Se Fiz Ta Feito
AFLIÇÕES
Quem fui para questionar 'quem sou'?
O que fiz que me transformou, no amigo?
Quem amei para questionar aquele que me amou?
As realidades perversas provacam a minha.
As maldades diversas são rainhas.
As decisões reversas alimentam idéias pequinininhas...
O que sou para ter medo, daquilo que vou ser?
Quando percebi que não paro de crescer?
O que é o amor, agora, posso responder?
Qual é o sentido que faz o fruto amadurecer?
Vou no passado para aprender;
No futuro para conhecer;
No meu céu estrelado para espairecer;
No momento presente, vou! Para envelhecer...
O tempo no espaço faz o laço!
O amigo na tristeza faz o abraço!
A realidade por sí só faz o cansaço!
A palavra na emoção faz o compasso!
A emoção na palavra faz...
Aflições em mim, hoje, são flores em um jardineiro...
Poesia filosófica
Tento entender da cicatriz que carrego, tento entender como eu a fiz, não me lembro de ter ferido, mas acabei ferida tantas vezes que talvez não tenha mas tanta perspectiva se elas uma dia vão para de existir.
As pessoas reclamam quando me veem partir, mas, nunca pensam no POR QUE fiz isso, ninguém me perde de vez, sempre é aos poucos de forma lenta e gradual, e uma vez fora da minha vida é impossível retornar.
VEIOS
E o trem partiu
Ficou o vazio
E um arrepio
Não dei um pio
Me fiz de frio
E por um fio
Brotou um rio
A Deus confio!
✍️Eu fiz o que podia e o que sabia, tentando sempre aprender, com as ferramentas que recebi e aprimorei, para melhor educar meus filhos. Se errei ou se acertei? Não sei. Fiz o que podia, como me falou meu pai um dia, eu dei o que pude de mim mesmo.
♾️🕉️💜❤️👣👣✔️👁️👁️
Coisas que eu gosto
Não quero ir à praia
é muito quente;
Não vou para a academia
fiz exercício dobrado ontem;
Não sei se vou para a festa
é muito barulhento;
Não irei a escola hoje
tô muito cansada;
Não estou afim de ir ao shopping
vai vocês
Não quero jantar agora
Não quero ver filme
Não quero levantar
Odeio essas pessoas
Odeio sair
Odeio viver.
Eu já fiz isso enumeras vezes, me arranquei de espaços sem olhar para trás.
As vezes o espaço que me colocavam era tão grande, que me sentia pequena e outras era minúsculo, nem me encolhendo eu caberia.
Mas desta vez, você que não quis ficar no cantinho que reservei pra ti, também não olhou para trás.
Me fiz amparo, paciência, e peguei no colo seus traumas, como se pega uma criança indefesa, com todo cuidado que pude. Quando você por medo, perdeu sua razão, eu a devolvi.
Quando eu por medo perdi a minha, você se foi.
E acho que tudo bem, vai ficar tudo bem.
Voltei e olhei seu cantinho sem você, só com lembranças... e porra, como doeu.
Parei, pensei e chorei...
Então essa é a dor, falavam mesmo que doía e eu não entendia.
Agora está vindo de dentro de mim, começou pelo estômago, mas no estômago?
Me lembro muito bem, falavam que vinham do coração, que confusão.
Será karma ou minha mente está me pregando uma peça?
Loucura... Será que estou tentando explicar o inexplicável?
A dor de ter levado um soco no estômago, sem o soco, é bem real pra mim.
Eu sei, devemos nos adaptar a diversas situações da nossa vida, criando diferentes versões de nós mesmos, para diferentes momentos.
Mas esta minha cópia corrompida insiste em estar presente em todos.
Da música, fiz meu abrigo,
hoje, olho-me no espelho
e consigo reconhecer-me,
o meu canto é um reflexo
do que sinto
após ter enfrentado alguns medos
e dizer-me finalmente
"seja muito vindo meu eu verdadeiro".
Meus atos?
O que eu fiz até hoje para chegar ao meu objetivo?
Uma série de coisas, mas acredite em mim.
Foi em vão.
Insuficiente.
Não valeu.
Não fez a diferença.
A minha dor tem causa. Minha depressão foi motivada.
Minha morte talvez não seja compreendida, e inevitavelmente cairei no esquecimento.
Depois disso eu passarei a eternidade num mundo bem pior que esse, porque me contaram que quem tira a própria vida não tem salvação.
Todos me olham sem exceção
Se soubessem...
De tudo que já fiz
E do que posso fazer
Abaixaram os olhos
Teriam medo
Permaneço intocado e casto
Esperando o retorno do meu amo
Fiz uma análise introspetiva sobre mim e concluí que não existem refeições gratuitas. Há sempre uma causa-efeito, uma consequência. Ninguém dá nada a ninguém a troco de nada.
O segredo está no alcance, no retorno material ou imaterial e nas expectativas altas ou baixas do mesmo.
Passo a explicar-me.
A verdadeira caridade não é dar o que temos a mais, ou que já não gostamos, ou quando não utilizamos ou melhor, o que não nos faz falta...a verdadeira caridade é partilhar um osso com um cão quando temos a mesma fome ou mais que o pobre cão.
Não há caridade sem amor já sabiamente escrevia São Paulo aos Coríntios. O verdadeiro amor envolve sacrifício, entrega total e nunca parcial.
Contam-se, hoje, pelos dedos os verdadeiros beneficentes...
Me dê apenas teu abraço, teu beijo, teu coração. Compreenda e me apoie como eu fiz quando você começou a viver. Da mesma maneira que te acompanhei no teu caminho, peço que me acompanhe para terminar o meu, com muito amor, para o todo e sempre.
2014 foi pra mim um ano de observação. Não fiz muitos amigos, não vivi grandes relacionamentos, mas vivi intensamente com a minha filha. Agora, no último dia do ano, naquela reflexão normal que fazemos da nossa vida, vejo que memorizei algumas pessoas que impressionaram-me pelo exemplo que deram e dão em suas vidas. A minha reflexão neste final de ano é, em síntese, uma homenagem que presto à probidade, à inteligência, à educação e dedicação ao trabalho motivado, enfim, ao exemplo de vida que me dão os que tive o prazer de conhecer este ano.Todos que, sem dúvida, não passaram apenas pela minha vida. Mais do que isso, viveram comigo a minha vida em todas as suas incertezas e angústias. Foram amizades sinceras que construí e que nesta reflexão vejo que deixaram uma réstea de luz em minha vida, pelos caminhos que trilharam em suas vidas. É claro que muitos mais poderiam ser alinhados, sob esse aspecto, nesta reflexão. Parentes, amigos de infância, dezenas de pessoas com as quais mantive relacionamento à vida toda, mas que não tiveram espaços em suas agendas nem para uma ligação em 2014... Fixei-me então, neste último dia do ano, nesses poucos pinçados da memória, sem preocupação com a posição ou graduação maior ou menor que obtiveram na sociedade em que viveram e vivem.Reflito também sobre gente indiferente... Percebi que há muita similitude do farol na escuridão com quem não dá à juventude, ou que não é capaz de dar à juventude, todo o brilho da instrução. Espero para 2015 que o meu ambiente continue sendo a vida. A vida de alguém que perdeu as ilusões mas não os gestos necessários, que não reza e fala pouco, mas que continuará desejando que o Amazonas continue desaguando no Atlântico, que algum presidente realmente apareça querendo governar o país, que o Ministro da Fazenda um dia fale que a inflação vai cair de verdade, que a Funai não vai mais desconhecer as reais necessidades dos índios, que os gêneros de primeira necessidade no mercado vão parar de sofrer aumento nos preços, que os supermercados vão parar de, impunemente, furtar o povo com seu engodo de promoções, que a corrupção vai deixar de ser intocável, que o comércio do ensino deixará de engordar com suas taxas de mensalidades escolares e universitárias cada vez maiores, que as mordomias deixarão de obedecer as ordens dissimuladas que vem do Planalto, que se tenha cada vez menos espaço para políticos demagogos que continuam dando entrevistas sobre soluções que nunca irão fazer sair do papel, que a poluição deixe de contaminar os mares e rios, que os americanos deixem de pregar a paz fornecendo armas para as guerras que eles mesmos fomentam por razões políticas e econômicas, que os Árabes e Judeus deixem de construir novas guerras, apesar dos acordos de paz que vivem rasgando, que os negros e homossexuais possam ser cada vez mais respeitados numa sociedade ainda racista e preconceituosa. E que também, em compensação, as sementes continuem virando flores, que o amanhecer e anoitecer no Rio continue lindo do jeito que é, que a lua da minha serra continue inspirando os poetas, que a grande torcida do Fluminense continue cabendo dentro de uma Kombe e que Valentina, Hanna e Cacau continuem sendo as três mulheres da minha vida. #AnoNovo
Eu sempre fiz questão de te ouvir, meus braços te dei pra que neles se afirmasse, te abracei, suas lágrimas sempre enxuguei, te apoiei e te dei forças para seguir sempre em frente, e quando mais de ti precisei e de joelhos dobrados sozinho com meu choro fiquei, tudo isso pra mim não deixar em palavras o seu triste adeus, escrito por Armando Nascimento
Nunca diga no seu amanhã, o que fiz de minha vida, porque isso dependerá do que você fizer no hoje,
Hoje me vi amargurado, então resolvi soltar as emoções, rasguei o verbo, te amo, me fiz de cruel busquei lembranças de milhares de amores que não se fizeram eternos, amargurado abracei a solidão, me vi nas esquinas das desilusões, e em um copo e muito cigarro busco destilar minhas nostalgia, sufocado pela vida estou, não a mais argumentos que possa fazer dessa vida eu sebtir prazer,
