Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício
Há de vir o dia
em que os poetas vão se sentir livres.
Nesse dia, as pálpebras de suas retinas
não vão umedecer.
O dia em que a poesia dormirá,
sem lugar para se reter.
Já que a poesia busca a liberdade, e liberdade...
... é morrer.
Há momentos que a vida escreve suas páginas com letra de médico.
...ainda bem que tem sempre alguém para entendê-la.
Na vida, há dois tipos de pessoas: as que produzem loucuras e as que consomem loucuras.
...Por curiosidade, quem te convenceu a voar de avião?
Há algo de bonito na palavra “promiscuidade”, soa chique, quase elegante. Já me declarei promíscuo só pelo prazer de dizê-la, só para sentir sua sonoridade escapando da boca com charme e ousadia.
Em tempos de fuga estratégica, há quem escolha uma cabana na floresta, procurando vantagens — como a Branca de Neve, que encontrou logo sete.
"Estou cansado de me sentir cansado; é tempo de me sentir descansado, pois para tudo há um tempo debaixo do sol"
"A manifestação da emoção não é prova de conversão, conversão é outra coisa"
"Há momentos que certas pessoas têm "revelamentos" baseados num sentimento, que não pode ser classificado como revelação, pois defluem de um mero sentimento."
"Quando a gente quebra protocolos, sempre ficam alguns pecados pelo chão"
"É melhor ouvir a verdade que dói, do que a mentira que mata"
"Revelamento" não passa de um mero sentimento do homem, mas a revelação é uma forte manifestação de Deus."
"Só Deus muda você, mesmo sendo você a mesma pessoa"
"Onde a Esperança Ressuscita"
Há um instante no ano em que o tempo parece se ajoelhar.
As ruas se enchem de flores, as casas, de símbolos; os corações… de memórias.
É a Páscoa chegando — não como data, mas como travessia.
Porque a Páscoa, para os que sentem com profundidade, não é uma celebração externa.
É um chamado silencioso.
É quando a alma se vê diante do espelho da cruz e, entre feridas e silêncios, decide renascer.
É preciso morrer um pouco para compreender.
Morrer para o orgulho, para a vaidade, para os gritos mudos que nos prendem às dores de sempre.
E então...
no mais íntimo breu da alma, acende-se uma luz:
pequena, quase imperceptível — mas viva.
A pedra do túmulo é removida todos os dias em que escolhemos perdoar,
em que deixamos o passado descansar,
em que olhamos para o alto e sussurramos:
"Estou aqui, ainda frágil... mas disposto a recomeçar."
A magia da Páscoa não está nos rituais,
mas no mistério que pulsa dentro de nós:
essa capacidade divina de florescer onde parecia haver fim.
Esse milagre cotidiano de transformar dor em compaixão,
ausência em fé,
morte em vida.
Páscoa é isso:
um renascimento contínuo.
Uma esperança tecida em silêncio.
Um Cristo que não está mais no túmulo...
mas habita o coração de quem se permite, a cada dia,
ser terra fértil para o Amor.
Há silêncios que falam mais que mil palavras, e há vidas que gritam mesmo caladas.
— Maycon Oliveira
Essa frase foi escrita por Maycon Oliveira – O Escritor Invisível, autor do perfil ‘O_Escritor_Invisivel’ no site Pensador.
A sabedoria se constrói no equilíbrio: há dias em que ensinamos com a voz, e outros em que aprendemos com o silêncio.
Moabe Teles
Há uma luz que nunca se apaga, mesmo nas trevas: a esperança que carregamos ao caminhar por terras desconhecidas.
Em cada jornada épica há um ponto de virada silencioso: o instante em que o herói acredita que é possível.
Há um manto branco e brilhante, mas o céu permanece azul. As estrelas estão tão brilhantes que até ofuscam os olhos.
O planeta Terra perde seus passos, flutuam no ar... e ele sobe para a próxima dimensão.
"Ele enxugará de seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou."
(Apocalipse 21:4)
Se há um instante em que o humano transcende sua condição terrena e toca o sublime, é quando empreende o resgate de um ser além de sua própria espécie. Nesse gesto desinteressado,na essência divina que nos habita irrompe como centelha ética, desobrigada de liturgias ou panteões. O impulso salvador emana das profundezas do ser, brotando não como imperativo externo, mas como epifania interior que converte compaixão em ato concreto.
Aqui, a sacralidade não desce dos céus, mas ascende do âmago da consciência, ética autóctone, forjada na quietude da reflexão e cristalizada em movimento altruísta. Mais que mero afeto, é metafísica aplicada:
reconhecer no Outro (ainda que distinto em forma) um valor intrínseco que demanda tutela.
Nessa alquimia moral, o homem não obedece deuses, mas dialoga com o infinito que carrega em si. Cada ato de proteção animal torna-se, assim, liturgia silenciosa onde o divino não é adorado, mas encarna do testemunho de que a transcendência começa onde termina o egoísmo.
Sonhei.
Há como sonhei...Tanto sonhei..
Alto voei nas asas da imaginação.Desejei sentir tudo aquilo que havia para dar o meu coração,viver e dar vida a imaginação.E no fim era tudo ilusão.
