Romper Relacionamento
Amor é coisa estranha, não é? A gente passa a vida inteira aprendendo a lidar com ele, como se fosse uma fórmula complicada que só os gênios entendem. Mas a verdade é que o amor, esse danado, é simples. Quem complica somos nós, com nossos medos, inseguranças e aquelas histórias que a gente conta pra si mesmo, acreditando que estamos protegidos.
Sabe, eu já fui de acreditar que certas coisas não eram pra mim. O amor era uma delas. Porque o amor, meu amigo, machuca. Ele tem o poder de pegar nossas partes mais frágeis e expô-las ao mundo, como se dissesse: “Olha só, aqui está você, despido de toda a sua coragem, pronto para ser ferido”. E assim, começamos a construir muros, achando que, com o tempo, a dor vai passar e que, quem sabe, um dia, alguém vai aparecer com um passe de mágica para derrubá-los.
Só que esses muros não protegem. Eles isolam. Eles transformam a dor de um momento em uma constante, um eco que reverbera nas paredes que nós mesmos criamos. Você acha que está seguro, mas na verdade está apenas sozinho, e a solidão, meu caro, é um veneno que a gente bebe todos os dias, na esperança de que, por não sentir dor, estamos imunes ao sofrimento.
Mas a verdade é que nenhum de nós está além de ser amado. Não importa o quão destroçado, o quão cínico você tenha se tornado. Todos nós merecemos amor, mesmo que a gente tenha acreditado por muito tempo que não. O amor não é uma recompensa para os perfeitos, porque, convenhamos, perfeição é uma farsa. O amor é um direito, uma parte essencial do que significa ser humano.
E sabe de uma coisa? Às vezes, a gente precisa se lembrar disso. Precisamos parar de acreditar naquelas histórias que contaram pra gente ou que a gente inventou. Precisamos deixar uma fresta aberta, mesmo que mínima, porque é por ali que o amor entra. É por ali que a vida mostra que, apesar de tudo, ainda vale a pena acreditar.
Então, se você anda por aí com o coração blindado, achando que está protegido, eu te digo: baixe a guarda. Nem que seja só um pouquinho. Permita-se sentir, permita-se ser vulnerável, porque é na vulnerabilidade que o amor floresce, e é nela que a gente descobre que, no final das contas, sempre vale a pena tentar de novo.
Amor não é só aquilo que damos; é aquilo que merecemos, mesmo quando acreditamos que não. Lembre-se disso, e se dê uma chance. Deixe o amor chegar, mesmo que aos poucos, porque ele sempre encontra o caminho. E quando ele chegar, você vai entender que, por mais que tenha doído, o amor nunca foi o problema. Os muros que a gente constrói é que são.
Eu já sabia que eu iria embora. Não foi hoje, quando arrumei minhas malas, disse que estava cansada e não olhei para trás. Meu “adeus” começou muito antes, nos silêncios que você não escutou, nos gritos dentro de mim. Eu cansei aos poucos, como quem se cansa de lutar por algo que só existia em minha insistência.
Cansei no dia em que me senti invisível ao seu lado, quando você estava lá, mas ao mesmo tempo tão longe. Cansei do espaço vazio e do seu silêncio entre nossas conversas. Eu tentei, acredite, tentei tanto que perdi partes de mim nessa tentativa.
Eu gritei com o olhar, com as mãos. E quanto mais eu tentava, mais me afastava de quem eu era. Fui me despindo de esperanças, lavando as mãos, como quem aceita o inevitável. E, quando finalmente fui, não havia mais lágrimas. Você as levou todas, sem sequer perceber.
Hoje, ao cruzar a porta, eu não sou mais a mesma. A mulher que ficou para trás morreu em cada tentativa frustrada, em cada gesto ignorado, em cada dia que você escolheu não me ver. A mulher que saiu é outra: mais forte, mais decidida, e ainda assim, carregando marcas que não desaparecem tão fácil.
Não diga que foi de repente. Não me chame de fria. Minha frieza é reflexo do gelo que você plantou entre nós. Fui embora porque não havia mais o que ficar. E se hoje você sente esse vazio, saiba que eu vivi nesse mesmo vazio por tanto tempo que ele se tornou insuportável.
Eu fui embora porque era a única escolha que você me deixou. Fui embora com o que sobrou de mim, mas não sem carregar o aprendizado. Eu aprendi que não adianta gritar para quem se recusa a ouvir. E aprendi, sobretudo, que nunca mais me deixarei esquecer por alguém.
Agora sigo. Não para longe de você, mas para perto de mim.
É difícil lidar com gente
que mesmo sem osso quebrado
se mostra todo engessado
pelo gesso que está na mente.
No amor não há sabedoria
No amor não há o acaso
No amor não há sobriedade
No amor não há tempo
No amor não há opções
No amor não há justificativa
No amor não há palavras...
... palavras... nenhuma palavra...
No amor há e em abundância...
... a entrega!
No ponto mais alto e tenso da fita, Sebastião, para extrema surpresa e desagrado de Mr. Pratt, pôs-se a rir a valer, enquanto Clare, também contendo o riso, lhe puxava a manga do paletó, num esforço inútil para fazê-lo parar. Devem ter se divertido muito, os dois juntos. E é difícil de acreditar que todo esse calor, toda essa ternura, toda a beleza disso tudo não tenha sido recolhida, não esteja guardada carinhosamente, de algum modo, em alguma parte, por alguma testemunha imortal de uma vida mortal
Voltávamos para as espreguiçadeiras de vez em quando e cantávamos ditirambos hesitantes, engenhosos, nervosos e delicados sobre os sentimentos que começávamos a experimentar um em relação ao outro. Na verdade, só passávamos a ter aqueles sentimentos a partir do momento em que falávamos neles – pelo menos no meu caso; quando dava nome a um deles, eu o inventava e passava a senti-lo. De tanto agitar nossa sensação de estranheza e novidade, geramos uma espuma que se assemelhava ao amor, e não ousávamos insistir demais naquela brincadeira, falar demais naquilo, com medo de que a espuma baixasse e morresse
Porque não é preciso precisar nada.
Trocar o foco pelo dinamismo, as convicções pelo fluxo de idéias e contradições possíveis. Deixar de ser pedra e fazer parte de um edifício. Não ser, apenas poder, estar, transformar, amar, errar. Arrepender-se, levantar-se e surpreender-se com cada passo dado em direção ao que não existe
Se a pessoa que está ao meu lado não faz com que eu me sinta a pessoa mais incrível do mundo e se eu não sentir-me obrigado a fazê-la sentir o mesmo, apenas uma coisa está certa:
- Ambos escolhemos a pessoa errada.
Admiro uma boa mentira. Admiro um bom mentiroso.
Falar a verdade é fácil demais. Não requer criatividade, esforço ou arte.
A verdade é só o que ela é, não vai além.
Uma boa mentira é aquela que funciona. O bom mentiroso é aquele que assume o risco de ser desmascarado, sem com isso repassar a sua culpa a ninguém.
O bom mentiroso é um cara corajoso.
Mente e pronto. Deu certo ? Ganhou. Deu errado perdeu. Sem covardia, sem falsas emoções.
O que eu não suporto mesmo, são os covardes em geral.
Não contentar-se com o que se vê.
O que se vê esconde o que está oculto.
O que você não vê é o mais importante.
Há muito tempo, eu perdi o foco. Aprendi a perder e negociar.
Todos os dias eu desisto de alguma coisa, mas às vezes, eu as recomeço no dia seguinte.
AMAR AMOR
Amar amor
desejo e sabor
prazer sem labor
um caminho sem dor
Amar amor
quero teu calor
como um esplendor
para não sentir dor
Amar amor
eu e você
mais sem entender
se é amor ou prazer
Amar amor
não sei o que fazer
para decidir
entre eu e você.
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