Saudades de Quem Mora longe

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⁠“É na ausência, e apenas nela, que a consciência nos cobra o que o conforto silenciou. Pois é fácil calar-se quando tudo ao redor nos embala em omissão.”

⁠“Escolhas negligentes não nascem do mal, mas da ausência: ausência de presença, de consciência, de coragem para olhar o que realmente importa.”

⁠“Nada permanece sem equilíbrio. Até o amor, quando demais, pode sufocar e precisar de ausência para continuar.”

Saudade é a falta, a fome, a sede;
A vontade do que não se tem
É o que ficou do que um dia se teve

Acreditem!




Tão próximos e tão distantes assim como a lua e a terra tem sua distancia, porém estão tão próximas e conectadas através das suas interações reais e surreais aos olhos nus,


O amor é uma responsabilidade afetiva que está em nossa consciência, ela pode se esconder, fingir que não existe, mas possui um vínculo eterno.

Estou a uma experiência relacional de distância da mudança de minha crença nuclear.

O Tempo de Agora

Não olhes para trás com pesar ou saudade,
o que passou já escreveu sua história.
Guarda no peito apenas a verdade,
o amor que ficou e a tua memória.

O que foi dor, serve como aprendizado,
mas não deixes que te prenda ou te impeça.
Liberta o que já não está ao teu lado,
o mal se desfaz, o bem permaneça.

Quem partiu deixou sua marca e lição,
seja doce ou amarga, ficou lá atrás.
Hojo tu segues com fé no coração,
fazendo do presente a tua paz.

Tens em tuas mãos o poder da mudança,
a força que vence qualquer batalha.
Crê em Deus, crê em ti, mantém a esperança,
que o futuro se tece com o que hoje trabalha.

Vive intensamente esse momento,
sorrir, amar e florescer.
O mundo responde ao teu sentimento,
e a felicidade... já está em você.

"Existem dias que se definem apenas pela nossa ausência; neles, o mundo acontece à revelia do nosso olhar."

Quando sua ausência é sentida, o seu valor é notado.

“A solidão nem sempre nasce da ausência de pessoas, mas da falta de profundidade íntima. ”

ENTRE DOIS AMORES, O RASGO INVISÍVEL DA ALMA.
Há uma dor que não nasce da ausência, mas do excesso. Não é a falta que dilacera, mas a coexistência de dois afetos que se recusam a morrer dentro do mesmo coração. Amar dois seres é habitar uma encruzilhada onde cada passo é uma perda irreparável.
O rompimento, nesse cenário, não é apenas uma decisão. É uma amputação íntima. Ao escolher, não se abandona apenas alguém. Abandona-se uma possibilidade de si mesmo. Uma versão da própria existência que jamais se cumprirá. E isso pesa. Pesa como aquilo que poderia ter sido e não foi.
Entre dois amores, não há inocência. Há consciência aguda. Cada gesto torna-se cálculo moral. Cada silêncio, uma confissão. A alma divide-se entre o dever e o desejo, entre o que acalenta e o que incendeia. E, no instante da ruptura, nenhum dos lados vence. Ambos deixam marcas.
A dor que surge não é simples saudade. É uma espécie de eco contínuo. O amor que permanece não desaparece. Ele se recolhe, torna-se subterrâneo, mas continua a existir como uma presença velada, insistente, quase espectral. E aquele que parte carrega consigo duas ausências. A de quem deixou e a de quem nunca poderá ser plenamente.
Há, porém, um rigor inevitável nesse processo. A vida não sustenta indefinidamente duas verdades afetivas em conflito. Em algum momento, a realidade exige unidade. E essa unidade cobra um preço. Romper é aceitar esse preço sem garantias de alívio imediato.
Com o tempo, a dor não desaparece. Ela se reorganiza. Deixa de ser ferida aberta e torna-se memória estruturante. Ensina sobre limites, sobre responsabilidade emocional, sobre a gravidade de envolver destinos alheios em nossas próprias indecisões.
E talvez a compreensão mais difícil seja esta. Amar, em sua forma mais elevada, também exige renúncia. Não apenas do outro, mas de si mesmo enquanto centro absoluto do desejo.
Porque entre dois amores, não se escolhe apenas quem fica.
Escolhe-se quem se terá coragem de perder para sempre.

" Aquele que ordena a própria consciência segundo o bem descobre que Deus nunca esteve distante, apenas aguardava ser reconhecido na retidão silenciosa do próprio espírito."

A Resiliência do Tempo, Quando O Passado Ecoa no Presente

Eco de um passado distante, mas que ainda se faz presente como uma grande porta que fica aberta permanentemente, ecoando o fato de autora, talvez, uma prova de que o tempo também é resiliente.

Ecoa materializado em alguma construção antiga, nas suas paredes, utensílios, artes e cenários ou guardado em uma memória viva — na mente daqueles que vivenciaram ou dos que ouviram e leram atentamente.

Ecoado por estar descrito nas páginas de algum livro de história entre a escrita, a fala e a leitura; nas suas marcas deixadas pela natureza, ecoando de várias formas e até espalhadas pela selva de pedras.

A dor da perda nos afirma como humanos e nos afortuna com a saudade. Não tenha medo da dor; perceba-a como aprendizado e como um novo caminho.

' MÃE '


Mãe é sorrir , cuidar e amar,
É também em silêncio
De saudades chorar.
Mãe um amor tão profundo,
Que Deus nos deu de presente
Como anjo neste mundo .


Mãe é colo, Abraço, amor que abriga
Que castiga mas também é amiga
Desde o ventre, o coração
Esse amor interliga


Mãe, pequenina palavra
amor incondicional que não se descreve
Um amor infinito que nunca prescreve


Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados Sob a Lei 9.610/98
Registro:N° 122958067065

A tarde ensina o crepúsculo nos últimos raios do pôr do sol, quando pássaros distantes se acomodam no céu do dia, que passa lento no domingo pleno de paz e esquecimento. A cidade silencia a máquina no dia das mães e comemoro os filhos que eu não tive a habitar os espaços com uma doce ternura de ausência. E não há arrependimento se muito se sabe das escolhas da vida. Estou viva e não há na sala nenhum ser que fala. Nas linhas de minha mão encontro o meu mapa, que afirma que tudo tarda e nada indaga. Penso em você que pode ser qualquer pessoa que a câmera enquadra. Sua figura em imagem que menos diz do que uma cantiga passada. Porque tudo é contemplação se os pés serenos pisam o chão da história construída com a memória de dias leves que deixam sua marca no destino, se o passado e o agora faz o futuro. E sinto algo dúbio entre uma saudade vaga e a vontade de não revistá-la. É como querer e não querer simultaneamente. Uma figura que mais bela se faz no passado e no presente encontra pouco espaço. E se demora além da hora, se ainda falo e digitam os dedos. E penso em uma calma certa, que nada me falta, se te ver deixa minha alma atravessada, mais procuro minha voz encarnada. A calma e o tédio cruzam um limiar, que é justamente onde te encontro em minhas lembranças. Tudo é pura distância se desconheço o passar dos instantes e habito o tempo psicológico que muito mais é relativo, se memórias esquecidas ainda povoam o presente e se senta em minha frente. O encanto se perte no palpável. As coisas findas, muito mais que lindas ficarão. Ouço murmúrios de poetas antigos que na sala conversam comigo. E cito seus versos como se fossem meus, já que em meu ser floresceu. E muito além vou quanto mais autêntica me faço e poemas revoltosos são mais teatro do que verdade, se me tenho contida e mais me abro para a vida. Também não me calarei, mas que minhas palavras sejam sucintas e não se demorem, pois que o verso chore calado e se vai fatigado quando se alonga em controversas que não acrescentam cores a minha tela. Mais um domingo se passa e no silêncio de minha casa tenho um coração em brasa, que é intenso quando fala e é intenso quando cala. Senhora Dona Sancha, coberta de ouro e prata, mostre a felicidade rara. Queremos ver sua cara. Logo vai raiar a madrugada. Fui no tororó, beber água não achei, achei a Mona Lisa, cujo sorriso não me esquecerei. A renascença chove em meu rosto e haja vista o que já está posto. Fui no tororó, beber água não achei, de sede de amor eu não morrerei.

Eu percorri km de distância, a distância que nos separava, moldei meu ser, me distanciei de muitos contratempos, me senti amada em muitas situações, afastei o que conheço e apostei todas minhas fichas no desconhecido porque me apaixonei, porque ele era tudo o que eu queria, tudo o que eu visualizava diante de mim, desisti de momentos, empregos, apegos, material, moradia, tempo, ignorei todos os fatos que me faziam querer desistir e perdoei cada situação e honrei cada passo que ele deu enquanto estávamos distantes pois a distância só fazia aumentar a vontade de amar ele, honrar, tornar ele uma pessoa importante pois ele não se sentia assim, sentia como um pássaro numa gaiola e eu o libertei de suas amarras mas ele simplesmente me deixou pra trás e saiu voando sem olhar pra trás, sem ligar para como eu me sentia e para o quanto eu sofreria com a partida dele, a partida das emoções, do amor, do respeito, da honra, todas as partidas possíveis, mesmo depois de tudo o que eu sacrifiquei por ele, eu fui um vulcão de amor, carinho e sentimentos perante suas costas mas seu amor só vale diante da minha face, pois era só eu me tornar costas que tudo mudava e eu deixava de existir, saiba que você sempre existiu pra mim.

⁠⁠Se por algum motivo, um dia ficarmos distantes, serás pelo menos uma agradável lembrança, quando eu avistar um pôr-do-sol radiante no fim de tarde diante do mar, bem no horizonte ou algumas flores, principalmente, as tulipas, cativantes e delicadas e ao admirar um luar apaixonante de uma noite enluarada.

Tendo esta presença tão simples, linda e marcante, não podes ser esquecida, já que, assim, evidencia a tua natureza entusiasmante que inspira e alegra ricamente o semblante, então, és notadamente resultante da sabedoria divina, um regalo expressivo na mente pra ser lembrado sempre que possível.

Dito isso, espero honestamente que possas mudar aquilo que for necessário, mas que a tua vívida singularidade seja preservada, guiada continuamente por Deus, contrariando as possíveis adversidades, desta forma, serás felizmente lembrada, abençoando e sendo abençoada.


Saudades,
Baú do Passado
que possui duas Chaves
Uma é a da Tristeza
para as perdas não superadas
A outra é a da Gratidão
Para cada ocasião desfrutada
também guardada no coração,
Ele é sempre carregado,
mas deve ser sabiamente aberto,
o presente não deve ser atrapalhado,
é preciso seguir em frente.

⁠Algumas saudades se multiplicam
num expressivo sentimento
que deixa cada vez mais difícil
de esquecê-las ou de enumerá-las
como as muitas estrelas que brilham
no imenso universo,
não dão sossego à mente por um tempo,
às vezes, provocam risos,
outras vezes, trazem lamentos.