Saudades de Quem Mora longe
Sempre vão estar presentes na nossa vida,
Os que presentes fisicamente não estão mais...
Saudades dos seres e pessoas amadas e queridas,
Que não esqueceremos, mentalmente e carinhosamente jamais...
A saudade de quem tá longe é realmente iminente,
Me faz parar pra pensar o quanto você tá ausente,
Uma irmã? Uma amiga?
O que podemos combinar?
Vamos parar pra pensar em o que podemos se chamar ,
A certeza de que tenho é uma grande admiração,
De uma pessoa de coragem de alguém de bom coração,
O pedido que eu tenho é que Deus te abençoe,
Que realize seus desejo logo agora e não deixe pra depois,
Alguém como você mereço toda felicidade ,
Alguém de coração puro
Que é feliz que age sem maldade.
Em pequenas palavras ou texto ainda não dá para expressar,
O carinho que tenho por te a vontade de te abraçar .
Garanto que nessa vida ainda quero ter vários momentos ,
Mostrar minha amizade te fortalecer com sentimento.
Laurinha na minha vida você é alguém além de especial de janeiro a janeiro de Natal a Natal,
Sempre vai estar em meu coração como um grande amor fraternal .
Os dias passam, pesam e ferem. A saudade é o teu rosto estampado dentro do meu peito, que se recusa a deixar-te. Tua lembrança continua em mim, intocável no mundo que construímos para nós dois. Então, um dia, quem sabe, conversaremos!
Rodrigo Gael
"Não há nada mais doloroso do que a dor da saudade. Sim, da saudade do filho que partiu para sempre".
Vem olhar para mim como a última vez.
Na praça católica, nas tuas esquinas que sei que era distante, mas não deixei aquela menina, e fui atrás para onde for distante das coisas que perdi e encontrar o que tenho todo tempo para ir…
Minha saudade tem um nome
"Amo-o tanto, mas não tenho coragem de contar a ele."
Quem ama não pode ter medo. Vá em frente, diga.
"E se ele não me amar de volta? Não direi. Não vale a pena arriscar!"
É preciso ter coragem para viver,
Aproveitar o tempo e as oportunidades;
Afinal, sempre será um: "o máximo que eu posso receber é um 'não'."
Por mais que fique a dor em seu coração.
Mas, afinal, que medo tão banal.
Medo tens de ser rejeitado ou tens medo de não ser amado?
É sempre a mesma coisa:
"E se..."
"Mas, mas, mas, mas..."
Dentre tantos "E se", nunca parastes para pensar no: "Mas, e se o amor for mútuo?"
Tua vida será sempre tão reclusiva do amor por medo?
Esperarás que outra pessoa tome coragem à frente de tu?
Medo tenho de ter o teu medo.
Para viver é preciso coragem.
Coragem para saber qual será o "e se" que pensastes correto.
Não sabemos período de vida.
Mas, algo que eu sei é que se vives com medo, não estás vivendo.
Estás meio morto em sua vazia existência.
Qual o sentido da vida se tens medo?
O que resta para tu fazeres já que não tens coragem?
Afinal, acaba que tudo isso que digo será sempre uma grande hipocrisia...
Pois, a minha saudade tem um nome.
Mas, ela só é saudade, só é uma dor no coração porque jamais tive coragem de saber qual o "e se" da minha história.
Por que sabemos pouco de Eva?
A ausência de informações sobre Eva é um sintoma de algo maior: a invisibilidade das mulheres na narrativa religiosa. Essa exclusão sistemática moldou não apenas a religião, mas também os valores e estruturas sociais que dela derivaram.
Há algo de belo nos amores impossíveis
são como estrelas,
brilhantes e distantes
nascem de um olhar…um sorriso, um quê que atrai como imã
só quem vive sabe
não tem fim.
adormece em meio a outroa amores, passam-se anos e um olhar tudo desperta.
sempre o “e se”
mas não é.
existe entre sonho e realidade num futuro distante de um passado
porque sabem que se pertencem
tudo se encaixa como se revivessem tudo mais uma vez
almas presas em agonia numa teia de fios da vida que puxa pra perto
perto….perto,
mas não tão perto a ponto de serem um.
ele é padre, ela casada
ele é rico, ela pobre
ela tem 25, ele 50
ele Brasil, ela China...
….
almas gêmeas estão fadadas a se encontrarem, não a ficarem juntas.
mas que há algo de belo nos amores impossíveis, há.
Serei eu o reflexo de um passado distante,
Uma sombra que caminha comigo?
Serei eu o espelho de um futuro errante,
Um sonho que se apaga ao amanhecer?
Ou sou apenas o reflexo de agora,
Um instante que mal se segura,
Que nasce, respira e logo vai embora,
Sem deixar rasto, sem moldura?
Serei eu reflexo ou serei origem?
Sou a pergunta ou a vertigem?
Deixou Moçambique com sonhos na bagagem,
Levando a coragem e o peso da saudade.
Buscou em Portugal um novo horizonte,
Cruzou mares e terras, desafiou a fronte.
No peito, a memória da terra natal,
Na mente, a esperança de um futuro igual.
Trabalha, persiste, sem nunca ceder,
Trazendo consigo o desejo de vencer.
Entre dois mundos, encontra o caminho,
Raízes profundas, mas segue sozinho.
É a história de um jovem que sonha e não para,
Carregando Moçambique em cada jornada.
Te colocando pra fora aqui, pra que não me sufoque sua ausência.
Ausente do meu lado, do meu corpo, das minhas mãos, da minha boca, de entre minhas pernas...
Te colocar pra fora aqui, pra eu não sucumbir a mim.
Quando Eu Te Quis
Quando eu te quis, eras horizonte,
distante, intocável, como o pôr do sol.
Chamei-te em silêncio, e o eco das horas
respondeu com um não, seco e só.
Eu te olhava, desenhando futuros,
enquanto teus olhos vagavam além.
Te dei meu afeto, sem medo, sem muro,
e recebi o vazio que me cabia tão bem.
Agora, chamamos de amizade
o que restou do que nunca começou.
Somos risos breves e uma saudade
do que talvez, um dia, se formou.
Mas te confesso, sem mágoa ou lamento:
quando eu te quis, era puro e real.
Hoje, somos brisa num tempo cinzento,
amigos, talvez, mas nada igual.
E assim seguimos, distantes e perto,
trocando memórias sem aprofundar.
O que era desejo ficou deserto,
mas te guardo ainda, como o mar guarda o luar.
A inércia coletiva, longe de ser uma ausência inofensiva, configura-se como a renúncia tácita à soberania, permitindo que interesses sectários se apropriem do espaço decisório. Nesse vazio volitivo, a democracia se fragiliza, convertendo-se em arena para hegemonias estratégicas.
É Natal...
É Natal quando um abraço rompe o silêncio de uma ausência.
É Natal quando o olhar brilha mais pela presença do outro do que pelo reflexo das luzes na árvore.
É Natal quando o pão é repartido, não importa o tamanho da mesa.
É Natal no gesto de perdoar, mesmo que o orgulho insista em calar.
É Natal quando a mão estendida é mais forte que a palavra negada.
É Natal quando a simplicidade é suficiente para preencher o coração vazio.
Porque Natal não é o dia, é o sentimento.
É o instante em que escolhemos semear amor no lugar da indiferença.
É o momento em que percebemos que a maior riqueza não se encontra em presentes, mas na presença.
Todo dia pode ser Natal...
Quando cuidamos uns dos outros,
Quando damos à vida o sabor da esperança,
E quando entendemos que o verdadeiro milagre não está no que esperamos, mas no que doamos.
Isso é Natal. E o Natal, quando nasce em nós, pode durar para sempre.
A saudade que consome:
- Não ter saudade esquecer o que foi vivido no primeiro olhar,
perante esse primeiro olhar expressa o seu brilhar,
um brilhar afetuoso melancólico como risadas de um sonho eterno amoroso,
que nem mesmo víboras satânicas possam afastar,
aí mais que saudade sou de pensar como expressar,
será que a saudade ira se apagar.
-Ter saudade sofrer como se a morte estivesseperto de você,
dias como se fossem semana, semanas como se fossem anos,
ai que saudade morrer ou viver, morrer significa esquecer um remédio que pode te carecer,
viver sofrer enquanto estas em pé, como continuar se a saudade esta preste até consumir,
contar para que a maldição possa sumir, único risco que o lírico possa enfrentar dor ou morte, aceito ou não, é a resposta do consume perecera.
Tanto mais caminhou em direção aos homens,
mais se distanciou de Deus.
E ao se distanciar, mais se confundiu, mais se
iludiu, mais se perdeu.
Alma e Sonhos
É como ter todos dentro de si,
E estar em todos, sem jamais partir.
A saudade, essa parte que falta,
Viver sem ela é viver sem alma.
Voar... Ah, voar...
É a paz que vem sem a gente esperar.
A calma que mereço, mesmo sem saber,
Um momento onde posso ser.
Choramos, porque transbordamos,
Dor e amor que em nós clamamos.
A falta que o próximo traz,
Ou a presença que deixa a alma em paz.
E o sonho? Ah, o sonho...
Não é pequeno nem grande demais,
É o tamanho de uma vida, que jaz
No coração de quem busca a eternidade.
A AUSÊNCIA
A ausência, um rio que corrói a memória,
Esculpe o esquecimento em cada maré.
Se a deixas sozinha, por muito tempo, sem história,
Ela se adapta; a dor se torna um véu tênue que se vai.
No início, o vazio, um grito mudo, um eco a ecoar.
Mas o tempo, mestre da cura, a molda em novo lugar.
Ela sai, sem você, a alma livre a voar,
Em restaurantes novos, em paisagens a se afagar.
Conhece o mundo, sem o seu olhar, sem o seu toque,
E se, no seu caminho, a felicidade encontrar,
Se a sua presença se tornar um "tanto faz",
Você a perdeu, para sempre, sem ter como voltar.
A ausência, um espelho que reflete a verdade,
A saudade, um fantasma que se alimenta da saudade.
Se a perdeste, a culpa é tua, da tua frieza,
Que deixou a chama da paixão se afogar na tristeza.
@ANDERSON1ANTONIO
Para nos contar da eterna teia que é a saudade, da construção que é o afeto, esse ônibus ao outro que estamos atrasados para pegar (mas sempre dá tempo). E como dá tempo nos sentamos, aliviados, diante desse ponto de partida e chegada que é o outro.
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