Sede
Fome e sede/Degustação
Mesmo sem bagagens,
Vou vivendo degustando sabores...
Na composição,
Edito sorrindo ou chorando.
Tenho facilidade de sorrir
Tenho facilidade de chorar.
Afinal de contas!
Alguém nunca chorou?
Me chamo/ canção.
Pseudônimo /refrão.
Sobre nome /inspiração.
Na frase\...Onde estão os achados perdidos?
Estou em todas as linhas que ela se expõem..
Pequenos pecadinhos de estimação vou me livrando.
Do sereno orvalho que caí na madrugada,
Bebo dele até do mel que sobra da neve que caí na invernada....
Degustar a vida como ela é,
A nobre atitude pega rumos que ao chegar da noite...
Até o travesseiro companheiro é agradecido pelo dia bem aproveitado..
Se é para ostentar;
Ostento sorrindo mesmo até quando eu me, cansar....
O chocolate para mim é apenas um condimento qualquer...
O sal,
É o sabor dado pelo Criador...
Minha fome e sede tem nome..
Ela está acima do absoluto ou bem além do pintar as nuvens
E as poesias que ainda farei na vida,
Não caberá as palavras desse,
Nome.....
Autor:Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Sigo Devagar -
Há em mim uma sede de te amar
uma vontade de ser feliz
eu quero amanhecer frente ao mar
junto a ti, meu tronco, minha raiz.
Sigo devagar, perdi a pressa,
vou sorrindo já chorei demais
a vida passa, não regressa
só o amor não passará jamais.
Vou cansado, já fui tão forte
mas já que a vida quis assim
nem a distância nem a morte
levará o nosso amor de mim.
Ó Deus, meu Deus quanto te amo
depois do amanhã sobro eu
perdi o nome que te chamo
meu amor por ti nunca morreu.
Só no deserto compreendeu o valor que tem a água, matando a sede com a lágrima que molha à medalha.
Estado Democrático de Direito pressupõe que, em sede de cognição sumária, não havendo indícios razoáveis de autoria ou participação e nem prova da materialidade delitiva, os magistrados tenham igual coragem e atenção para absolver sumariamente um inocente arrolado em processo criminal como têm para decretar medidas cautelares a pedido do Ministério Público.
Paisagem! Novos horizontes.
A água que me mata a sede eu busco na fonte.
A poesia encanta o meu viver.
Sabedoria vale mais que ouro na vitrine.
Ser advogado é ter coragem e determinação para defender a sociedade com sede de justiça.
Para que haja justiça o advogado tem que ter coragem e determinação e buscar solução para o problema do cidadão
Assim -
Tenho sede de amor
tenho fome de ti
em meu corpo de dor
os teus olhos vesti.
E vesti amargura
plantei-a em mim
esperar-te é loucura
nesta fome sem fim.
E vesti o vazio
como a noite que chega
vou morrendo de frio
esteja eu onde esteja.
No meu corpo de dor
na verdade senti
tanta sede de amor
tanta fome de ti.
O púlpito não é palanque. O culto não é comício. A Igreja não é sede de partido político. Jesus não é cabo eleitoral de nenhum candidato. A Bíblia não é 'santinho' de nenhum candidato. E seu pastor não pode te persuadir a votar no candidato da preferência dele.
"Insana "
Eu sou a fúria que arranca a pele
A sede que queima
Rasgando a garganta
A dor fervente , abrindo a ferida
Eu sou inevitável
Aos corações quebrados
Eu me parto a pele sangrenta
Eu esfolo
A dor corroída insípida
Cuspida , escarnecida
Aos cacos de vidro
Mastigados engolidos
A fome negra , a fúria intermitente
A tempestade regida
A chuva de mim
Que sai pra fora
De que não ver a hora
De derramar espinhos
Em te , desapareça
Desapareça
De mim
Ah, meu coração selvagem tem sede de viver, mas por favor não o machuque. Não parece, mas no fundo ele é sensível.
Frase de Islene Souza
E eu aqui tomando um vinho, invés de tomar atitude... Queria mesmo era estar matando minha sede de você ....
Não tenha sede pelo sucesso, esse pressupõe muito esforço e dedicação, e a recompensa será maior do que se imagina.
A água que mata a sede do chão também o inunda. O fogo que aquece a casa também a extermina. O que separa a solução do problema é a medida.
Eu Sou o Obstáculo
Certa vez um cão estava quase morto de sede, parado junto à água. Toda vez que ele olhava o seu reflexo na água, ficava assustado e recuava, porque pensava ser outro cão.
Finalmente, era tamanha a sua sede, que abandonou o medo e se atirou para dentro da água. Com isto, o reflexo desapareceu.
O cão descobriu que o obstáculo - que era ele próprio -, a barreira entre ele e o que buscava, havia desaparecido.
Nós estamos parados no meio do nosso próprio caminho. E, a menos que compreendamos isso, nada será possível em direção ao nosso crescimento.
Se a barreira fosse alguma outra pessoa, poderíamos nos desviar. Mas nós somos a barreira. Nós não podemos nos desviar – quem vai desviar-se de quem? Nossa barreira somos nós e nos seguirá como uma sombra. (...) Esse é o ponto onde nós estamos – juntos da água, quase mortos de sede. Mas alguma coisa nos impede, porque nós não estamos saltando para dentro. Alguma coisa nos segura. O que é? É uma espécie de medo. Porque a margem é conhecida, é familiar e pular no rio é ir em direção ao desconhecido. (...) O medo sempre diz: “agarre-se àquilo que é familiar, ao que é conhecido”. (...)
E as nossas misérias são habituais. (...) Nós vivemos com elas por tanto tempo e nos agarramos a elas como se fosse um tesouro. O que nós temos conseguido com isso? Será que não podemos renunciar às nossas misérias? Já não vivemos o bastante com elas? Será que já não nos mutilaram demais? O que nós estamos esperando? (...)
Esse é o caso de todos nós. Ninguém nos está impedindo. Apenas o próprio reflexo entre nós e o nosso destino, entre nós como uma semente e nós como uma flor. Não há ninguém nos impedindo, criando qualquer obstáculo. Portanto, não continuemos a jogar a responsabilidade nos outros. Essa é uma forma de nos consolar. Deixemos de nos consolar, deixemos de ter autopiedade. Fiquemos atentos. Abramos os olhos.
