Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício

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Não há crianças ilegítimas - só pais ilegítimos.

Há que trabalhar, ainda que não seja por gosto, ao menos por desespero, uma vez que, bem vistas as coisas, trabalhar é menos aborrecido do que divertirmo-nos.

Não há alegria neste mundo tão privilegiada, que não pague pensão à tristeza.

Não há no mundo livros que se devam ler, mas somente livros que uma pessoa deve ler em certo momento, em certo lugar, dentro de certas circunstâncias e num certo período da sua vida.

O universo desaparece aos olhos da mulher enamorada. Não há no mundo senão um homem para ela; todos os outros limitam-se a acompanhá-lo.

Não há escravidão pior que a dos vícios e das paixões.

Onde é necessária a astúcia não há lugar para a força.

Não há nada no socialismo que mais alguns anos ou algum dinheiro não possam curar.

O poder é uma ação, e o princípio eletivo é o da discussão. Não há política possível com uma discussão permanente.

Há dois momentos na vida de um homem em que não se deve especular: quando não tem os meios e quando os tem.

Os jovens adoram desobedecer. Mas, actualmente, não há mais ninguém para lhes dar ordens.

Não há animal mais degradante, estúpido, covarde, lamentável, egoísta, rancoroso, invejoso, ingrato que o público. É o maior dos covardes, porque de si mesmo tem medo.

Mas depois há a manhã seguinte... e a certeza de que não estou tão disponível como eu julgava estar na noite anterior.

Para o homem, apenas há três acontecimentos: nascer, viver e morrer. Ele não sente o nascer, sofre ao morrer e esquece-se de viver.

Depois da liberdade desaparecer, resta um país, mas já não há pátria.

Não há verdadeira justiça sem misericórdia.

Não há uma verdade fundamental, apenas há erros fundamentais.

Não há dia sem noite. Eles complementam-se.

A nossa recompensa está no esforço, não no resultado. Um esforço total é uma vitória completa.

Ainda não percebera que na verdade não estava distraída, estava era de uma atenção sem esforço, estava sendo uma coisa muito rara: livre.

Clarice Lispector
Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.

Nota: Trecho do conto Perdoando Deus.

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