Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício
Não há neutralidade no amor; ou avançamos juntos, ou nos afastamos aos poucos. Quando deixamos de priorizar o casamento, ele não para no tempo, ele retrocede.
Nas cidades há um coração de terra,
os humanos não querem dar AMOR!
Na Lua apesar de não ter plantas,
pássaros, pedras e coisas...
você pode lembrar do seu nome, do seu EU!
Porque não há ninguém para lhe causar dor!
#SemAMORnãoháEvolução
São cinco portas abertas
só numa delas tem rampa
não há erradas, nem certas
há mentes, várias, desertas
nas quais o dislate acampa...
Queria escrever coisas bonitas
Sobre você, sobre nós.
Mas agora as máscaras caíram
E não há nada bonito aqui.
Apenas dor e feiura.
Não me resta mais nada
Para escrever.
Sou poeta e você roubou
Todas as minhas palavras
E rimas bonitas que eu escrevia.
Não há erro em proteger
o coração
de sofrimentos.
Todavia, se o risco
lhe for negado,
jamais saberemos
o que foi certo
ou errado
Entre o Espaço e o Tempo, Amor
Há um vazio que o tempo não preenche,
Uma ausência que a alma sente.
É como um céu sem estrelas,
Ou um mar sem ondas para aquecê-las.
Estar longe de você é não ser inteiro,
É ser barco perdido sem paradeiro.
É ter o coração preso em um grito,
E viver de memórias, onde habita o infinito.
E quando meus olhos fecham para sonhar,
É o seu rosto que vem me abraçar.
Porque mesmo na dor da distância cruel,
Nosso amor é ponte que toca o céu.
Eu te amo no vazio que o tempo cria,
No silêncio frio de cada dia.
Te amo na dor que quase me vence,
Pois o amor é maior do que o que se sente.
E quando enfim os caminhos se cruzarem,
Quando o espaço e o tempo se dobrarem,
Seremos inteiros, livres da dor,
A prova eterna do nosso amor.
Não há vencedores de asas quebradas
O que há é vencedores com asas amareladas por tê-las quebrado.
Vencedores sofrem menos com as asas quebradas que com a justiça de conserta-las.
"Há dores que não podemos apagar, mas nelas encontramos a força para escrever capítulos de superação e esperança."
Há pessoas que chegam e a conexão é imediata,, mas por algum motivo não permanecem e deixam um vazio.
A vida segue e esse vazio é preenchido, circunstâncias, destino ou a vida pregando peças, mas o que faz parte de sua história encontra um meio de voltar , senão é vida que segue.
Não há um sentido prévio definido para a vida, cabe a cada um de nós está decisão, e isso, que vai definir nossa história.
Quem muito tem seu ego, ou autoestima inflada, é a mesma pessoa que mais se odeia quando não há ninguém por perto.
Não tem mais lar o que mora em tudo.
Não há mais dádivas
Para o que não tem mãos.
Não há mundos nem caminhos
Para o que é maior que os caminhos
E os mundos.
Não há mais nada além de ti.
Porque te dispersaste…
Circulas em todas as vidas
Pairas sobre todas as coisas
E todos te sentem.
Sentem-te como a si mesmos
E não sabem falar de ti.
O ego fará de tudo para manter a mais medíocre das ilusões; para ele, não há distinção entre mentira e verdade, mas sim o que lhe é mais conveniente para sua sobrevivência. Porém, é inerente à destruição dele. Você dificilmente o perceberá, pois ele é sutil e perspicaz.
Palavras ditas, não há como voltar,
Fatos gravados, sem como apagar.
Tudo se foi, ficou a lição,
O eco eterno dentro do coração.
O Limiar
No limiar, não há ventos que empurrem,
nem mares que convidem ao salto.
Há apenas o peso da pergunta tardia:
“E se?” – um eco que se dissolve no vazio.
Aqui, a alma desperta tarde demais,
não para agir, mas para contemplar o que não foi.
Os olhos, antes cegos pela marcha do hábito,
enxergam, mas não movem os pés.
É tarde para o recomeço,
não porque o tempo se esgotou,
mas porque o coração se aquietou
no conforto áspero do mesmo lugar.
Há uma estranha paz em não cruzar,
em não arriscar o salto que devora o chão.
Covardia ou prudência?
Ou apenas a certeza silenciosa
de que o homem pertence ao seu medo
mais do que ao seu desejo?
O limiar não pede pressa,
não exige escolhas,
não grita nem sussurra;
ele apenas está –
uma linha imóvel entre o ser e o nada.
O despertar chega como uma lâmina,
fina, fria, cortando o véu da ilusão.
Mas a ferida não sangra coragem,
apenas o conforto amargo de saber:
a vida continua, mesmo no não-agir.
E assim, o homem se curva,
não à força da mudança,
mas à aceitação de sua própria fraqueza,
encontrando, no limiar,
não um início,
mas um fim que se alonga.
O Limiar
No limiar, onde o tempo hesita,
o vento não sopra e o silêncio grita,
há um abismo entre o que fui
e o que, talvez, nunca serei.
Ali, os dias se dobram em espelhos,
refletem rostos que nunca usei,
são máscaras deixadas pela alma
no altar daquilo que não ousei.
No limiar, a luz é frágil,
um fio tênue entre o claro e o escuro,
e os passos ecoam no vazio
como perguntas sem futuro.
O que há além? Um nome? Um rosto?
Um eco que devolve a vida ao posto?
Ou apenas o silêncio denso,
onde tudo cessa, até o intento?
No limiar, encontro-me nu,
despojado de sonhos, de medos, de véus.
Sou pó, sou tudo, sou nada,
um grão perdido entre céus.
E quando cruzo, se cruzo,
não levo certezas, mas sinto o pulsar:
um suspiro que rasga o infinito
e deixa o agora se perpetuar.
