Se ela quer Voar a porque tem Asas
(Poeira Cósmica )
Somos poeira,
Viemos dela e para ela voltaremos
Mas nesse meio tempo
Nos pomos a vagar ;
Nessa estrutura temporária
Ficamos a nos debater
Sempre a procura de um norte
Sempre a procura de um lugar onde nos encaixaremos,
A penar, a penar
Por essa selva de pedra
Invisíveis e tão pequenos
Nas multidões
Infinitos e gigantes dentro de si.
Por favor, passarinho que canta na minha janela, vá até ela e lhe diga que estou com saudades. Diga que lhe mandei um beijo do tamanho do mundo, que eu passei por sua vida com uma vontade enorme de fazer moradia.
Como eu vou falar pra ela
Que agora é só ela que eu quero
Se todos que já foram dela
Não foram assim tão sinceros
Essa mulher é uma loucura
Ela atropela feito um tanque
Ela é o vocal do sepultura
Cantando aquela do skank
Eu piro quando ela chega
Eu piro quando ela vai
Eu piro quando ela se entrega
Quando ela se esfrega e quando a roupa cai
Dizem que a lua
É minguante
Mesmo estando nessa fase
Ela não se esconde no alto do céu
Ela está lá
Demonstrando um sorriso brilhante
Pra acender a saudade no peito pulsante
Se houver variação de conduta por parte de uma pessoa nos lugares em que ela frequenta em médio prazo ela ficará sem credibilidade, porém se agir em constante equilíbrio demonstrando que nela há princípios nunca faltará quem a respeite.
Se a ignorância não é a doença do presente e do futuro,
ela é a mais nova doutrina que o povo acolheu e com ela não aprendeu ainda se dela libertar.
Ela é o caos, a confusão, a loucura. Ela é a ordem, a tranquilidade, a lucidez. Ela é tudo e ao mesmo tempo nada.
Primeiro Réquiem
Só a loucura faz sentido
Só ela serve de abrigo
Deixe a sanidade em seu jazigo
E o bom senso perdido
Olhe meu amigo
Um mundo distorcido
Seja bem vindo
E venha comigo
De valores invertido
Há de ficar enrubescido
Com o que digo
Palavras em castigo
Fique de orgulho ferido
E ache o próximo artigo
A amizade é algo indescritível, ela é a junção de muitas coisas que existem por aí. A amizade não é como uma simples nuvem que some em meio à escuridão, mas ela é como o céu que te acompanha em qualquer estação. Ela tem uma grande semelhança com as estrelas, não simplesmente por seu valor infinito, mas principalmente por seu poder de nos manter iluminados. As ondas podem passar e levar os amigos pra longe, mas o tempo sabe melhor do que ninguém que tudo o que é bom sempre vai voltar. Ela é como uma série de tv, simples e cativante, daquelas que te prendem em cada episódio, e que as temporadas… Ah as temporadas não tem fim. Um jogo onde não existe só um vencedor, pois já é vitorioso quem faz parte dele. É um livro de páginas incontáveis, onde o autor são todos aqueles que vivem a história. Refúgio de alegria, um farol a te guiar, um portal pra esperança, o ato mais puro de amar. Ela é um baú de recordações, um flashback de momentos, onde cada sorriso é guardado com todo sentimento. Os ventos uivam a seu favor, e sua essência é mais bela que uma flor. Essa é a amizade, e é um prazer conhecê-la, sua experiência com a vida nos faz lembrar que os amigos são feitos pra se guardar. A amizade une laços, desfaz os nós, e mostra ao mundo que o nosso lar é onde o coração está, pois é lá que os amigos vivem, e eles sim que fazem a vida valer a pena, valer o céu, e valer o mundo todo. Então obrigada amizade por existir, você é um portal de entrada pra felicidade, você nos proporciona os sentimentos mais sinceros que alguém pode ter, é você que nos faz ver o mundo de outro ângulo, é você que cura as feridas, que renova nossa história, eu tenho que admitir que a vida não seria nada sem você, pois sem você qual seria a graça de viver ?
" Nem tudo que é poderoso é ruim . Uma faca é ruim ? Ela só é ruim se estiver nas mãos de uma pessoa cruel , porque se estiver nas mãos de um cozinheiro , ela renderá ótimas receitas . "
A mulher honrada, não deve agradecer. Ela já é um uma poesia de Deus, que veio pra nos ajudar a vencer.
Eles querem guerra e eu quero amor
Ela vem toda cheia de mistério
Querer me encontrar
E eu fico bem sério
Finjo que não quero nada
Que amo a madrugada
Mas na verdade te amo te espero
E te ter aqui é tudo o que eu mais quero
Mas eu sou cheio de marra
Anjo da cara fechada
Ei vem menina linda
E me hipnotiza
Me brisa, alucina
Por você eu Caio na rotina
Vem viver minha vida
E a dor paralisa
Com você eu vivo onde for
Eles querem guerra e eu quero amor
A guerra que só trás o mal, que vá pra bem longe
eu quero a verdade, onde a bondade se expande
quem quer a maldade irmão?
quero o bem de todos nesse mundão
e ela só me trás paz
não sei como ela faz
só sei que rapaz..
disso tudo eu quero mais
ela sabe que eu faço só com ela
acima de todas, ela sempre é a mais bela
ela sabe que eu também vou dizer
então amor eu escrevi pra você ehh
Ei vem menina linda
E me hipnotiza
Me brisa, alucina
Por você eu Caio na rotina
Vem viver minha vida
E a dor paralisa
Com você eu vivo onde for
Eles querem guerra e eu quero amor
Meu pai nasceu nessa casinha da pintura. Ela era exatamente igual esta retratada aí. Esse quadro foi pintado antes da casa virar ruínas e sempre que o olho, navego a um passado que me trás recordações quase vivas em minhas memórias.
Casa de tijolos de barro, piso de terra batida quase cinza, janelas e portas de madeira rústica entalhadas pelo formão e pelo machado, tranquilamente trancadas por tramelas. As madeiras do telhado eram feitas artesanalmente de majestosos troncos de árvores nativas da região e nas suas telhas de barro ainda podia se ver os rastros das mãos habilidosas de quem às fez.
Era linda. Arrumadinha. Fresquinha e cheirosa. Cheirava a rosas durante o dia e o perfume de jasmim invadia os cômodos à noite, com a sutileza que beirava a perfeição. Escondidos sobre a beleza da simplicidade os móveis pesados e robustos, arranjados com matéria prima que trazia mais vida ao lugar. As camas bem simples forradas com esteiras de talinhos dourados e pesados colchões de algodão cru, recheados ricamente com capim seco. Jarrinhos de flores, o pote, a moringa com água, o candeeiro com sua mancha de fumaça preta na parede e as imagens de Santos e Santas, faziam a decoração típica do interior da Bahia.
Nas recordações que meus sentidos me trazem, consigo sentir o cheirinho de café moendo, da panela de ferro cozinhando feijão catador, da lenha do fogão a lenha queimando, até o estalinhos eu consigo escutar. Ficava ali encostadinho observando aquelas cores vivas que o fogo improvisava, a dança louca das labaredas e imaginando que a fumaça que saia bailava ao comando de minhas pequenas mãos.
A visão pelas janelas me parecia quadros. As plantas, as árvores maiores, a vegetação nativa, tudo era encantador. O abacateiro grande e frondoso na lateral fazia sombra para o engenho de cana e o forno de farinha. Abacate, rapadura e farinha é a combinação perfeita. O pé de cereja com suas texturas, cheiros e cores era algo que se sobressaia no quintal, perto do rego de água, fazia sombra para as galinhas e aninhava passarinhos de todas as espécies que procuravam por seus deliciosos frutos. Eu era um desses passarinhos, com a habilidade de criança magricela escalava o mais alto que podia e ficava ali, vendo o tempo passar e comendo cerejas. A cerca que rodeava a casa era também por onde passavam várias pessoas a caminho de outros lugares e um cumprimento alegre era praxe. Toda criança que passava gritava um “Bença!” e ganhava um “Deus te abençoe” de cortesia e de coração.
Os sons ao redor da casa compuseram as melodias mais harmoniosas que já escutei. O radinho de pilha ligado em alguma estação, os pássaros livres e cantadores, as aves no quintal piando descompassadamente pra lá e pra cá, o barulhinho bom do rego de água que cortava fora a fora a linha do quintal, os berros do gado e dos bezerros, o relinchar dos cavalos acordando, os latidos dos cachorros mateiros, faziam daquilo tudo uma composição ímpar, transformavam a algazarra matinal em música pra mim.
Mas havia ainda o maestro. Calmo, porém opulente. Forte, todavia tranquilo. Imortal. O Arrojado! Aquele rio de águas doces, límpidas e frescas, era o que permitia se viver ali e o seu ronco, meio canto, meio barulho era ouvido de longe, de qualquer lugar. O arrojado como o próprio nome diz era destemido, cortava as terras desde o Gerais e levava vida a tudo e a todos. Era ele quem mandava.
Banhar nas águas daquele rio era um capítulo a parte, era a aventura maior de todas e ir além de onde se conseguia colocar o pé no chão, me exigia uma coragem sem tamanho. Com os pés flutuando meu coração ia à boca, de medo e de respeito pelo rio. “Rio não tem cabelo menino”, eu escutava dos mais velhos a advertência e assim procurava sempre respeitá-lo como se respeita um Mestre.
Várias lendas e histórias eram contadas a respeito das águas do Arrojado. Algumas pra rir, outras pra meter medo. Quem nunca ouviu falar do Nêgo D’àgua? Aquela criatura imaginária, folclórica e bagunceira deixava minha imaginação fértil. Sempre fui doido para vê-lo, ainda não tive a sorte.
A noite, sentado nas cadeiras no quintal da casa, podíamos ver o maior espetáculo do mundo: O céu!!! Que lua imponente e gigante, dava pra ver a luta de São Jorge com o Dragão todas as noites. Quantas estrelas vinham exibir seu suntuoso brilho. O céu era magnífico e eu ficava por horas, paralisado, olhando pra cima, desenhando coisas, ligando pontos, viajando pelo espaço daquela imensidão de pontinhos de diamantes. Somente os vagalumes, aquelas estrelinhas que voam perto de nós, quebrava o hipnotismo. As candeias disputavam a atenção com sua pequena chama laranjada e seu cheiro gostoso de querosene queimando. A luz mesmo estava era dentro daquelas pessoas: Luz Divina, era a luz de Deus que nos protegia, iluminava e acalentava a noite de sono.
Naquela casinha onde meu pai nasceu, passei bons momentos de minha vida, talvez por conta da dureza da vida e do aprendizado recebido, forjei um pouco do meu caráter, aliás, forjamos, pois somos uma família unida e numerosa e todos que beberam da água do Arrojado se tornaram homens e mulheres virtuosos e agradecidos por ter naquelas casinhas simples da região, um berço de sabedoria, humildade, simplicidade e amor pela vida.
A memória dentro de nós é um tesouro que estará sempre conosco, não pode ser roubado, não deve ser vendido e jamais deve ser esquecido.
À casinha e tudo que ela representa, meu muito obrigado!
Aos bichos e a natureza que vi e me viram crescer, muito obrigado!
Ao Arrojado, meu rio, meu muito obrigado!
Aos meus avós, pais, tios, primos e irmãos, muito obrigado mesmo, família é tudo!
Obrigado Deus, serei eternamente agradecido por viver isso tudo!
SONHOS E ILUSÕES!!!
Ela o amava e nos seus sonhos mais lindos desejava com ele tocar as nuvens.
Ele era dono de um coração aventureiro queria mergulhar no mar e nao buscava um porto para atracar .
Ela sonhava ser só dele por toda vida dividir com ele cada desejo e suspiro de amor ela o amava de tal maneira que seu mundo era ele...
Ele queria ser livre para em cada porto dormir em um abraço diferente sem apego ou qualquer vinculo que tirasse sua liberdade..
Até que um dia vida o fez ver que ela era feita de sonhos e ele de ilusões.
E em busca dessas ilusões ele a perdeu.
Pois o que ela realmente buscava, era ser amada e ele não a soube amar !!!
Daniela Kenia
Na vida a gente sempre vai ter alguma coisa mal resolvida, a priori ela nos dará uma sensação ruim, porém chegará um momento em que vamos olhar essa "angústia" como um aprendizado muito importante.
Eu aprendi com a vida quem nem sempre a pessoa é o que a gente pensa ou que gostaria que ela fosse,então não se iluda com quem você não conheça pois um dia ela pode te surpreender.
-Marcela Lunna
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