Se Nao for para Voar Nao Tire meus Pes do Chao
Você pode até não ser uma inspiração para o mundo, mas pode ser um mundo de inspiração para uma pessoa.
Você não deve permitir que outra pessoa dite como você deve viver. Não baseie sua vida em outra pessoa; ao se moldar para não perder alguém, por pena ou medo, você se perde e se desvia do propósito da sua alma, que é se encontrar. Se você não descobrir quem é e qual é o seu propósito, não conseguirá escrever sua própria história e acabará vivendo como um mero coadjuvante nas histórias dos outros.
Os estudos humanos afirmam que adoecemos por não perdoar, os estudos divinos diz que libertamos pessoas quando perdoamos. Então quem é o prisioneiro e devedor não é a vítima e sim o que fez o mal.
A terra e a sua plenitude pertencem ao Senhor e quem não crer nEle tem um encargo de consciência pesada.
Não demora revelar o que está oculto em seu coração, porque seus pés tropeçarão de dia, caindo por terra o que estava escondido pelas trevas.
O batismo da Bíblia é por imersão, e não por aspersão, porque os pés podem fazer tropeçar todo o corpo, justo porque não foram lavados como foi a cabeça.
Não ande com os pés sujos de pecados na Casa de Deus, uma vez que Ele aceita o seu arrependimento para lavar primeiro o coração para que todo o seu corpo esteja limpo e saia livre da condenação eterna.
Não ponha seus pés e sua cabeça em redes ou pirâmides da perdição financeira, evitando que se torne um dos seus investidores prejudicados posteriormente com alvos, realizações e sonhos, administrados por dinheiro inconfiável de terceiros.
Guarde os seus pés para não se tornarem tropeços na vida, vigiando os seus humildes passos para subirem no pódium dos vencedores.
fui ajudar
e acabei prejudicado
Mesmo assim
não me contive
em ajudar novamente
A mesma pessoa
Usei cautela desta vez
E percebi que por pouco
Não fui apunhalado de novo
Ninguém muda o seu ímpeto
Mesmo que pelo bem ou pelo mau
Dias ensolarados não são suficientes pra fazer verão. É necessário o grão de areia nos pés, a agua salgada e as vezes até uma leve brisa no rosto para nos lembrar da estação. - E não estou falando de clima.
Teus sinais me confundem da cabeça aos pés, mas por dentro eu te devoro. Teu olhar não me diz exato quem tu és, mesmo assim eu te devoro. De frases róseas ditas por uma boca de mel, embebo-me desse cálice o qual não apto estou a perceber as velhas e amargas raízes desse licor tão doce. Junto-me ao frenesi poético das penas e das tintas que querem marcar o mais desejado dos papéis. Vejo flores em você e entre essas flores mando novas flores feitas de pétalas do mais puro desejo, botões velados do anseio de em dia de chuva brotar raiz em teu peito e em dia de sol desabrochar breve, suave e constante sobre sua bela face. Entre tantas perguntas, livros mal lidos por falta de concentração e pequenas e brandas mentiras, sinto que às vezes esconde de mim as poeiras de tua vida marciana. Muitas vezes me faz cera ao ignorar minhas candências. Se ouso, dissuade-me. Se atrevo, inibi-me. Se falo, cala-me. Dissuadiste-me sem nada dizer. Inibistes-me em puro silêncio. Por que não cala-me estas palavras com um som onomatopéico de um beijo?
Ele mergulhou até o fundo e ela só molhou os pés. Não perca a fé. Garoto. Mulher é curiosa, ela vai querer ver o que tem no profundo desse amor.
" Não precisamos ter o mundo aos nossos pés para ser feliz, precisamos estar aos pés de Jesus Cristo para estarmos feliz com Deus ..."
#Essa é a promessa de Deus ...
Tamoatá
Tamoatá não é só um peixe,
é uma palavra que aprendeu a andar.
Inventou pés onde só havia barbatanas,
carrega no casco histórias que desafiam o seco
e planta memórias no fundo das lagoas vazias.
Quando a água foge, ele permanece.
Não se assusta com a ausência,
seu sonho o umedece.
Respirar fora d’água é a poesia do Tamoatá:
ele mastiga o ar como quem se alimenta de esperanças.
É peixe do mato, de água pouca e chão úmido,
veste o barro como quem carrega sua pele.
Faz-se rio onde só há poeira,
e, no silêncio das várzeas secas,
aprendeu a ouvir a fala das poças.
Tamoatá é peixe caipira,
conhece o mato como quem conhece o caminho de casa.
Ele não tem pressa,
faz do brejo um campo de repouso.
Com seus pés de peixe, planta passos na terra molhada,
ensinando ao tempo a ser lento, a ser raiz.
Ele prova que, fora da água, a vida também tem suas correntes,
mesmo que sejam mais lentas.
Esperança é um menino de pés descalços brincando entre nós. Não se contenta em esperar, mas age com a simplicidade dos pequenos gestos. Vive o presente como quem descobre um inseto no quintal, agradecendo ao passado sem se deixar aprisionar por ele. O passado é um rio. A vida segue. O futuro deve ser olhado com a calma de quem observa nuvens. Algumas coisas mudam com nossas mãos; outras, como o tempo, nos cabe aceitar. Isso é esperança.
