Roma
Doce Roma, infinita
Vê o inimigo triunfar
Gloriosa Sé Petrina
Voltará a se ocupar.
A impiedade de teus filhos
É o meu descontentamento
Eles ousam profanar
Tão Sublime Sacramento.
Doce Roma, infinita
Contra ti alguém pecou,
O certo aboliu,
E o errado adotou.
Estarão no passado
Tuas lutas e vitórias,
E todas as histórias
Que me deixam impressionado.
Para Roma à Marte
Amar-te é mais fácil que amar à Roma,
meus anagramas se encontram e namoram palavras ao contrário.
Minhas favoritas antíteses; almas opostas.
Roma, amoR?
Vida espelhada no lago da Lua
Até a lava e a fogueira de Marte!
Amor que queima de tão distante...
Amar-te é simples, Roma meu amor.
Marte é linda, seu fogo esplendor!
Os seus tantos caminhos viajantes...
Todos os caminhos levam à Roma,
Mas como chegar para o amor,
Se há muito espaço à Marte?
A poesia, os poetas, os planetas me ensinaram
Que o poeta é um ser "amador".
Ama tão profundamente
Que chega a transbordar de amor,
a dor que não mais sente.
De: Roma, com amor.
Para: Marte, à amar-te
Romã Partida!
A despedida…
É uma romã partida,
que sobra gomos
para todos os lados.
Gomos de saudades.
Gomos de solidão.
Gomos da ausência.
Gomos da desilusão.
Gomos de um doce amor,
que não existe mais.
Mas que lateja vermelho
desejando ser consumido.
Gomos do desejo.
De uma gula e de um querer.
E que vai perdendo a cor.
Se não a chupa.
A come.
A devora!
A despedida…
É uma fruta, que se partiu…
Ainda linda para ser consumida.
E que está jogada às traças!
De nada adianta comer semente de romã no dia de Reis, se a pessoa continua fazendo no novo ano a mesma coisa que fazia no ano velho.
Ao Povo Pão e Circo.
Antigamente, quando o Grande Cezar, Imperador de Roma depois de conquistar vastos territórios abrangendo o que hoje é toda a Europa, norte da África, parte da Ásia, dentre outros, as terras ocupadas ficaram tão alastradas que já não havia mas contingente para manter as fronteiras.
Ocorreu que todas essas áreas ocupadas a ferro, fogo e saques, produziu uma multidão de desterritorializados, e de pessoas mutiladas, feridos de Guerras, mendigos e pedintes originados das aldeias, povoados e reinos ocupados, e muitas dessas pessoas foram para as cidades grandes como Roma por exemplo, onde viam perspectivas de sobrevida.
Logo a elite dominante se via incomodada com os milhares de pobres que "infestavam" a cidade, a maioria doente, maltrapilha e faminta. Então o "Bondoso Rei" mandou construir o Coliseu, local onde promovia o ESPETÁCULO (CIRCO), que se apresentava na forma da arena onde Homens e animais se digladiavam até a morte de um dos competidores, enquanto era distribuído PÃO ao povo que ali assistia o evento, alheio a tudo por aqueles momentos, esquecendo-se da sua miséria imediata, sendo que tudo aquilo não mudaria em nada de significativo em suas vidas, sua condição de miséria continuaria, mas via naqueles momentos de entretenimento uma oportunidade de ser "feliz" bem como saciar um pouco da fome.
Atualmente as condições mudaram, porém a política é a mesma. O PÃO se apresenta na forma do salário mínimo, que mal dá para uma família se alimentar, o PÃO ainda vem na forma de BOLSA FAMILIA, AUXÍLIO GAZ, AUXÍLIO LEITE, entre outros “benefícios sociais”, e também nessas ajudas temporárias organizadas por entidades religiosas e segmentos sociais como no natal e páscoa.
Sabemos que isso não resolve a situação dos ajudados ou beneficiados, apenas, mantêm-nos refém e reforça a própria miséria, torna-os totalmente dependente e presa de fácil manipulação, humilhação e exploração de toda ordem.
Já o ESPETÁCULO, como controlador, manipulador e nivelador comportamental de massa se apresenta na forma de lixos televisivos e audiovisuais de cunho extremamente medíocre como os REALITY SHOW´S, NOVELAS, FUTEBOL, PROGRAMAS DE AUDITÓRIOS DOMINGUEIROS, COPA DO MUNDO, CARNAVAL e congeneres... ou seja, o método sempre foi o mesmo só mudou a forma.
Os governantes, a elite dominante, juntamente com os meios midiáticos de controle de massa sabem que para acalmar e direcionar o povo BASTA DISTRAÍ-LO, mantendo-o na mediocridade, ocupando seu tempo, bombardeando sua mente com conteúdos inúteis e fúteis, que nada acrescentam de substancial e que faça alguma diferença, fazendo com que esqueça de que seu salário está baixo (ou que está desempregado), que o deputado está roubando, que não há educação, segurança e saúde. É simples, AO POVO PÃO E CIRCO.
http://www.infoescola.com/historia/politica-do-pao-e-circo.
Benefícios do chá da casca de romã
Uma ótima notícia para quem quer perder aqueles quilinhos a mais é que a romã é uma ótima opção para acrescentar à dieta por possuir pouquíssimas calorias, 100 gramas da polpa da fruta carregam um valor calórico menor que o de uma maçã, apresentando apenas 65 calorias. Uma dica é incluir o chá na dieta, pois, além de ajudar a espantar resfriados e problemas de garganta ainda ajuda a emagrecer! Confira a baixo algumas das propriedades desta fruta.
Propriedades
Emagrecedora
Antioxidante
Previne o envelhecimento precoce da pele
Anticancerígena
Antisséptica
Rica em vitaminas A, C e do complexo B
Rica em fibras que ajudam a diminuir o nível do mau colesterol (LDL)
Anti-inflamatória graças a substâncias presentes em sua casca
Ativa o sistema imunológico
Previne infartos e derrames por proteger os vasos sanguíneos
Ajuda na prevenção do diabetes
O chá da casca de romã é um excelente aliado para aqueles dias em que a garganta não acorda lá muito bem, graças as suas propriedades anti-inflamatórias, ou quando o resfriado dá sinais de que vai fazer aquela visita. O chá possui propriedades antissépticas, que ajuda a limpar a garganta e o torna ótimo também para pessoas que precisam da voz para trabalhar como jornalistas, cantores, professores ou aqueles profissionais que passam boa parte do tempo ao telefone.
Par a fazer o chá basta o seguinte:
6 gramas da casca da romã
1 xícara de água
Deixe as cascas fervendo por um curto período de tempo, apenas alguns minutos e depois coe a mistura, bebendo o chá em temperatura morna, caso esteja quente demais pode causar efeito contrário prejudicando a garganta.
Fazer gargarejo por pelo menos três vezes ao dia com este chá também ajuda e muito para a “manutenção” da garganta. Você também pode bater as sementes, polpa e casca num liquidificador com 150 ml de água e beber a mistura em seguida, tendo mais propriedades que o chá.
RECEITA DE SUCO DE ROMÃ
INGREDIENTES
2 ou 3 romãs
12 folhas de hortelã bem higienizadas
Gelo (opcional)
MODO DE PREPARO
Comece tirando a casca da romã.
Depois coloque a polpa no liquidificador e bata.
Quando já estiver bem batido, sem pedaços de frutas visíveis, adicione as folhas de hortelã e bata de novo.
Se você quiser, pode adicionar gelo e uma rodela de limão.
Tome diariamente pelo tempo que quiser.
Todos os caminhos levam à Roma.
Todos os perfumes levam aroma.
Todos os roteiros levam a trama.
Todos os carinhos levam à cama.
Todos os políticos levam a grana.
Todos os laranjas levam a fama.
Todos os povos levam banana.
As letras, elas tremem. Um cair de letras, e vejo tudo vazio quanto antes. (Estranhos na noite, romance, 1988)
Todos os caminhos levam a roma, e todos os trabalhos na internet levam ao Facebook, Twitter, Orkut, Msn, Youtube e afins.d
O amor e a romã se confundem na cor,
o doce amargo da fruta,
e amargo doce do amor,
será tudo a romã,
ou tudo será o amor !
Meu pé de romã
Lindo, com folhagens exuberantes
As flores desabrochando em cachos
Os frutos sendo formados um a um
E os pássaros de galho em galho
De flor em flor
Á tarde e pela manhã
A cantar, a pular, a brincar
No meu encantado pé de romã.
Romanzeiro que mais parece
Uma árvore de natal
Com seus frutos multicores
Às vezes pardos, outras vezes amarelados
E também verdes e avermelhados.
Quando pequenos; bem fechados
Quando maduros; explodindo em frestas
Mostram suas sementes vermelhas e inchadas
Que soltam o néctar suave e adocicado
A alimentar os passarinhos
E fazer bem aos vizinhos.
Oh! Meu pé de romã
Planta nobre e singela
Da natureza a mais bela
Uma árvore colorida
Que faz sentir bem às gargantas
Faz soar a mais fina voz.
Não saia do meio de nós!
O vento que balança seus galhos
Selecionando suas pequenas folhas
As vivas e frescas permanecem
E as amareladas já se entregam
Pelo chão, pelas calçadas e pelos corredores
Espalhadas, prontas a serem destruídas,
Catadas, sopradas e varridas.
Meu pé de romã sensível e amado
Não grita, não demonstra sentir dor
Não chora nem denuncia
Que há pessoas que guardam rancor
Que não têm sensibilidade nem amor
De sentir o quão maravilhoso tu és!
Meu romanzeiro tem um inimigo
covarde, sem coração
Ou de coração duro, impuro
Que tem os olhos voltados para a escuridão
Que só enxerga a poluição
Não tem olhos sensíveis à natureza
E não suporta o seu misterioso ciclo
De ver florescer e brotar
Dar frutos, desabrochar.
E pelo chão suas folhas se esparramar.
O inimigo é insensível
A ele tudo parece ser em vão
Não percebe a presença amiga do romanzeiro
Então num golpe sujo e certeiro
Ordena a um infeliz inconsciente
Que ponha abaixo os galhos carregados de frutos
Galhos que acolhem passarinhos
Que dão sombra ao pequeno Bili verdinho.
Meu saudoso e querido romanzeiro
É indesejado e penalizado
Pelo chão é desabado, estirado
E com ele toda a alegria
De seus admiradores amigos!
A primavera não será mais a mesma
O Natal não terá o mesmo sabor
Onde os pássaros marcarão seus encontros
Nesta cidade de pouca cor, por que não incolor?
Resta-me olhar o espaço vazio
Um muro inerte e sombrio
E ficar a espera da brotação
Que lentamente surgirá
Como a lua a nascer por detrás dos montes.
Oh! Que saudades que estou
Do meu esplêndido romanzeiro
Que dava sombra e alegria
A minha família e aos passarinhos.
Oh! Que melancolia!
Hoje o dia não é mais o mesmo!
(Rosa Ângela)
" A Bela Itália. A Bela Roma
A bela Itália, a grandiosa Roma, de puro romantismo, de grandes monumentos, de uma culinária inigualável, de pura emoção, de praças belíssimas, de museus encantadores, que exibe a história e onde se vislumbra o majestoso Vaticano e o imponente Coliseu, um dos símbolos de Romal!!!
Estar em Roma novamente com a minha família foi uma grande dádiva do Mestre do Amor!!!".
Estávamos em um pequeno hotel na periferia de Roma.
Era uma noite tranquila como outra qualquer. Exaustos das andanças do dia, decidimos jantar pão, queijos e vinho, no quarto mesmo. Depois disso nos recostamos na cama para planejarmos onde iríamos no dia seguinte.
De repente notamos que o velho e sujo lustre começara a balançar,
o colchão vibrava; tudo balançava ao redor e, em seguida, o mais assustador e inimaginável som fez-nos pensar que as tropas da cavalaria italiana estavam entrando no ambiente. Ficamos lá segurando as mãos, à espera do pior.
Tão rapidamente quanto chegara, a coisa cessou.
O lustre foi lentamente parando e um silêncio absoluto se instalou. Levantamos em direção a uma pequena sacada e lá fora nenhuma folha se agitava, nenhuma voz, o céu estrelado
e tudo parecia normal como nos outros dias.
Passamos a noite acordados, com o coração aos pulos sob o impacto de algo tão estranho. Cedo, no café da manhã, perguntamos o que tinha sido aquilo. Ao que a dona da estalagem nos disse: "Abalo sismico ad Assissi".
Ficamos horrorizados e jamais poderíamos imaginar que, a praticamente 100 quilômetros de distância, era possível sentir os reflexos do terrível terremoto que acabara de ocorrer em Assis.
Cika Parolin
Devolução Necessária
Tento novamente escrever alguma coisa inteligente ou poética, ou ainda, romântica. Todavia esbarro na falta do que dizer ou no medo de dizê-lo.
Poderia dissertar vagamente sobre o amor. Um tema quase sempre bem aceito e nunca verdadeiro. Por quê? Como poderia ser descrito em palavras um sentimento?
O que é descrito, são as nossas impressões sobre ele, ou seja, nós o sentimos pela semelhança do que lemos, com nós mesmos!
Mesmo assim insisto!
Pois se posso fazer com que entendam algo pela semelhança dos nossos sentimentos, é possível que alguém saiba exatamente como me sinto. Como uma mensagem codificada que se decifra.
Eu deveria ter dito...
Ter roçado em teus cabelos,
Insistido em meus meios,
para não tê0la perdido.
A Poesia é de quem a inspira, não de quem a escreve.
É de madrugada quando tudo ainda dorme que as coisas inanimadas brincam em silêncio e os poetas românticos terminam seu ofício que eu vou a um outro lugar onde nossas historias contam as coisas de trás pra frente para que a gente possa se encontrar...
É nessa hora que eu te olho com os olhos de quem já fez todas as viagens e agora, agradecida por tudo estou finalmente em paz, porque tudo agora diz respeito ao jeito que te olho e te quero, vc que ainda é tão jovem e eu ainda tão velha...e a essa paciência de aguardar tantas manhãs nascerem e morrerem eu vou dar o nome de amor e, se ao seu lado vc me torna uma menina de novo, com um pouco de esperança, um dia nos encontraremos no meio do caminho, com a mesma idade e os mesmos olhos, de saber que tudo que vimos foi para podermos mostrar uma a outra...
Então acorde meu amor porque é apenas pelos seus olhos que eu consigo me ver e te lembrar...
Quantos dias nessa estrada sem vc o amor é uma companhia e eu já não consigo ir além sem saber que vc vem...
Aqui de cima prédios e ruas, essas coisas do tamanho de sempre, mas eu sei que é meu um outro lugar...Acorde meu amor porque eu já andei demais sozinha e agora só quero ficar.
Abra os olhos meu amor, porque o amor é um convite, então, por favor, me deixe entrar, para que aí dentro, enfim, eu possa parar de procurar e descansar.
