Rua
Todos, quebremos os espelhos da casa, vamos para rua e quebremos as monstras que refletem as nossas imagens, o deus narciso deve ser enterrado, amemos as pessoas sem olharmos para o que somos, simples como isso, amor do nosso tamanho não existe...
24 horas
Cada dia é uma rua que devemos atravessar
Uma rua cheia de ovos
E o objetivo é quebra o mínimo de ovos
E a cada ovo quebrado devemos limpar
Pois se não limparmos irá apodrecer
E a cada dia o cheiro vai piorar
O que torna a limpeza mai difícil.
Qual e o seu sonho? meu sonho kk e passa na rua e eles me chama de sr:Jeon e me ver entrando na carreira dos meus sonhos , em um relacionamento meloso, entrando na big hit entertainment fazendo colab com os bts , se a mulher mais rica e bonita do mundo , ter uma casa em cada na coreia do sul no brasil e estado unidos ter filhos ter todos os melhores carros do mundo ter uma voz maravilhosa eu me vejo uma modelo linda perfeita e estilista do mundo conquistando todos que me vissem,kkkk.
SÓ NO MEU SONHO
Tempos dos salvas-e-pegas,
dos tiriricos,
das belingeranças na rua de baixo.
Das duas mil estórias
por debaixo do pé de oliveira.
E dos medos
das almas escondidas
nos escuros
das beiradas.
Saudades duma infância
ubicada a vinte mil léguas
daqui, no meu passado
de moleque triste.
Drogas matando viciados, crianças vivendo na rua, mas o homem está preocupado em saber o que se passa na lua.
Quando você chegar
Enquanto à bruma
Se derrama sobre a rua
E a lua, por noite,
Embalsamada,se destingue
Sob o céu ensimesmada.
O silêncio rompe a madrugada
E contrasta com o barulho
Em minha mente.
E a ânsia de te encontrar.
Mas você nada sente
E nem vem se deleitar
Pois é ainda verão, em seu olhar.
É noite em meu despertar
E só será dia quando você chegar.
Hoje eu quero a rua cheia de sorrisos francos
De rostos serenos, de palavras soltas
Quero a rua toda parecendo louca
Com gente gritando e se abraçando ao Sol
Break Dance
Considerada dança de rua
Mais um elemento da cultura
Break Dance faz parte do Hip-Hop
Criado nos anos 70, em Nova York
É sucesso no mundo inteiro
Com várias competições e torneios
Altos movimentos incríveis
Os Power Moves Giratório um dos mais difíceis
Movimento Suicide que é doloroso para quem olha
Mas não para quem colabora
Tem outros movimentos interessantes
Que são impressionantes
Freezes, Drops, Footwork
Ainda tem Toprock e Floor Rocks.
O Roto e o Rasgado
O roto e o rasgado, cheios de pompa,
desfilaram na rua, vestindo ilusão,
juravam ser linho, juravam ser seda,
mas eram chita, sem cor, sem botão.
A casinha escancarada, um vento levava,
nem tranca, nem fecho, nem nó que parava,
mas na prepotência se achavam reis,
de um trono de trapo, sem lei e sem vez.
O poliéster? Bah, que vergonha!
Coisa de pobre, de gente sem luxo!
Mas enquanto a seda rasgava sozinha,
o tal do poliéster seguia no uso.
Fofoqueiros de esquina, juízes do nada,
sentinelas da vida alheia, sem falha,
apontam os dedos, gritam sem medo,
mas escondem a casa caindo na vala.
Seus tetos de vidro já trincam sozinhos,
suas falas são ecos de um grande vazio,
mas seguem no palco, de rostos finíssimos,
fantoches do nada, num circo sombrio.
Lembro de tempos
Onde minha preocupação era assistir desenho
Ir pra rua jogar bolinhas de gude
Empinar pipa
Brincar na chuva,
Hoje tenho saudades
Queria ser criança para sempre
E ter a liberdade em meus braços
Correr na rua sem saber que direção seguir
Mas, sabendo que chegaria em algum lugar.
04 de abril é o Dia Mundial dos animais de Rua. Alguém sabe qual é o Dia Mundial dos Sem-Teto?
Benê
Nuvens densas
A mente paranóica
Emoção e confusão
Sem saber que direção seguir
Vou pela rua
Procurando encontrar a paz.
Textinho de Outono.
A tarde cai...
Num cinza sem cor.
Na rua vazia... Um triste clamor.
O asfalto quente.
A alma em desalinho.
Um copo de uísque! Um amargo destino!
A vida passa... num filme em preto e branco!
Sem trilha sonora...sem um único tranco!
Os dias se repetem...iguais a si mesmos...
Em rotinas frias...sem afetos, sem extremos!
Quantas coisas deixamos de ver simplesmente por não olhar?
Perdidos em nós mesmos!!! Sem tempo para amar!
A beleza se esconde em cada canto! Em cada fresta!
Mas, a nossa cegueira a torna uma floresta!
Um olhar distraído. Um passo apressado!
O mundo se esvai, em um instante esquecido...
E a gente se pergunta no fim da jornada:
O que restou de nós?
Nesta vida tão pouco vívida a desgraçada!
"Lembro de uma frase que minha avó repetia quando eu queria ir brincar na rua.
ela me dizia:
"quem não tem irmão, brinca sozinho."
Ela estava me ensinando uma verdade importante da vida adulta.
Claro, que não devemos ser egocêntricos.
Mas é preciso aprender a ser feliz sozinho.
Sua felicidade, sua responsabilidade!"
Bem-te-vi
Bem-te-vi
Cantava empolerado no galho de uma figueira das lágrimas na rua onde moro
Eu disse em resposta ao seu canto animado
Eu também te vi,Bem-te-vi
Numa manhã bem cedo com o dia começando
O bem ti vi voou e eu a rotina diária dei seguimento...
O bem-te-vi urbano
Na rua movimentada, passos apressados ecoam
Cenário do cotidiano, onde histórias se destoam.
Nas esquinas da vida, sorrisos e olhares se cruzam
Um mosaico humano, onde sonhos se conduzam.
O aroma do café nas manhãs serenas incertas
A rotina começa, a cidade inteira desperta.
Escritórios e escolas, um turbilhão de atividades
No palco do cotidiano, desdobram-se realidades.
Crianças brincam nas praças, risadas ao vento
Enquanto o sol dourado pinta o céu no firmamento.
Trabalhadores almoçam, pausas na correria
No ritmo cotidiano, cada minuto é histeria.
No trânsito congestionado, buzinas e suspiros
A pressa e a paciência em um duelo de tiros.
Mas entre os momentos de caos e agitação
Há instantes de calma, de contemplação.
Ao entardecer, no crepúsculo céu em tons de fogo
A cidade adormece, a noite traz seu jogo.
Luzes nas janelas, estrelas no alto a brilhar
No teatro do cotidiano, a vida continua a dançar.
Em lares iluminados, histórias são compartilhadas
Vidas alvoroçadas, amores e risadas costuradas.
No palco do cotidiano, enredos se desenrolam
E em cada dia vivido, novos capítulos se formam.
Assim segue a vida, em sua jornada constante
O cotidiano, um poema vivo e vibrante.
Nas pequenas coisas, na rotina que se repete
Encontramos beleza, onde o coração reflete.
Ela entrou em uma rua escura,
tomada pelo medo e um tanto insegura...
A mínima luz que vinha da lua,
deixava inquieta a alma sua...
Mas não havia outro atalho,
e seu corpo banhado pelo orvalho...
Agora trêmulo e ofegante,
em passos longos e anelantes...
Não avistava o fim da ruela,
embora pequena e estreita aquela...
Era a travessa que ela temia,
seu acelerado coração pressentia...
Algum perigo iminente,
e tão logo ali à sua frente...
Viu-se totalmente indefesa,
como uma doce presa...
Perante vários homens...
Descobrindo o mundo.
A chuva caia na rua silenciosa. Faróis brilhantes. São quase 18h, o dia interminável chega ao fim. Mais um dia, mais uma semana passava e o sentimento de que a vida se esvaia me acompanhava por todos os lugares.
_Roger, onde você está?
_Ainda no trabalho, e você?
_Indo para casa nesse momento. A fim de fazer alguma coisa à noite?
_Preciso! Veja as opções e me fala o que decidir.
A roda da vida sempre girando. Um dia em cima, outro dia embaixo. As mesmas cenas repetidas me fazem crer que não somente os ratinhos estão presos em suas gaiolas, correndo para girar sua roda de felicidade, sem sair do mesmo lugar.
Quando o mundo se tornou tão chato? Será somente isso? O que não daria para, um dia, embarcar em uma nova Vera Cruz em busca de uma nova terra. Embora, o mais importante é saber, caso este dia chegue, se teria a coragem suficiente para embarcar.
As pessoas estão matando mais animais de rua hoje em dia por causa da lei que proíbe a presença deles nas ruas, que foi criada em 2001 e usada em 2020. Agora usam isso como justifica de violência contra animais de rua. É revoltante ver como essa lei é usada como desculpa para matar animais dentro da própria casa deles, é os de rua. O Brasil precisa repensar suas políticas para proteger esses seres vivos e não para os condenar. Daqui a pouco vão fazer o mesmo com as crianças.
