Se eu Pudesse Pegar todos seus Problemas
Que Lua é esta? Tão linda, que me convida a visitá-la.
Queria Lua, ter uma escada que pudesse fazer eu chegar perto de ti....
Queria poder dar um pulo e me segurar na primeira estrela para poder contemplar de perto toda sua beleza...
Oh Lua dos apaixonados! como ficar perto de ti? nada posso fazer...a não ser, admira-la daqui mesmo e sei que gostas da minha presença...Sinto que provocas os meus sentidos e aflora pensamentos e desejos censurados...sendo a responsável pelos uivos dos lobos...pela conversa do vento, pela transformação dos lobisomens...
De repente, vejo- te se envolver entre os lençóis e ali se esconde, anestesiando a noite e tornando-se narcisista dos teus próprios encantamentos.
Pensamentos!
Tem coisas que fico a me perguntar...
Existiria alguém que o pudesse explicar?
Acho que não, e me perco na razão...
Não adianta ponderar.
Eu só sei sentir, não sei falar...
Deixe a razão sensível também, como se pudesse se surpreender com o mais básico, para que do mais básico possa explorar... as coisas mais simples escondem certas vezes as coisas mais complexas.
Inclinei meu ouvido, para que pudesse ouvir as palavras sabias daquele que me dá disciplina perfeita.
Sou filho teu, dou-te deveras meu coração e meus olhos agradam-se de olhar para a beleza de teus caminhos.
“Ah!... Quanta saudade”
Ah!!
Quem me dera pudesse estar junto de você agora!
Iríamos ouvir o barulho da chuva sobre o telhado… e agarradinhos iríamos nos aquecer.
Ah!
Quanta saudades eu tenho, de novamente estar contigo!
Com certeza falaríamos do intenso amor… que existiu entre nós dois.
Ah!
Se fosse possível voltar os dias e parar o tempo… com certeza iria escolher o melhor deles.
E tenha a certeza amor… seriam dias de grandiosas alegrias.
Ah!
Que dor é está que sinto ao pensar em você?
Será que você ainda existe pra mim,como existo pra você?
Ah!
Me diga que sim… vamos meu bem. Diga sim ao nosso amor!
Assim sendo… irei a qualquer hora ao teu encontro.
Ah!
Tira de dentro de mim este nó.
Esta coisa de distância, que tanto me sufoca… arranca de vez esta dor.
Ah!
Eu tentei te esquecer… como tentei.
Mais o longo tempo que nos uniu… ele não quer se apagar.
Amor…
Vamos nós mesmos voltar no tempo?
Porque te amo e sei muito bem…
Ah… como me ama também!!!...
Admilson
O AMOR
Hoje busquei no fundo da alma
Alguma coisa, algum sentimento
Algo que se pudesse expressar
Através das palavras passadas para o papel
Ou digitadas através de um teclado
Fussei, busquei e encontrei
Encontrei você, guardadinho no fundo da alma
Num compartimento muito especial
Onde guardo o amor.
O amor pela minha família, pelos meus amigos
Amor que tenho por você
Você que sempre lê o que escrevo
E por hoje ser um dia especial da poesia
Não chega ser uma poesia
Mais achei que o amor merecia
O amor que encontrei no fundo da alma
LáFeOli
Se você pudesse ler meus pensamentos, saberia que ocupa uma boa fração contável da minha tentativa de estar racional.
Se ela pudesse ver dentro do meu coração, se ela pudesse ver por uma única vez dentro do meu coração, será que ela poderia me amar?
— COMO FUI FICAR ASSIM POR ALGUÉM QUE É SÓ UMA IDEIA?
Por acaso
E como se, sozinho, pudesse mudar o mundo! Pudesse deixá-lo melhor, ou pelo menos próximo do ideal. E como que por instrumentos pudesse navegar pelos céus, legislando em causa própria, sendo prepotente, arrogante, egoísta - como nunca fui, como pensei que talvez nunca viesse a ser. E como se de mim dependessem os mais fracos, e fraco, eu não correspondesse às expectativas.
E a véspera do ano novo titubeasse, feito um bêbado as margens da via observando o fluxo do trânsito - como se previsse um acidente. Mas tudo não passa de um grande incidente... Minha presença neste lugar, tais pretensões, tal ausência. Puro acaso!
Em meio a tudo isso, imerso em meu próprio mundo - mesmo que sem intenção - tive a impressão de que o lugar estava ficando menor, diminuindo, diminuindo-me - não de tamanho. De humanidade talvez! Não sei explicar.
E era como se eu esperasse, só esperasse, sem a pretensão da chegada de alguém, as margens da via, da vida - esperasse. Só esperasse. Assim como quem nada espera, só espreita – arguto amiúde, solitário em uma mesa de bar. E como se esperasse a morte, e só a vida se fizesse presente - nas buzinas efusivas dos carros no fluxo fluido da via, e no Tissss... do gás escapando apressado de dentro das garrafas de cerveja, abertas quase todo tempo.
E como se negasse tal ausência... Insólita, visceral, sobre-humana – meu corpo fosse se desfazendo de sua altivez, fosse perdendo sua rigidez; e meus olhos fossem esmaecendo, perdendo o brilho, se apagando; e suas cores fossem se desbotando, se descolorindo, deixando de ser. E ainda sozinho no bar, eu ouvisse cadeiras sendo arrastadas abruptamente, e ouvisse barulho de vidro tinindo no chão e se partindo em mil pedaços, em pedaços tão minúsculos quanto eu naquele momento. E as vésperas do ano novo, semi-anunciado no céu pelos fogos apressados de alguns e pelas milhares de pessoas bêbadas que surgidas do nada, agora me faziam companhia, abraçando-me, oferecendo-me champanhe e celebrando em voz alta enquanto diziam umas as outras, incessantemente: FELIZ ANO NOVO!
E como em todo fim... Felicidade ou tristeza, prazer ou dor, sorrisos ou choro – com ou sem lágrimas. E assim como em todo fim um reinício, uma nova oportunidade de ser o que se quiser ser – diferente de antes, melhor que ontem! De fazer algo por si mesmo, ou de fazer o mundo pequeno diante de teus mais agudos anseios de mudança. E depois de tudo isso... As pessoas ao redor, desconhecidas entre si (em sua maioria) agora se abraçavam, se curtiam, e pareciam felizes de verdade! Se talvez já fosse ano novo... Mas nada era novo ainda! Nem o ano, nem as pessoas, nada. Eu não entendia o porque de tanta inquietação. Era véspera de ano novo! Véspera.
Se fosse com você... Se você tivesse um amor e não pudesse ficar com ele, como nos contos de fadas. Uma madrasta e duas irmãs que sentem inveja de você e te trancam para você nunca falar com seu príncipe? Uma rainha má, com medo de perder a coroa te envenena com uma maçã? Uma maldição de roca de fiar?
Não tem fada madrinha que possa lhe dar um vestido de uma hora para outra... Não tem maçã e beijo de amor verdadeiro para acordar de uma maldição. Eu bem que queria que isso acontecesse.
A maldição deles é bem pior: Eles tem que colocar um simples sorriso no próprio rosto para agradar a todos. Simples sorriso para nós. Um ato doloroso para eles.
UMA OBSERVAÇÃO...
E ela queria que ele pudesse vestir e tirar o seu casaco que ela chamava de impaciência. Coisa descartável. Desagradável.
Aquele seu "rabujem"... Cão sempre quase mal disposto!
Assim... Como se fosse um casaco pesado duma cor sem graça:
E que ele pudesse deixá-lo sempre na porta de entrada da apertada casa. Haja que não combinava nada, sobretudo, com o sobretudo negro que ela vestia quase sempre.
E ficavam os dois no mesmo tom:
Desafinados em cor e tom.
Se Schopenhauer pudesse falar
Sobre poesia, ritmo e rima
Não haveria grandeza escalar
Que definisse a poesia mínima
Os mais altos graus de vontade
Pela poesia são alcançados
E não a simplicidade
Onde muitos são controlados
Pela rima, pelo ritmo
A história e a experiência
Estão para a poesia
Tal que nos dão consciência
Da essência do dia-a-dia
Não há natureza humana
Que pela história seja representada
Onde a essência emana
Como na biografia tão bem explicada
Se houvesse a ideia e dela a poesia
Eu, até a esmo
Nada mais mostraria
Que a essência do si-mesmo.
Nunca pensei que um homem pudesse sentir saudade. Dizem que a palavra não existe em nenhum outro idioma, mas eu conheço o seu significado: A alma procura a outra na velocidade do desatino. Não há lugar senão para a busca. Nenhuma satisfação que não seja o encontro. Nenhum engano possível porque a alma sabe exatamente qual a outra é. É aquela. Em tudo maravilha, que encontrada seria uma no eterno abraço. Por que não cala o trovão na mente? Por que não seca a lágrima da obsessão? Por que não cessa essa falta que enfraquece, essa dor que apenas cresce? Por que não fecha o peito ardente? Demente! No teu abismo presente ouve o ruído dos pássaros. Então cai eternamente. Eu não sei se é verdade que de saudade também se morre, mas é melhor morrer do que sentir saudade.
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