Sem Sentido
Estou começando a acreditar que o sentido que a vida tem, está em não buscarmos sentido para o que ela nos dar, pois o viver é o verdadeiro sentido que nos cabe aproveitar.
Minha insignificância é óbvia, eu sou um ser humano com sentimentos complexos, que ama, odeia, chora, sorri e tem esperança, porém um dia a sombra da morte me levará e nada me sobrará. Um ser humano que um dia foi igual aos outros será resumido a uma pilha de ossos e qual o sentido disso? Mesmo depois de tudo que eu vivi e tudo que senti a minha existência é totalmente descartável. Após minha morte servirei de suporte para outras vidas que sequer saberiam quem eu fui um dia, então por que continuar lutando? Se no fim toda caminha leva ao mesmo destino. Conforme o tempo passou eu percebi que mesmo que o destino seja igual para todos o que importa é o caminho e a vida mostra ter significado no silêncio entre um passo e o outro. Não importa se você é um varredor de rua, um aristocrata, um médico ou um engenheiro, todos nós dançaremos com a sombra da morte.
A vida não pede que você a entenda — apenas que a escute nos intervalos do barulho. O sentido, se houver, talvez more nos sussurros.
Nem Toda Subida é Vitória, Nem Toda Descida é Derrota: Onde Mora a Verdadeira Grandeza
“Vivemos como se a vida fosse uma escada sem fim, sempre buscando o próximo degrau. Mas nem toda subida leva à paz, e nem toda descida é queda. Às vezes, é no recuo que encontramos aquilo que o alto jamais ofereceu: sentido. A verdadeira grandeza não está em estar acima, mas em estar em paz consigo. E essa paz, muitas vezes, mora onde o ego nunca quis descer.”
“Sonhava viver uma aventura que me tirasse
do chão e da minha realidade.
Esperei a vida toda por um amor arrebatador, um príncipe encantado.
No meio da história descobri que estava ao lado de um monstro,
e que meu sonho tinha virado um pesadelo”
“Tentaram me encaixar em um padrão de
coisas inúteis, quase conseguiram.
Se não fosse os livros de Foucault, teria
sucumbido a arte de ser normal.
Hoje sou perfeita, tenho um montão de
cicatrizes e vivo feliz a minha vida.”
“Não julgue para não ser julgada.
Não jogue pedras para não as receber de volta.
Não xingue para não ser ofendida.
Não maltrate para não ser destruída.
Seja apenas amor, deleite e paz.”
“Sempre diziam que eu tinha uma beleza rara. Quando me olhei
em um pedaço de espelho pela primeira vez, já tinha muitos filhos.
Como bolo de festa, fui fatiada várias vezes. Meu corpo nada nega.”
“Sou dessa terra, daqui ninguém me tira.
Tenho raízes profundas, fortes e longas.
Colocam fogo, passam o facão e a motosserra.
Mas eu resisto e renasço sempre, sempre e sempre”
Jesus nos fornece a imagem, a apresentação de Deus que deveria ser razoável a qualquer pessoa razoável. Não é apenas razoável, e sim a mais atraente apresentação de Deus já feita – ou que poderia ser feita – neste planeta.
Um garotinho estava nos Estados Unidos enquanto seu pai e sua mãe atravessavam os mares como missionários. O dia de Natal chegou e o diretor da escola disse a si mesmo: “Aquele garotinho sentirá saudade de seus pais.” Por isso ele foi vê-lo e disse-lhe: “O que você mais gostaria que acontecesse nesta manhã de Natal?” O garotinho pensou por um momento e, apontando para o retrato de seu pai que estava sobre a cômoda, disse: “Mais que tudo, eu gostaria que meu pai saísse desta moldura e viesse ficar comigo.” Este é o lamento saudoso da humanidade: “Eu gostaria que o meu Pai celestial saísse da moldura do universo e descesse para estar comigo.” Isto aconteceu! Deus saiu da moldura do universo, e o vimos no rosto de Jesus Cristo. Ele é Deus conosco. Pois Jesus Cristo é o nosso Pai celestial, personificado – conosco. Ele é a Resposta a este clamor da humanidade por algum poder sobre nós.
Não permita que a sociedade dite o seu desejo, deseje apenas o que seu eu encontre sentido desejar.
Queria que a vida fosse assim, palavras soltas, sem remorsos, fragmentos de um livro infinito. Lançados ao vento, sem ponto, sem virgula, livres para dançar no ar.
