Ruas
Estou andando pelas ruas vazias da cidade
e meu coração parece não entender
todas as noites é assim
um sofrimento que não tem fim
Meu coração não tem veias, tem ruas pequeninas de uma quadra só onde se você passear não vai se perder. Meu coração tem praças, com bancos e flores, pomares e amores e se você sentar, vai querer ficar para sempre. Meu coração não tem direita nem esquerda, tem centro onde a atenção, é toda para os amigos. Meu coração não bate, ele canta, canta a saudade, canta o prazer, canta a felicidade de ter você caminhando nos bairros que não tem casas, só calçadas para ninguém ficar escondido, ninguém ficar guardado, para todo mundo ficar na rua, se encontrando nas esquinas, cumprimentando o tempo, cumprimentando a vida. Meu coração tem um monte de portas, dá para entrar de tudo que é lado, mas para sair só se nas lágrimas que você causar, quiser nadar...
- Um Mundo Melhor
Andando nas ruas de qualquer cidade, vemos inúmeras coisas que muita das vezes, passamos despercebidos, ou fingimos que foi despercebido. Passamos por milhares de pessoas que não conhecemos, e cada uma delas, carrega com sí algum tipo de problema, e não damos nenhuma demonstração de carinho para nosso proximo,para mostrar que, para existir um mundo melhor, só depende de nos mesmo, seja demonstrar com apenas um abraço, ou ate mesmo, um simples bom dia.
O nosso dia a dia é tão corrido que, não observamos o que se passa ao nosso redor, não nos deparamos com um imenso desamor que ocorre nesse mundo, e quando muitas pessoas observam esse dasamor, pensam em se mudar, pensa que todas as pessoas a invejam, mas não penssam que para tornar um mundo melhor, temos que começar deonde moramos.
Sou feita de várias partes,partes de ruas que passei,lugares que conheci,pessoas que guardei,vidas que vivi.
O íntimo é trocado pelas ruas. O privado virou um convite pro tédio, pela falta de sentido existencial, e o que era pra ser parte da vida, encara-se com rotina.
Pra lembrar de você, voltei a passar por aquelas ruas estreitas que costumavamos andar nas tardes de inverno. Pra lembrar de você reli todas as cartas que estavam guardadas a sete chaves junto com nossas fotografias. Pra lembrar de você resolvi sorrir, porque descobri que foi só lembrar de você coisas boas aparecem. Pra lembrar de você, eu apenas senti. E quando senti eu lembrei que esqueci de te esquecer.
Mas o que eu faço agora é andar pelas ruas. A vida está nas ruas. Já tentei encontrar dentro de escritórios, mas não consegui. Se você um dia conseguir encontrar, por favor, me conte, porque isso realmente mudaria a minha vida.
O falso mundo moderno, onde os primitivos estão nas ruas, e os adeptos ao modernismo estão de baixo de um teto.
Vago pelas ruas em minha solitária ronda e vejo os semblantes tristes das pessoas, qual dor as aflinge? Será o amor perdido ou talvez perdas materiais,não sei porém a minha sina conheço, andar por aí sem nunca encontrar, minha luz,meu refúgio,meu lugar,
alguém que traga uma razão para existir...
Minha alma busca incessantemente um amor,uma saída
pois possuo a solidão como companheira de meu aflito coração.....
O Outro Bicho
Sem destino certo, caminhava pelas ruas como um cão farejando alimento. Eu estava faminto.
Se batia à porta das pessoas, a hostilidade das donas e seus maridos causava-me medo. Minha presença provocava-lhes repugnância.
Sequer podia transitar nas calçadas frente a restaurantes sem ser vigiado ou humilhado por seguranças. Mendigos prejudicam a reputação do comércio, diziam.
Minha esperança era revirar o lixo nas lixeiras de restaurantes e, quando encontrava algo comestível, lançava-o goela abaixo sem me importar com o cheiro e o gosto desagradável.
Aquela manhã tornei-me objeto de curiosidade de um garoto, provavelmente em seus seis anos de idade. Enquanto investigava o lixo de um restaurante ao lado da escola, pelo pátio, um menino olhava-me fixamente. Estava atônito pelo espanto de perceber um homem sujo e tão magro se misturando ao lixo e dele comendo voraz.
O garoto não dizia palavra alguma. Apenas encarava-me com seus olhos insistentes que, por um momento pareceu-me gritar: “não coma isso. É lixo!” Senti-me envergonhado.
O sinal da escola tocou anunciando o término do recreio.
Lacrimaram meus olhos em ver aquele menino, meu Deus, livre de qualquer preconceito, na inocência de sua vida, com as mãozinhas trêmulas me oferecer da sua lancheira para comer.
Mendigo não é lixo. Há um Cristo em cada um deles que se veem nas ruas da cidade e corre sangue nas artérias da luz e nas roupas da caridade. Seja mais solidário.
"Quero tanto esbarrar com você em alguma esquina qualquer das milhares de ruas dessa cidade, te contar o que se passa e como as coisas podem ser. Mas me calo, enquanto o coração manda dizer que eu te amo. Seguro meu coração desesperado, dobro, guardo no bolso, e tento agir com a pouca sanidade que ainda me resta."
Linhas,Estradas,Ruas Destinos em comum que Entram por
acasos na nossas vidas amores amizades Que não tem nossão
e nem coerencia mas se não falar amor por se amar minha fonte
a morena mas linda que já vi com os olhares mas profuntos mas
intenções Mas puras a voz mas linda e doce que pode me acalmar
e bela mas Sincera que eu já vi a pela mas sedosa que já toquei
E os cheiros dos mas cheirosos jardins perdidos da Babilonia
Os sentimentos mas lindos estão escritos no teu olhar.
A pureza em suas mãos.
deicha ja inventeei
Os sentimentos mas lindos estão escritos no teu olhar.
A pureza em suas mãos.
A lindesa em teu corpo.
Morena da cor de janbo ,
Você me facina.
Me deucha completo eternamente
Hoje , amanhã e sempre
Amor
palavra falada
nas praças
plenário,
escola,
ruas,
vielas,
favelas
Amor
palavra doce
mas também
amargo quando
se rompe uma perda
no relacionamento
na vida e na morte.
Amor afinal
é amamos sem
pensar no amanhã,
a quem ou que, apenas.
Amemos.... infinito.
O silêncio das lágrimas e o abandono em meio a chuva de ventos pelas ruas escuras a procura do sol que se esconde na noite.
E o amor vai morrendo silenciosamente em meu coração
meus pés tocarão o chão de ruas dobradas em esquinas, iluminada pelo sol adormecido nas água do mar, iluminado pela luz da noite e pelas lágrimas de um tímido luar.
a vida arrisca a sorte no destino das cartas de Tarot e a rebeldia desafia a morte que se faz na arte um mondo novo de horror, a cada rosa que eu despedaço sinto o cheiro de você, amor.
e no silêncio de meus passos, nas palavras caladas que o coração intui, nas esperas pelo sol em frias madrugadas, vou viver o amor, esse esquisito ardor que da vida flui.
Pelas ruas de Pombal há esperas
Que encontro na imensidão
O amor de Dona Vera
Que preenche meu coração
A madrugada uiva vãs noites,
e as ruas vazias discursam encrespações,
ao longe já se ver os poemas de dois corações,
e o seu dilema que me atira açoites.
Há outros beijos e outros nortes
que na noite turva se cultua
o adeus de minhas mãos nuas
e o alvitre impecável de nossos corpos.
E no infinito já se ver
outros caminhos sem você
um prazer que aos poucos se desfaz,
Meu amor, adeus, pra nunca mais...
