Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício
Apesar de tudo que eu vivi, há em mim a alucinação musical, a plenetude e a delicadeza, a leveza e o carinho, o respeita e a gratidão.
O grito do silêncio.
Há gritos na vida que só o silêncio responde. É necessário ficar calado para entendê-lo em sua plenitude.
O ser humano leva anos para aprender a falar e uma vida para ficar em silêncio.
Às vezes, as grandes falas confundem mais que confortam. O silêncio é mais esclarecedor que muitas palavras.
Especulações em torno da palavra homem
Mas que coisa é homem,
que há sob o nome:
uma geografia?
um ser metafísico?
uma fábula sem
signo que a desmonte?
Como pode o homem
sentir-se a si mesmo,
quando o mundo some?
Como vai o homem
junto de outro homem,
sem perder o nome?
E não perde o nome
e o sal que ele come
nada lhe acrescenta
nem lhe subtrai
da doação do pai?
Como se faz um homem?
Apenas deitar,
copular, à espera
de que do abdômen
brote a flor do homem?
Como se fazer
a si mesmo, antes
de fazer o homem?
Fabricar o pai
e o pai e outro pai
e um pai mais remoto
que o primeiro homem?
Quanto vale o homem?
Menos, mais que o peso?
Hoje mais que ontem?
Vale menos, velho?
Vale menos, morto?
Menos um que outro,
se o valor do homem
é medida de homem?
Como morre o homem,
como começa a?
Sua morte é fome
que a si mesma come?
Morre a cada passo?
Quando dorme, morre?
Quando morre, morre?
A morte do homem
consemelha a goma
que ele masca, ponche
que ele sorve, sono
que ele brinca, incerto
de estar perto, longe?
Morre, sonha o homem?
Por que morre o homem?
Campeia outra forma
de existir sem vida?
Fareja outra vida
não já repetida,
em doido horizonte?
Indaga outro homem?
Por que morte e homem
andam de mãos dadas
e são tão engraçadas
as horas do homem?
Mas que coisa é homem?
Tem medo de morte,
mata-se, sem medo?
Ou medo é que o mata
com punhal de prata,
laço de gravata,
pulo sobre a ponte?
Por que vive o homem?
Quem o força a isso,
prisioneiro insonte?
Como vive o homem,
se é certo que vive?
Que oculta na fronte?
E por que não conta
seu todo segredo
mesmo em tom esconso?
Por que mente o homem?
mente mente mente
desesperadamente?
Por que não se cala,
se a mentira fala,
em tudo que sente?
Por que chora o homem?
Que choro compensa
o mal de ser homem?
Mas que dor é homem?
Homem como pode
descobrir que dói?
Há alma no homem?
E quem pôs na alma
algo que a destrói?
Como sabe o homem
o que é sua alma
e o que é alma anônima?
Para que serve o homem?
para estrumar flores,
para tecer contos?
Para servir o homem?
Para criar Deus?
Sabe Deus do homem?
E sabe o demônio?
Como quer o homem
ser destino, fonte?
Que milagre é o homem?
Que sonho, que sombra?
Mas existe o homem?
Percebi que há muitas poesias escondidas nas sombras ou nas frestas das janelas fechadas para um mundo de possibilidades, de sonhos e de felicidades. Percebi que a vida é muito mais do que aprendemos de alguém. A vida é o que a gente sente lá no fundo do nosso mundo, onde só a gente sabe.
A infância é um achado, que o ladino tempo nos pediu por empréstimo e nunca mais há de nos restituir.
25 de Abril há muito que é uma realidade de expressão e de opinião em liberdade, por isso as ideias são diversas e as atitudes são dispersas porque muitos partilham do progresso e outros do retrocesso.
O que há em mim?
O que há em mim?
O que há com o coração
Para querer encontrar meu eterno amor
O que há em você?
Porque fiquei sem reação
Foi com você que eu senti calor
Minha vida entregue em suas mãos
Foi por causa de você
Que eu descobri o amor
Não sei o que há em você
Foi no dia em que você se uniu a mim
Que aprendi amar
Quero entregar
Meu coração
Para você, e quero fazer tudo por você
Quero para sempre
Poder te amar
ó juventude, tão efêmera, tão complexa e tão brilhante. Há uma explosão de pensamentos e de sentimentos dentro de mim, de tal modo, que ora quero algo, ora quero outra coisa. Como um peregrino, és tu, ó juventude!
Na vida, há por vezes motivos e razões para duvidar de que ela seja realmente mãe e pródiga, em nos indicar o caminho do sucesso e amor.
Diante disso nos contentamos em abraçar o aborrecimento, beijar o arrependimento e erguer a bandeira do protesto.
_Que coisa feia!!! ...
Diria a mãe diante do filho que despreza um monte de coisas boas em razão à contrariedades e birras de infância.
Arghhhhhh!!!! (expressão de raiva da mãe),
_deixe disso menino, já para o castigo!
Com a gente é diferente, a era do castigo já se foi, agora é tempo de "quebrar a cara" (literalmente), quem não aprendeu a lição de vida nos primeiros passos, tem que aprender antes que finalizem os últimos passos.
A vida e caminho é nosso e tudo depende de nossa determinação e arbítrio. Sempre há tempo de retornar e iniciar novo caminho.
Todo tempo é tempo, o agora é já!
O tempo de ser feliz é jááááá...
