Senhor

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O Senhor é o meu Pastor, e nada me faltará. Em Seu cuidado encontro abrigo, em Sua Palavra encontro direção e em Seu amor encontro paz. Que minha fé permaneça firme, hoje e sempre. Amém!

Senhor Deus, hoje eu não quero pedir nada. Eu só quero agradecer. Obrigada por cada amanhecer, por cada livramento, por tudo que chegou e até pelo que não aconteceu. Que eu nunca me esqueça: ter-Te comigo já é a maior bênção.

Eu corto o laço,
Não sou obrigado a provar veneno,
Em taça de desrespeito de senhor ninguém.

Eu corto o laço,
Não sou obrigado a provar veneno,
Em taça de derrespeito de senhor ninguém.

Eu domino eu mesmo. Isso significa que sou senhor das minhas escolhas, das minhas reações, das minhas crenças e dos meus pensamentos. Eu sou o comandante da minha própria existência.

O Senhor Deus é meu Pastor e tudo tenho em abundância. Ele me faz repousar em pastos verdes e me guia em águas de paz.

A Sabedoria é a Árvore da Vida.
Quem a busca encontra o caminho do Senhor.
Quem a abraça vence a morte.
Pois Deus concede a eternidade aos que O amam.
E sua promessa jamais será abalada.

Não diz: "sem ministério ninguém verá o Senhor." Não diz: "sem milagres nenhum homem verá o Senhor." Não diz: "sem dinheiro ninguém verá o Senhor." Não diz: "sem batismo...". Diz: "sem SANTIDADE..." Hebreus 12.14.

No Grande Dia do Senhor
No final, Deus não perguntará quantos nos admiraram, quantos nos seguiram ou quantas plataformas tivemos. O fogo de Deus não mede os homens pelo aplauso, mas pela fidelidade. Não será o título de “grande líder” que terá valor na eternidade. Será a vida daquele que, quando ninguém estava olhando, orou, obedeceu, morreu para si mesmo e permaneceu fiel ao Senhor.
Há homens que querem multidões, mas não querem a cruz. Querem influência, mas não querem quebrantamento. Querem púlpitos, mas não querem o altar. Entretanto, Deus não está procurando celebridades espirituais; está procurando homens santos. Porque, quando a história terminar e todos os aplausos forem silenciados, restará apenas uma pergunta: fomos grandes aos olhos dos homens ou fomos fiéis aos olhos de Deus?
Que naquele dia, acima de qualquer título, possamos ouvir: “Muito bem, servo bom e fiel.”
No amor do Abba Pater,
Marcelo Rissma.

Senhor, que meus olhos te alcancem, e que eu possa te sentir.

Senhor, não me deixe só, pois sei do tamanho da tua grandeza. Olhe por nós, por favor.

Poema - Derrama o azeite


Senhor Espírito Santo
Embrulha-me com teu manto
Cobertura espiritual e proteção
Com sua santa mão
Derrama azeite em mim
Que seja sempre assim
Com seu óleo
Eu sempre olho
O caminho da luz
Guiado por Jesus.


Derrama o azeite
Que não falte pão e leite
Que não falte sabedoria
Abençoa minha família
Abençoa meus amigos
Também meus inimigos
Se é que eu tenho
Mas está no mandamento
Que o perdão é divino
Só o Senhor pode transformar água em vinho.

És senhor
de si
sem nada saber?

A CRUCIFICAÇÃO.
No cimo triste da montanha erguida, morre o Senhor da eterna compaixão. Leva nos olhos toda a luz da vida, trazendo o amor por única razão. A brisa chora entre as oliveiras, O céu se veste em pálida tristeza. Calam-se os montes, calam-se as ribeiras, Ante o mistério da divina vez. A cruz se eleva sobre o mundo inteiro, como um altar de excelsa redenção. Parece rude o lenho carpinteiro, mas dele nasce a flor da salvação. Maria, em pranto manso e silencioso, contempla o Filho, sem nunca esmorecer. Seu coração, tão puro e luminoso, aprende a dor sem sem dela maldizer. João permanece ao lado da Senhora, guardando a fé no escuro entardecer. Enquanto o céu parece ausentar-se, seu amor insiste em florescer. Os cravos ferem mãos que distribuíram o pão da bênção, da paz e do bem. Ferem os pés das longas andadoras que nunca recusaram ir além. A fronte santa, coroada de sangue, possui mais brilho que o próprio sol. Cada ferida, embora sangrenta, abre no mundo um límpido sol. Nenhuma queixa rompe o santo peito, nenhuma sombra vence o coração. Perdão apenas brota, satisfeito, qual doce fonte sobre a ingratidão. O bom ladrão, olhando o Crucificado, descobre o clarão da imortalidade. Um só olhar, humilde e resignado, transforma a cruz em santa ascensão. As pedras tremem. Racha-se o horizonte. O templo antigo perde o velho véu. Toda esperança nasce, viva, à fonte que une a Terra para sempre ao Céu. As mães apertam seus filhinhos ao peito, sem compreender tamanho padecer. Mas cada lágrima caída daquele madeiro ensina o mundo inteiro a renascer. As aves calam seu canto festivo, os lírios curvam sua beleza. Até o vento veste negro manto diante do Amor que vence todo o mal. Cristo não morre. Apenas se levanta além da noite, além da dor. A cruz, que ao homem parecia tanta, converte-se em estandarte do Amor. Ó peregrino que outrora choraste, fitando o monte em silenciosa fé, sabe que o Cristo ainda vive agora, amparando o cansado em sua fé. Quem leva a cruz sem cultivar vingança, encontra a paz nas sombras do caminho. Quem faz do amor constante a esperança, jamais caminhará de todo sozinho. Assim termina o drama do Calvário, mas principia a eterna redenção, porque o madeiro, humilde e solitário, transformou-se em trono da perfeição.

PERDOAI-OS, SENHOR: A ORAÇÃO QUE O CÉU NÃO ESQUECE.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Há um Calvário oculto em cada peito humano, onde a cruz se ergue em silêncio, sem madeira e sem prego; ali sangra o homem antigo, e ali Deus espera o instante do perdão.
"Perdoai-os, Senhor..." Não por fraqueza, mas porque o amor jamais conhece a vingança.
Quando a pedra da injúria feriu-me o templo da esperança, vi nascer dentro da alma uma infinita lembrança.
Era a voz do Cristo amado, mais suave que o luar: — "Filho, quem semeia espinhos não sabe o que faz brotar."
Então calei minha revolta, meu pranto, minha aflição; pois descobri que a amargura aprisiona o coração.
Quem golpeia outro semblante, cego pela própria dor, é mendigo da verdade, é órfão do eterno amor.
Perdoai-os, meu Senhor... Que a Tua luz os envolva; quem caminha entre as trevas não enxerga a própria cova.
Quem derrama fel nos lábios bebe antes seu veneno; faz do ódio a própria casa, faz da noite o seu terreno.
Vi inimigos sorrindo sobre o chão da minha queda; mas ouvi Teus passos místicos na mais escura vereda.
Então compreendi chorando, sem orgulho ou vaidade: ninguém fere por excesso... fere pela enfermidade.
Há feridas escondidas sob máscaras de grandeza; há desertos disfarçados sob mantos de fortaleza.
Quem humilha um semelhante já perdeu a própria paz; grita alto para esconder o silêncio que lhe apraz.
Perdoai-os, Pai bendito... Eles não sabem quem são; trazem gelo sobre os olhos e tempestades no chão.
Vi o pobre condenado blasfemar contra os céus, ignorando que seu pranto era escutado por Deus.
Vi soberbos levantando tronos feitos de ilusão; mas a morte, em seu silêncio, não distingue condição.
Toda lágrima escondida tem um anjo por vigia; cada dor que ninguém vê floresce na Eternidade um dia.
Não desejo recompensa, nem vitória sobre alguém; quero apenas que minh'alma não perca o supremo bem.
Que eu responda ao golpe injusto com a paz do coração; pois a cólera escraviza, mas liberta o perdão.
Se meu nome for lançado como folha sobre o chão, que meu espírito permaneça ajoelhado em oração.
Se me faltarem os amigos, se me cercar a solidão, que eu repita entre as estrelas: "Perdoai-os, meu Senhor."
Porque a cruz não foi derrota, nem o túmulo foi fim; o Amor venceu a morte, e deseja vencer em mim.
Quando enfim fechar os olhos para a última partida, quero ouvir Tua voz serena acolhendo minha vida:
— "Filho, vi teu sofrimento, vi teu pranto sem clamor; tu aprendeste o Meu caminho: respondeste com amor."
Então todo o universo cantará em comunhão, que a maior força do homem é a força do perdão.
E diante da Luz Eterna, livre enfim de toda dor, minha alma repetirá, como eterna flor:
Perdoai-os, Senhor... porque ainda aprendem o difícil Evangelho do Amor.
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HOJE MEU SENHOR?
Marcelo Caetano Monteiro.
— Por que vieste hoje, Nazareno?
A voz saiu trêmula, quase um sussurro perdido entre as ruínas da alma.
— Por que vieste agora? Não tenho mais nada para Te oferecer como naquela longa época. Lembras? Eu possuía sonhos. Trazia flores colhidas na esperança. Conservava nos olhos a inocência das manhãs e no coração a música das fontes.
Mas hoje...
Hoje sou toda podridão.
Sou o jardim depois da geada.
A lâmpada esquecida no abandono.
A casa vazia onde o vento atravessa as janelas quebradas.
As mãos que antes ofertavam carícias aprenderam o peso das quedas.
Os pés que corriam pelos campos perderam-se nos espinheiros do mundo.
Não restou quase nada.
Os anos levaram minhas certezas.
As dores consumiram minhas forças.
Os fracassos arrancaram minhas vestes de ilusão.
Hoje sou apenas fragmentos.
Cinzas.
Silêncio.
E o Nazareno permaneceu olhando-a.
Não com os olhos dos homens, que procuram grandezas.
Mas com os olhos da eternidade, que enxergam sementes sob a terra revolvida.
Então Ele respondeu:
— Enganas-te.
Foi precisamente por isso que vim.
Quando julgavas possuir riquezas, oferecias-Me aquilo que sobrava.
Agora ofereces-Me aquilo que és.
Não vim pelas flores.
Vim pelas raízes.
Não vim pela tua força.
Vim pela tua necessidade.
Não vim encontrar a mulher que o mundo admirava.
Vim buscar a alma que o sofrimento revelou.
A podridão que enxergas é apenas a antiga casca desprendendo-se.
A semente acredita estar morrendo quando começa a germinar.
O carvão acredita estar condenado quando a pressão o transforma em diamante.
E tu acreditas ser ruína porque ainda não percebeste o que estou reconstruindo.
As lágrimas desceram lentamente por seu rosto.
Pela primeira vez em muitos anos, não chorava de tristeza.
Chorava porque compreendia.
O Mestre não visitava os perfeitos.
Nunca visitara.
Procurava os cansados.
Os feridos.
Os que haviam perdido tudo, exceto a capacidade de clamar.
E naquela noite ela compreendeu que a maior miséria não era tornar-se pó.
Era acreditar que o Amor Divino não seria capaz de transformar esse pó em luz.
E enquanto o mundo enxergava decadência, o Nazareno contemplava apenas o início de uma nova criação.

O narcisismo religioso é a arte de transformar o 'assim diz o Senhor' em 'assim eu quero'.

No narcisismo gospel, Deus não é o Senhor, é o assistente pessoal de quem ora.

"96 Dias de Gratidão"

Senhor, obrigada por mais esse livramento, estou me sentindo assim, amparada pelos teus braços. A verdade é única e justa.

Que Deus seja sempre louvado. E que tua obra perpetue em cima de mim, me livrai dos enganosos, me livrai dos mentirosos, me livrai senhor assim, como sempre faz. Me trazendo a verdade a cada dia.

O tempo
como sempre:
É senhor de si
dita regras
e tem
toda razão. ⁠