Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício

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Você é valente.

A capacidade de luta que há em você precisa das
adversidades para revelar-se.

Não tema nem vacile.

Olhe para dentro de si. Veja do que é capaz. Da
saúde que pode desfrutar, do bem que pode fazer.

Confie na sua força de vontade.

Espere bons resultados, com paciência.

Essa força que você tem é Deus querendo exteriorizar-se
para melhorar o mundo."

Ser livre mesmo é assimilar que "O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol.

⁠Na história, toda superação implica uma assimilação: há de tragar-se o que se vai superar, trazer para dentro de nós precisamente o que queremos abandonar.

José Ortega y Gasset
O que é Filosofia? (1929).

Em cada átomo do nosso Universo há uma impressão digital de Deus.

Para os trabalhadores de muitos países permanecem válidas as observações feitas por Schulz há um século e meio: "Milhões de homens conseguem obter os meios de subsistência estritamente necessários somente por meio de um trabalho cansativo, fisicamente desgastante, moral e espiritualmente deturpante. Eles são obrigados até a considerar como uma sorte a desgraça de ter achado um tal trabalho."

O que há de comum entre o pensamento judaico-cristão e o pensamento zen-budista é a consciência de que preciso abdicar da minha 'vontade' (no sentido do meu desejo de forçar, dirigir, estrangular o mundo fora de mim e dentro de mim) a fim de ser completamente aberto, receptivo, desperto, vivo. Na terminologia de Zen chama-se a isto, frequentemente, de 'esvaziar-se' - o que não tem nenhum significado negativo, mas de receptividade para receber. Na terminologia cristã isto se denomina, amiúde, 'anular-se e aceitar a vontade de Deus' (...) [Mas numa interpretação paternalista da fé cristã, também muito explorada pelas tiranias laicas do século XX, que jogam com o nosso 'medo à liberdade' que Fromm estudou num de seus clássicos de psicanálise política] em lugar de tomar suas decisões, o homem as deixa a cargo de um pai onisciente e onipotente, que vela por ele e sabe o que lhe convém. Claro está que, nessa experiência, o homem não se torna aberto e receptivo, senão obediente e submisso. A obediência à vontade de Deus se processa melhor quando inexiste o conceito de Deus. Paradoxalmente, obedeço realmente à vontade de Deus quando dele me esqueço. O conceito do vazio Zen implica o verdadeiro significado da renúncia à própria vontade, sem, todavia, o perigo de regressar ao conceito idólatra de um pai ajudador.
Erich Fromm, "Psicanálise e Zen-Budismo"

Vim lhe fazer um convite.

Há um trem partindo agora para um lugar chamado Felicidade.
Já adquiri o bilhete da Alegria, quer um também?
Reservei um assento, bem ao lado da Esperança.
Ele fará, o Caminho da Fé.
E nos levará pelos montes da Confiança, prados das Virtudes, colinas da Pureza da Alma.
Atravessará as pontes e viadutos da Aventura, dos Sonhos do Contentamento.
Esse trem seguirá pela estrada da Dignidade, e nos levará sem sustos pelas veredas da Satisfação e não pegará nenhum atalho para a falsidade ou infelicidade.
O seu trilho estará apoiado sobre as vigas da Honestidade, seu rumo será do Amor, Carinho, Bem querer.
E qualquer pane que ocorra pelo caminho, terá como certo, o destino do prazer de viver.
O CONVITE FOI FEITO AGORA SÓ DEPENDE DE VOCÊ!

⁠Há apenas duas maneiras de morrer. Podemos morrer com fé ou podemos morrer em nossos pecados.

Através da música expressamos diversos sentimentos,há uma comunicação entre a melodia ouvida e a mensagem transmitida,em que muitas vezês nos tocam e nos sensibilizam profundamente,e também demonstramos,qual sentimento está nos envolvendo naquele momento,mostrando a verdadeira essência do nosso ser.

⁠⁠Há tempo para tudo, em tudo é necessário o tempo. Sendo assim, que nossa existência seja vivenciada no kairós, no tempo de Deus.

FÉ


Que mau há de ter
Em querer entender
Os mistérios da vida
O que Deus criou

Alguns chamam de Energia
Alguns chamam de Deus
Alguns chamam de Amor
Alguns sequer o conheceu

Na imensidão do universo
Apreciar a beleza
Do que nos rodeia com vida
Sem querer alterar sua natureza

Tudo é o que é
E é porque tem de ser
Alguns flashes nos lembram
Outros nos faz esquecer

Se você não quer saber
Tudo bem fingir não existir
Mas não impeça quem quer viver
Aquilo que alguns só sabem depois de partir.

A vida é um sopro

Acredito que há um herói dentro de todos nós... Que nos mantém íntegros. Que nos dá força. Nos enobrece. E, por fim, nos deixa morrer com dignidade. Mesmo que, às vezes, seja preciso ser firme e desistir daquilo que mais queremos. Até dos nossos sonhos...

Mary Parker
Homem-Aranha 2 (2004)

Na floresta primitiva
Há duas torres erguidas
Na escola do bem e do mal
A pureza e a malícia
Quem nelas ingressar
Não tem como escapar
Sem um conto de fadas
Não vivenciar

Em tudo há sempre uma coisa capaz de deixar a gente alegre; a questão é descobri-la.

Há qualquer coisa
de longínquo em mim neste momento.
Estou de facto à varanda da vida,
mas não é bem desta vida.
(...)
Sou todo eu uma vaga saudade,
nem do passado,
nem do futuro:
sou uma saudade do presente,
anônima,
prolixa e incompreendida.

Mas há a espera. A espera é sentir-me voraz em relação ao futuro. Um dia disseste que me amavas. Finjo acreditar e vivo, de ontem pra hoje, em amor alegre. Mas lembrar-se com saudade é como se despedir de novo.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

A alma é uma cigarra. Há na vida um momento em que uma voz nos diz que chegou a hora de uma grande metamorfose; é preciso abandonar o que sempre fomos para nos tornarmos outra coisa: “Cigarra! Morre e transforma-te! Saia da escuridão da terra. Voa pelo espaço vazio!”

Há homens para quem a noite é mais bela do que o dia, para quem uma estrela perdida no azul do céu é mais encantadora do que o astro rei com todo seu fulgor.

(...) que os homens são anjos nascidos sem asas, é o que há de mais bonito, nascer sem asas e fazê-las crescer, isso mesmo fizemos com o cérebro, se a ele fizemos, a elas faremos (...)

Caminhamos por milênios e constatamos que aqui há tanto Nada quanto de onde partimos. Aliás, lá havia algo a mais...: a esperança de que encontraríamos algo.