Se Nao for para Voar Nao Tire meus Pes do Chao

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ILUSÃO


Ilusão é fantasia
Uma imaginação
É cegar para o real
É tirar os pés do chão
É um modo de criar
Um cenário irregular
Pra enganar o coração

Estou deixando a lama secar: os pés ainda sujam, mas já sinto a firmeza do chão.

Calma, o que você precisa fazer é colocar os dois pés no chão para poder colocar a cabeça nas estrelas... e ver a verdade como ela é, sem ilusão e sem fantasia.... esse momento é uns dos momentos mais duros da nossa vida, porque agente aprende a viver sozinho, sem sonhos e sem retrocessos...
Desse ponto em diante você tomou a grande lição: ninguém nunca te enganou, você que se deixou enganar....


Diálogo comigo.

"Pés no chão: o único antídoto contra o pavão da vaidade."

"Trilionário é aquele que, mesmo chegando ao ápice, mantém os pés no chão e a mão estendida para ajudar a subir quem tem valor."

"Mantenha o foco no alto e os pés no chão."

Mantenha a cabeça erguida e os pés no chão, permitindo que a Visão Trilionária transforme cada obstáculo em uma oportunidade de ouro para selar o seu nome na história.

"A felicidade é como o vento: vem e vai, leve, inquieta, efêmera. Já a paz é o chão onde os pés descansam depois da tempestade. Há momentos em que escolher a paz é renunciar ao brilho momentâneo da alegria para abraçar o silêncio sereno de quem sabe que fez o que precisava ser feito. Nem sempre o coração sorri, mas quando a consciência repousa tranquila, a alma agradece. Porque a felicidade é emoção; a paz, é sabedoria.

Aí o tempo passa e tu sentes que teus pés pisam firme no chão e o céu desce e pousa nas tuas mãos.

Às vezes, tudo o que você precisa é parar um instante, sentir o chão sob os pés e lembrar que o tempo também trabalha a favor de quem não desiste.

Quando sinto que dentro de mim há um descontrole, procuro manter os pés firmes no chão e a cabeça em equilíbrio.

⁠Normalmente aquele que se abaixa para receber carinho, encosta a cabeça no chão ao beijar os pés daquele que o afagou

Caminhada


Caminhar, caminhar. Como é bom caminhar. Os pés se ajustando ao chão, se distendendo ao abranger a zona de equilíbrio do corpo. Era assim que eu pensava ao caminhar em círculos pelo meu quarto. O quarto não é grande mas tem uma saída, a janela. Lá enxergo os pombos asejando de topo a topo dos prédios. Logo ali as caturritas fizeram um ninho na parte alta do pinheiro. Ficam na altura da janela. Levam galhos para a rústica construção. São como eu, voltam para casa o quanto podem e se abrigam das feras. As feras estão em toda parte, menos no meu ninho. Há uma porta, um computador, um rádio, uma janela e um telefone. São canais que me ligam ao exterior. Eu vejo as feras no computador. É quando aparecem mais assustadoras, se pavoneando, mostrando os dentes e tentando ser sedutoras. Eu nunca me manifesto: que não saibam que eu existo. À noite tomo um chá. Queima a boca, eu gosto. Ontem o telefone tocou e eu estava tomando um chá. Respondi com uma voz fumegante. Fiquei com medo que não ligassem mais. Não tenho amigos, mas aí a ter inimigos, não dá! Eu não tomo remédios, mas alguém me indicou o Oxalato de Escitalopram. Mas para comprar só com receita. Então fui ao médico. O homem me examinou, mediu, dissecou. Descobri que eu era um doente, crônico, um neurastênico, quase oligofrênico. E com pressão alta. Observei as pombas da janela do médico e perguntei-lhe se ele gostava de caminhar. Ele me olhou desconfiado e eu imaginei as neuroses que ele estava descobrindo dentro do meu cérebro inocente. Fui saindo de mansinho enquanto ele escrevia alguma coisa. Deveria ser uma sentença. Um diagnóstico. Um epitáfio. Cheguei à farmácia com a receita. Os nomes dos remédios pareciam fórmulas químicas e eu, assustado, não comprei nada. Voltei para o meu quarto e fui ouvir uns discos. Essas coisas modernas não têm cheiro, nem vida. A música do vinil fluía junto com o som da agulha correndo pelos sulcos. Havia ruídos, estalos e uma sonoridade sofisticada e quente. A Wanda Landowska e o chá de capim cidró, isso combinava, mas queimei a boca de novo. O toca-discos era um mecanismo, mas não era uma criação que produzisse um som fantasmagórico como o do CD. Manifestação dos elétrons do micromundo. Já sonhei com os espíritos e mesmo já os ouvi. Ficam sob a minha janela cantando para mim para que eu fique louco. Serei um louco que acha que é médium, ou um médium que ouve espíritos loucos? Uma vez eu comprei uma tartaruga chinesa de pelúcia e dei de presente. Não gostaram. Então eu pedi de volta e nas noites quentes sonho em nadar nos trópicos com a tartaruga em evoluções fantásticas à luz da lua cheia. E também com as minhas bonecas espanholas ao som da salsa e do merengue. Ontem me lembrei de um tio, já morto. Já foi tarde. Como é bom envelhecer e ir ficando livre das malas. Haverá um dia, depois da guerra, da peste e da fome, em que eu estarei sozinho. Tão só que eu não vou ter mais motivo para não me conhecer profundamente. Depois de muitas décadas não haverá gente no caminho e eu vou poder me encontrar comigo. Vou estar em cada esquina, em cada bueiro, em cada ninho de pomba. Vou me enxergar como eu sou, não como agora em que deixo partes invisíveis. Vou me desejar sem a interferência de toda essa poluição humana.

​"Antes dos seus pés tocarem o chão, a graça já pavimentou o caminho. Respire gratidão: o Arquiteto da sua manhã não comete erros."

Entre Espinhos e Aurora

Nasci do barro, irmão da ventania,
Com os pés feridos pelo chão cruel;
Cada derrota, amarga liturgia,
Vertia fel no cálice do céu.

Vi a esperança em farrapos, mendiga,
Dormindo à sombra fria da aflição;
E o medo, como antiga serpente, instiga
A desistência dentro do coração.

Mas quem atravessa o abismo sem recuo
Aprende que a vitória é cicatriz;
Não nasce do conforto, calmo e nu,
Mas do suor que a própria dor bendiz.

A vida é um ferreiro impiedoso e austero,
Que dobra a alma ao peso do martelo;
Só faz da pedra um monumento inteiro
Porque insistiu em golpeá-la belo.

Assim caminho, entre o pó e o destino,
Sem negociar meus sonhos com a sorte;
Pois todo homem que suporta o espinho
Já venceu metade da própria morte.

Se o mundo ri do passo vacilante,
Que ria! A estrada pertence a quem persiste.
A glória não floresce num instante;
É fruto da raiz que nunca desiste.

Que hoje tenha gosto de recomeço, de pés no chão, sabor de vitória e aquele toque suave de Deus em cada momento... Que o meu coração se alegre, se renove e sinta todo a paz que é dada pelo nosso criador. Obrigada meu Deus por mais esse amanhecer maravilhoso em que tenho a honra de poder contemplar... Bom Dia!

Pés no chão, evita grandes tombos;
Um passo de cada vez, evita grandes perdas;
Molhar o pé, evita grandes frustrações;
Pé atrás, evita decepções;
Passo maior que a perna, causa arrependimentos;
Enfiar o pé na jaca, causa confusões;
Estar aos pés de alguém, causa desilusões;
Meter os pés pelas mãos, causa conflitos.

O amor é algo que dispara nosso coração e nos faz tirar os pés do chão nem que seja por segundos

Mantenha o foco, os pés no chão, a cabeça erguida olhando na direção, sem desviar o alvo do objetivo.

Porque voce me faz por os pés no chão, e toca sempre nos assuntos que me esquivo. Faz como os outros, fala do meu sorriso, não do meu silêncio.

Inserida por PamellaFerracini