Se Voce Chora eu Choro
O choro da Mãe TERRA
Rasguei a minha carne e engoli meus filhos
Ainda regurgito alguns aflitos,
Outros padecem nas minhas entranhas
Para serem completamente esmagados pelo meu peso insuportável.
Não estável
Devido à movimentação das minhas placas tectônicas.
Que estão à deriva sobre um magma incandescente
Onde sobre elas transita muita gente
E não posso me acomodar indefinidamente
Com a estabilidade da inércia.
Vez ou outra revolvo e fraturo minha coluna
Despedaço-me e fabrico milhões de lacunas
No meu corpo
Num sopro
De morte
E sem mesmo querer
Fazer padecer minhas crias
E depois vou chorar com a garganta do vento
Explodir em lágrimas de amar, o mar
Tentando tragar
A incomensurável dor
Dos padecentes sobreviventes.
Tristeza doce, lágrimas salgadas.
Mesmo chorando de rir...nesse choro feliz (A lágrima ainda é salgada)
No "adeus" da ida...no "oi" da vinda, ainda assim (Ela ainda é salgada)
No ateu, no cristão, no amigo/irmão/psicólogo...é lógico
(A lágrima ainda é salgada)
Bendigo o universo que vivo, estável
E loucamente, momentâneo e futuramente. Confirmo! Sim a frase não erra..."Vós sois o sal da terra"
Que os "HiperTensos" não me levem a mal...
Ô seu moço !
Agora, eu escolho qual o tipo de sal !
Versos
Jogo com as palavras
Neste mundo de ilusão
Choro minhas magoas
Desabafo minha emoção
Sem deter me nesse vazio
Me acalento neste passo
Sem rumo embora tardio
Me envolvo nesse compasso
Em meus versos cativos
Minha dor eu recordo
Meus sonhos os encantos
Vivo e sinto que acordo
Já que a vida é dolorosa
Deixo aqui meus versos
Para sua vida amorosa
Ser feliz siga os passos
Não sou forte o tempo todo, nem sempre sou calmo como a nascente de um rio, às vezes choro, às vezes esmoreço. No meu caminho encontro pedras de todos os tamanhos, obstáculos assustadores, sombras, monstros que me assombram..., aí eu corro, tropeço, caio, às vezes até me sinto sozinho.
Mas o caminho é meu e por isso eu não desisto, nunca deixarei de seguir em frente, pois é na dificuldade, que eu me fortaleço.
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“Engole esse choro, menina!” – Passei a infância escutando esse conselho. Fui criada pela mulher mais forte que eu conheço, em cujo rosto raramente vi rolar uma lágrima. Só no velório do meu avô ou nas vezes em que o seu mundo desmoronava e ela desistia dos seus disfarces de grande mulher inatingível e desabava no nosso colo.
E eu sempre achei cruel essa coisa de sofrer calado, como se fosse pecado. Essa coisa de ter dó e certo desprezo por quem chora, por quem ama, por quem sente saudade. Como se cada lágrima só pudesse ser sinônimo de fraqueza, e não de força ou sabedoria.
É que a gente cresce achando que a vida é sempre sobre levantar a cabeça e seguir em frente: Como uma grande competição pra ver quem supera primeiro. A gente não pode se dar ao luxo de sofrer, de amargar uma perda, uma dor, uma decepção. O mundo se move rápido demais e, se a gente fica muito tempo afundado na nossa tristeza, acaba ficando pra trás. Pois é, a vida não quer saber de quanto tempo você precisa.
Ainda mais cruel é essa mania que as pessoas têm de se atropelarem. “Estou bem” é como um mantra, palavras mágicas para que você seja considerado agradável, alegre, desejável. Pra que você seja visto como alguém forte a quem as desgraças da vida simplesmente não abalam quando, no fundo, a quem, afinal, a vida não dilacerou?
É cruel sorrir amarelo quando se quer cair aos prantos; se esconder atrás de um sorriso só porque é mais bonito e mais admirável.
Sofrer não é pecado. Luto não é fraqueza. Toda tristeza precisa de um período de recolhimento, do choro que alivia, da solidão que restaura nossas forças, nossas crenças, nossa vontade de vida. É justo, é saudável, é salutar.
Não tenta atropelar a vida porque ela é do tipo que atropela como ninguém. Então, se o choro vem, descarregue; se a tristeza vem, viva – porque ela veio pra ser degustada como quase tudo na vida. Sinta, sofra, chore, amargue – e depois lave o rosto cansado e comece tudo de novo. Sofrer é humano – desumano é querer se esconder das tempestades da vida que chegam pra cada ser vivente em algum momento. E quando se diz que, na vida, é preciso se permitir, isso certamente engloba – também e principalmente – permita-se chorar.
Já perdi o sono, já acordei febril, já tive crise de choro, já tomei rivotril e nada me faz deixar de querer você, procurar você...
O bom mesmo e ver que depois do
do choro,vem o sorriso...
Que depois da queda sempre temos
um ombro amigo.
Aqueles sonhos não realizados,podem
ser em nossa vida cumprido...
E que se hoje foi um dia ruim,amanhã
é um novo dia e Deus está comigo.
todas as noites choro
sangue escorre na minha alma fria...
os dias esquecidos nos meus sonhos...
tantas palavras perdidas na escuridão
não compreende a dor que sinto
nas horas que se passam minha tristeza tão real
quanto a dor que sinto no coração...
quando espero tuas palavras meu coração sangra...
mas morte desejo no meu desespero sem fim...
o destino da solidão floresce num mar de dor.
Bebo porque tenho sede
Choro porque tenho vontade
Rir é uma contradição
Grito por não ter opção
Não sou uma cobaia de laboratório
Não me meça, comensure e nem me avalie
Me explore, violenta com vontade
Me coma e me vomite
Me consuma, me explore
Mas não me entenda
Não me explique
Meia emoção, não. Se choro, choro litros. Se rio, rio com vontade, com prazer. Não sei esconder o que o coração diz, minha fisionomia sempre me entrega, seja num sorriso amarelo, ou numa cara amarrada. Não suporto gente que não se comove, não se toca, não se sensibiliza, não sente ou reprime o que sente. Sentimento foi feito para ser expulsado.
Choro, choro com a alma, choro por tristeza, choro por amor, choro por sua ida que ainda arde de dor.
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