Saudades de Quem Mora longe
Queria poder falar esse segredo, mas a distância entre nós é maior que esse sentimento e não consigui evitar.
Não tive a intenção de me apaixonar. acredite!
Juro que me segurei, infelizmente esta sendo foi mais forte do que eu.
Fico sozinha em mim, tentando entender o porque desse sentimento e isso me faz sofrer, a distância atrapalha.
O que estou sentindo é especial, mas tenho coragem de mergulhar fundo.
Tenho medo de sofrer!!
Quando perdemos alguém querido, temos uma única certeza "Todos os dias a SAUDADE vai bater em nossa porta"
A sua ausência repentina não justificada me assombra, várias e várias e várias coisas passam por minha cabeça. Enfim... Por favor, volte...
De tão tão distante
Para além do horizonte
Nem perto nem longe
O vento do litoral verdejante
No mar há virtude elegante
Milagres acontecem
Como romance .
A ausência, considerada uma falta de Educação entre os povos e as nações, é suprida pela construção das Políticas Públicas.
VIOLÃO DA SAUDADE
De tempos em tempos,
flutuando entre o abandono e a adoração,
entre o barulho e o silêncio,
entre a vida e a morte;
você sai do canto da sala...
no canto da vida,
deixa seu sono profundo,
me empresta seu corpo num abraço,
se deixa ser tocado, cantado e desafinado para me encher de vida!
Sem se preocupar com o estrago ou com os vizinhos, me diverte, leva alegria até minh’alma
Quem sabe chega ao céu o som da saudade!
Arrebentem-se as cordas, mas não meu coração!
ai por Deus,
Como dói meu peito agora
Eu quero gritar
A saudade da minha casa
Me faz em prantos ficar
Sempre me pego a chorar
De tanta tristeza e saudades
O que desejo de verdade
Era te ter em meus braços
Te dando todo afago
Sem esperar nada em troca
E assim ver teu semblante
De tranquilidade e ofegante
Em mim com todo teu calor
Mas só me vejo sozinho
Sem teu amor e carinho
Meu peito acabado de dor.
TEM SAUDADE, TEM ...
Hei de sentir uma sensação que não impeça
Qualquer coisa que da emoção seja nascida
Tentando surpreender, criando sem pressa
O soneto, que diga, quão ao coração és vida
No exato amor, talvez seja a essencial peça
Poética, e um sentido na paixão repartida
Em que, em ter-te, é prazer, é bom à beça
Concebendo ventura, a chave na acolhida
Há no cerrado um senso de melancolia
Sem o teu olhar, alegria e, só em tê-los
Tudo fica tão mais sedutor no meu dia
Sim, muito mais agrado, quimera e além
Do cheiro, beijos, aqui nos meus apelos...
Tem saudade, tem! E dela eu sou refém! ...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
22/02/2021, 10’21” – Triângulo Mineiro
As lembranças de um Agosto em Paris, teu rosto me diz que não vai mais voltar.
A saudade de um eterno aprendiz, pelos muros do país; visão do teu luar.
"Esquisita...sou eu!
Já fui tachada de estranha
Fora da curva, da casinha
Distante dos padrões
Pouco afeita a cerimônia e cerimonial
Um pouco diferente?!
Nada dentro do esperado...
Um ser mutante, mutável
Metamorforseada em muitas
Fases mil, facetada
Mudanças sempre à vista
Há quem me creia instável
Prefiro ser dita "indecifrável"
Buscadora e caminhante
A mim mesma desvendando..."
Eu conto : saudade de contar meus “causos”.
Meu cachorro Branco passou mal ontem, tadinho. Sujou a varanda e jogou o tapete por cima, o levado. Faz bagunça e esconde … mas não tinha tapete pra tanta coisa !
Ficou lá na varanda, o bichinho; não entrou mais na sala, onde gosta de ficar.
Quando eu cheguei na varanda e vi aquilo tudo, olhei pra ele, ele olhou pra mim ainda deitado e ficou esperando.
Eu falei pra ele : passou mal porque comeu a ração do gatinho, né Branco?
Ele levantou, veio pra perto de mim, me olhou com carinho como que me pedindo alguma coisa. Depois foi até o portão e de lá olhou pra mim de novo. A Pequena Preta ficou impaciente, parecia chorar mas não estava brava como de costume. Ela ja sabia, eu ainda desconfiava.
“Você quer ir pra rua né Branco?”, perguntei pra ele. Há muita verdade nesse olhar de cão.
Falei com ele : vai um pouco, quando eu voltar você entra, tá bom?
E fui comer a canjiquinha do Marcinho, aquele manjar dos deuses. Não sei quem ficou mais triste sem aquela delícia … não fez ontem mas ja temos um encontro pra próxima quinta. Ele prometeu.
Chegando em casa, “lá vem” ele - como falava meu amigo contador de histórias inventadas, que adora o “lá ia” - . Chegou, brincou, pediu carinho - que retribuí, lógico -.
Não entrou. Foi andando, olhando pra trás me mostrando o caminho como se me chamasse pra ir - pra eu me alegrar com o convite -, mas era só mesmo pra mostrar que ia e por onde iria. Desconfio até que tem uma morada fixa por ali, mas sempre volta.
Ainda agorinha (umas 4 e pouquinho) acordei, li mensagem triste que não quis ler ontem pra dormir tranquila, e fui lá fora abrir o portão pra ele. Não estava. Ainda não. Com esse frio, cão de rua que é, certamente achou um abrigo pra dormir. Quem sabe a tal morada fixa? Mais tarde vem tomar o leitinho dele. Tomara!!!Comidinha caseira é bom mas o que cura mesmo é a grama, o capim da rua.
Depois conto o retorno do Branco e a alegria da Pequena Preta. Ela nao sai do portão.
Essa historia é verdadeira, uma “fábula parabólica”.
Bom dia pra quem é de amor.
Bom dia pra quem não é de amor … ainda!
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