Rondo Poesia de Cora Coralina
Ansia quem plantou, o desabrochar da flor, seu aroma, e esplendor, sua beleza nos contornos, sim, todo seu natural adorno, explicitando a glória do criador, que de nada se esqueceu quando esta arquitetou.
Palavras qual o mar, agitam pensamentos, tocando a orla em maresias, quais águas a escumar, depreendendo seus versos e poesias.
No improviso das palavras, uma terapia ocupacional, aproveitando os instantes, e preenchendo o lapso temporal.
Quando alguém te elogiar e concordar o tempo todo com você, fique atento, porque não somos perfeitos.
Amor, palavra expressada sem responsabilidade, porque muitos a declaram com os lábios sem realmente vive-lo ou senti-lo.
Dos milhares de mundos, há um que só você pode habitar, seu imaginário, sua mente humana, quem dos mortais poderá adentrar?
Escrever me faz fugir da maldade, fugir do tédio e realidade, da vida que esvaece quais as nuvens ante o firmamento.
Muitos perderam a lucidez tentando conquistar o mundo, veio a morte e pôs fim a soberba em frações de um mero segundo.
Que é a sabedoria humana ante a complexidade imensurável do universo? Em ignorância por certo, está o homem imerso.
Quando pensar que estás sozinho, fique esperto,pois sempre haverá alguém te observando em seu caminho.
Saudação , abraço e tapinha nas costas, arsenal de inimigo contumaz, não subestimes, sabe se lá do que é capaz.
Quanto mais a vida pressa tem, mais veloz a morte vem. Correr desesperado, quando calmo e tranquilo o destino pode ser alcançado.
A pressa nos faz presa dos infortúnios que na vida vem. Tenhas calma e tranquilidade para seguir e chegar em paz e bem.
Aplainar meu ser, paralelo ao horizonte e voar no imaginário, nesta grande rede do meu eu, viajando no inesperado, nas repentinas do pensar, e sentir o ritmo do pulsar da energia vital de meu coração, que insiste em lutar, desbravando vada instante em meu viver, impulsionando a energia que circula em meu ser.
Adquirir conhecimento é sair da inércia da ignorância e galgar os degraus da escalada rumo a sabedoria.
Nossa existência material é tão insignificante diante da magnitude do universo. Somos o nada que por devaneios momentâneos, quase sempre, ou continuamente, acreditamos ser alguma coisa. RS.
Viver o agora em toda a plenitude do hoje, este é o presente que Deus nos reserva a cada instante. O amanhã pode não ser, quem não viver não verá, o novo presente que muitos hão de alcançar, a vida. Portanto, viva intensamente, esta é a dádiva de cada gente.
O desdém aquém não importa. O que conta é a genuina consideração de alguém, que te ama e te quer bem.
Amar a mar de rosas, amor a dor em prosas. Amar amor, infâmia dor têm, sentir o retrocesso que no amar vêm.
Olho no olhar, lágrimas a molhar, qual chuva torrencial, e densas nuvens, turva a vista, sem conceber a lucidez. Sem convergir a compreensão, em fugas contumazes da razão, sempre na injunção, a resultante da emoção.
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