Saúde Pública

Cerca de 18 frases e pensamentos: Saúde Pública

Sou dependente de duas drogas. São elas a droga da "Saúde Pública" e a droga do "Transporte Público".

Iago menezes
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“(...)Eu proponho uma campanha de saúde pública: vamos ser mais bem humorados, mais desarmados.Podemos ser cidadãos sérios e respeitáveis e, ao mesmo tempo, leves.Basta agir com delicadeza, soltura,autenticidade, sem obediência cega às convenções, aos padrões, aos patrões,Um pouco mais de jogo de cintura, de criatividade, de respeito às escolhas alheias.Vamos deixar para sofrer pelo que é realmente trágico, e não por aquilo que é apenas incômodo, senão fica impraticável atravessar os dias”

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A saúde pública esta muito próxima à privada!

Jú Albuquerque

o mal da saúde pública no Brasil é conseqüência da má distribuição de recursos financeiros e seu péssimo atendimento

Thiago Lucas Correia

Saúde Pública?

Em conta-gotas anda a Saúde Pública?...
Em conta-gotas d’Água...
Em conta-gotas de Sangue...
Em conta-gotas de Lágrimas.

Poeta Nelson Martins

"Na área da saúde pública (SUS), não espere um elogio pelo trabalho bem feito. Para o usuário do SUS, trabalho bem feito é sua obrigação"

Norival R Silva

A saúde particular é tao privada quanto a saúde pública.

Juahrez Alves

Para que o caos na saúde pública termine de vez, é necessário que os membros do Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário recorram ao SUS quando necessitarem de atendimento médico e hospitalar.

Gil Nunes
Inserida por GilNunes

Caos

Correr, correr, correr o que? A multidão. Cantar os hinos. Caçar Promoções. Saúde pública distribui vacinas em larga escala. Maratona. Qualquer lugar tem tudo. Tem gente. Tem mundo. Pressa de sair. Se afastar dos olhos. Nunca dos olhares. Pressão.

Correr, correr, correr o que? A mão única. Os olhos no asfalto.
O grafite no papel, antes de dar as costas, com um aviso. A deus sempre.
Para deus todo o mundo, os restos mortais e o sacrifício. Adeus!

Correr, correr, correr o que? De saída pro mundo dentro d’uma bolsa. Levar quase nada. Mandamentos práticos de suporte pro caso de não saber sobre a própria vida. Suporte o mundo. Leveza é mais um peso.

Correr, correr, correr o que? A corrente. Carrega a própria âncora o navio. Vai livre e seguido.
Em elos fluidos transita a liberdade enfileirada. Passa boa parte dela por entre poucas e incontáveis passadas. E a consciência livre determina qual será o próximo passo. Livre e seguido.

Não cabe a mim correr o que caminho.

Tiago landeira
Inserida por landeira

Saúde Global

Não há investimento de fato em saúde pública quando a reflexão dos gestores de saúde está em satisfazer a cadeia de hospitais e centros de recuperação em detrimento de políticas públicas sólidas de controle e prevenção dos aspectos sociais que condicionam o desencadeamento das enfermidades.

Em vez de investir maciçamente em hospitais para recuperação de fraturas e enfermidades, o mais sensato em ambientes escassos de recursos é investir em campanhas educacionais que limitem os riscos de acidentes e exposição ao agente causador da enfermidade. Estejam eles onde as práticas da observação nos fazem visualizar como fatores preocupantes: nas atividades esportivas, no trânsito, no ambiente laboral, no seio doméstico, nas zonas de risco e atividades desempenhadas por cidadãos fora do seu ciclo normal, condicionado as áreas recreativas e modismos de comportamento que possam afetar a integridade física dos organismos biológicos.

Também, não há que investir maciçamente em procedimentos cirúrgicos, e sim, evitar que cidadãos cheguem ao ponto de ter que realizar tais procedimentos. Tornando os centros de consultas e hospitais existentes em redes preventivas de coleta de materiais sanguíneos, em que os cidadãos anualmente deveriam usar o sistema de saúde público para efetuar uma série de exames clínicos correspondentes a sua faixa etária de forma preventivamente.

Por que não premiar quem cuida de sua saúde preventivamente com incentivos fiscais? Por que não gerar metas para o cidadão realizar após sua consulta anual e ser incentivado também para atingir seu objetivo na consulta do próximo ano?

Prevenção é mais barato, menos traumatizante e mais humano como método eficaz de manutenção da vida.


Max Diniz Cruzeiro
LenderBook Company

Max Diniz Cruzeiro
Inserida por LenderBook
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INCOERÊNCIA E IRRESPONSABILIDADE

O ministro da saúde e dirigentes de órgãos de saúde pública do país orientam que evitem aglomerações para que o vírus H1N1 não se prolifere, entretanto em Fortaleza as festas se espalham por todos os lugares da cidade, desde os promovidos pelo governo do estado e prefeitura, quanto os promovidos por instituições particulares.

Enquanto isso, as igrejas pedem que se evite o contato direto nas missas, as autoridades da educação solicitam aos estudantes resfriados que fiquem em casa.

É tanta incoerência e irresponsabilidade na realização dessas festas e eventos, no atual momento, que não consigo dimensionar a ignorância dos que as promovem.

Dizem que tais eventos têm que se realizar para evitar prejuízos financeiros nas atividades turísticas.

Agora eu pergunto: qual será o prejuízo moral, ético e material depois dessas festas, no caso da proliferação do vírus H1N1?

Todos sabem que medicamentos e internações hospitalares são caríssimas em qualquer lugar do mundo. E quem vai pagar tais custos? Com certeza o lucro dessas festas não paga poucos dias de medicamentos e internações hospitalares, no caso da proliferação em massa desse vírus. É bom que se diga que os hospitais públicos são precários e carecem do mínimo necessário para atender a população pobre que mais necessitará de tais serviços. Na realidade, o que acontecerá mesmo é o abandono de milhares de humanos nas portas dos hospitais, sofrendo e morrendo a míngua.

É isso que se chama de lucro? É isso que se chama de progresso? É isso que se chama de lazer? É isso que se chama de turismo?

Não, meus caros leitores, isso se chama IGNORÂNCIA, PSEUDO-PROGRESSO, ALIENAÇÃO e PERCEPÇÃO FALSA DA REALIDADE.

Resta-nos apenas torcer e pedir a providência divina que nos livre de uma grande pandemia do vírus H1N1.

Fábio Oliveira, engenheiro eletricista
Inserida por fabioxoliveira2007
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Economistas estudam a renda, peritos em saúde pública se debruçam sobre taxas de mortalidade e morbidade, demógrafos se concentram em nascimentos, mortes e dimensão das populações. Todos esses fatores contribuem para o bem-estar, mas nenhum deles é o bem-estar.

Angus Deaton
Inserida por pensador

A saúde pública e financeira dos mais necessitados está acima dos interesses políticos.

Helgir Girodo
Inserida por HelgirGirodo

Só quem depende e usa a saúde pública sabe que o sistema, seja estadual, federal, municipal, além de burocrático, é precário e politiqueiro.

Oubí Inaê Kibuko
Inserida por oubi_inae_kibuko

Caímos do Paraíso e a ambulância do SAMU está sem gasolina? Quem irá nos socorrer?

Luiz Guilherme Todeschi

A comunicação é essencial para cuidar de pessoas e alcançar bons resultados

J. Antônio Cirino
Inserida por j_antonio_cirino

A violência contra a mulher não se trata apenas de um problema social e jurídico, mas também de saúde pública em que agressões sobrepostas e acumuladas, dependendo de sua gravidade e continuidade, podem ocasionar distúrbios mentais, afetivo-emocionais, problemas de incapacidade física, muitas vezes com danos irreversíveis.

Soraya Rodrigues de Aragao
Inserida por AlquimiaPsi

UPAs/SUS: é ver para crer!

Com breve frequência, gente que nem conheço, mas, indicados por pessoas amigas às quais, nessas horas, fico pensando que na verdade, é aquele tipo de "amigo" que, por algum motivo, não me quer bem, surgem em minha porta, me trazendo pedidos ou perguntas inquietantemente desagradáveis!
Fazem estes, uma "ginástica" imensa, para me encontrar, pois sabem que não tenho apreço nem intimidades com essas modernidades, como telefone celular e, nesse campo, parece-me que há uma reciprocidade, pois as modernidades também não fazem questão nenhuma de criar vínculos de aproximação comigo!
Numa dessas visitas, um senhor, adepto do SUS, veio me incomodar e tentar me converter para o que nomino “Saúdismo Público”!
Ele, sem cerimônias, foi logo adentrando em minha casa e pelo seu caloroso e entusiasmado discurso, me deu a impressão de ser ele, um desses seguidores de seitas!
Tinha comigo que tamanha insistência objetivava a buscar maravilhar-me com a eficiência do atendimento médico prestado naquele, digamos, “templo”, que reunia, em um espaço físico indevido, pequeno e mal enjambrado, com recursos limitados de medicamentos e materiais médicos, notando-se haver mais seguranças armados que médicos e enfermeiros somados em quantidade, atendendo aquela massa de doentes, cada qual acompanhado de um amigo ou familiar ou simplesmente, desacompanhados. Dei-me por vencido ante tamanha insistência e o acompanhei a uma Unidade que chamam de UPA, e, logo na chegada, constatei que havia ali toda qualidade, raça e tipos discrepantes de pessoas enfermas e meu "acompanhante", apontava aquelas pessoas com um brilho no olhar, como se fossem resultados de um milagre, me dizendo; “daqui há pouco, todas essas pessoas sairão daqui com suas receitas para se curarem!”.
Olha, reparei que havia um quadro eletrônico que informava a chamada das senhas já distribuídas e que tais senhas já ultrapassavam a casa dos 800 numerais.
Confesso que temia ser contagioso aquele "gosto" pela longa espera de atendimento, ao ponto de se somarem em horas para ser chamado para uma sala de Triagem e ser atendido por um auxiliar de enfermagem, que definia "urgências e não urgências médicas", e cuidei-me de não ceder ao que tentava me convencer o amigo de meu amigo.
Estava convicto: não me converterei ou cederei a ser adepto desse desumano e falível Sistema Único de Saúde, amigavelmente chamado SUS, e pronto!
Quando avisaram que não haviam mais senhas a serem distribuídas, pensei, pronto: “agora, é que estou lascado, vou nessa tal UPA, chego com um início de gripe e, com tamanha sorte de amigos que tenho, saio de lá, no lucro, com uma pneumonia e machucado com a quebradeira que se deu início ante a tal comunicado”!
Mas, para cumprir minha palavra e parar de ser incomodado pelos “devotos” dessa quase religião, em companhia de meu cicerone, “Ti Neguin”, um homem confiável, contudo, um "chato de galochas, como dizia minha mãe, por ser insistente e curioso, mas um cidadão de boa fé, que ali frequentava, em espaços de tempo amiúde, dizendo mais claramente: “quase que diariamente, um desses “templos” de acolhida de enfermos”, e, principalmente, pra ficar livre desses infindos e desagradáveis convites, foi a razão da aceitação de ali estar!
Era uma visão aterrorizante: ver aquele aglomerado de centenas de pessoas de todas as idades: cadeirantes, idosos e crianças deitados em macas improvisadas, sobre pedaços de papelão, se cobrindo com surradas mantas, velhas e esgarçadas cobertas, sem uma cor definida e, mesmo assim, a primeira impressão que tive foi: “isso aqui deve ser muito bom, senão, estaria vazio!”.
Já estando na entrada, ouvi gritos que vinham do meio daquela multidão, que cheguei a crer estarem ali para pagarem alguma promessa: “gente, acode aqui, que a mulher desmaiou!”, mas, pior, o que mais me chamou a atenção foi a informação no painel eletrônico: “tempo médio de espera: fita verde: 07:40 minutos – fita amarela: 03:20 minutos, o que seriam tais “fitas” que teriam de esperar atendimento"? Preferi nem perguntar!
Só me tranquilizei um pouco quando percebi que aquele “mar de gente” poderia ser facilmente dividido em duas metades: uma que rezava e rogava para ser atendida e outra, que não se desgarrava de um terço já dominada pela aceitação de que o milagre da cura chegaria bem antes do atendimento médico.
Me convenci do que já me era uma certeza: “isso aqui não é pra mim não!”, e logo quis ir embora. Mas, “Ti Neguin”, empenhado em me converter ao “Saúdismo Público”, sugeriu que eu conversasse com algumas pessoas que usavam um adereço verde em um dos pulsos e cedi ao pedido, "puxei" assunto com um senhor, aparentemente idoso, mas lúcido, que ali aguardava sua vez de ser chamado para ser atendido pelo médico e iniciei a conversa: - “como vai o senhor”, perguntei e a resposta, veio de pronto: “esperando a morte! Tem oito horas que estou esperando para ser atendido e há pouco, avisaram que vai demorar, que é para termos paciência", mas o pobre sofredor não conseguia convencer a febre e nem a dor nas costas a terem a paciência que estavam pedindo e confesso que o assisti a não conseguir, a febre aumentou e as dores daquele ancião, em minutos, venceram-lhe a vida!
E assim, em poucos minutos e algumas breves conversas, me dei conta que aquele lugar tinha uma estreita e amiúde relação com o purgatório, num é?

Múcio Bruck
Inserida por mucio_bruck