beijo de felicidade que a vida lhe deu, mas a vida é faceira pra fisgar e desentendida pra por o peixe de volta no mar, boboca apaixonado agora vive sem sono, olhando na foto um sorriso escupido que não é seu.
Sentou sobre a pedra, era tão quentinha quanto abraço de mãe, ou sorriso de namorada, e por isso, mesmo sendo um moço tão serio, ele sorriu, e sambou seu coração sentado na pedra, sem de lá sair, o moço sem calças colocou no bolço o beijo da moça sem disfarces, o mesmo bolço que guardou seu coração.
Na beira do riacho, sobre uma pedra grande, sentado estava um moço despido de preocupações, e ao seu lado uma moça florida de intenções,
cujas quais cobiçam o cheiro dele pra si, "senta em mim, moro em ti, guarda-te da solidão", essas em outras ninguém mais me dirá, meu cheiro lavado no rio não desperta amor em ninguém, sentado na pedra chorei por mariposas no meu coração.
O cúmulo da sacanagem, é tu estar na beira de um baita marzão, sem nenhum lugar para se esconder, responsável ´por uma pá de malucos esfomeados, sedentos e fedidos por falta de banho e te enchendo o saco a toda hora, fugindo desesperado de mil soldados, babando, e armados até os dentes e quando tu pede ajuda, houve uma vóz não se sabe de onde. que manda tu parar de rezar, pegar a tua vára e mandar o mar se abrir ! E o melhor: Segundo a história, o cara obedeceu e se deu bem!
odair flores
Passagem de uma lembrança
Veio-me como uma canção
Desesperada
Como vento que levou para
Beira da estrada,
Onde passava a dor que repousava
No cantinho do caminho.
Na beira da estrada um
Banco vazio, exprimia
Todo sentimento
Daquele que sentava ao vento,
Para transformar em arte todo
O seu pensamento.
Da janela do ônibus uma linda
Imagem via,
O banco onde um anjo sentava
Transbordando de alegria
Dos dias que passou a me vigiar
Das tristezas encontradas pelo
caminho.
Nessa viagem onde a vida
Passa por três estações,
viver,
Experiência
e recordação,
Ele apareceu mais uma vez
Para me dizer adeus.
E no silêncio dessa viagem
Onde via da janela do ônibus
O banco passar,
Descobri que metade de mim é partida
E a outra metade recordação.
Na beira do mar, esperava um novo começo, uma nova chance de ser feliz, depois de tanta coisa errada que aconteceu. Todos os dias tento esquecer tudo o que passou, ser mais feliz, só para ser mais feliz, eu só quero ser feliz.
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