Revolta
Me entrego ao ponto de fazer todas as suas vontades, só para que no dia em que ousar em me esquecer, a dor da saudade virá, e junto á ela, a dor do desprezo.
sabe, eu fico oscilando entre a fé e o ateísmo, mas sou a favor da fé.... porque os humanos me dão medo ja que a falta de fé pode torna-los monstruosos, ja eu não fico assim, por isso me dou o luxo de me revoltar as vezes, porque eu sei lidar com a falta de sentimentos, mas não confio nos demais para isso....
Permita-se resolver seus problemas preferencialmente quando estiver livre de sua fúria. Essa é uma regra de ouro contra a desinteligência.
Eu falei quando poderia ter ficado em silêncio. Eu briguei quando deveria ter apaziguado. Eu toquei quando deveria ficar distante. Eu fugir quando a única coisa que ele tinha era meu abraço... No final das contas, percebo que a escolha tem seus dois lados, e a decisão só será analisada quando a primeira lagrima escorrer pelo seu rosto, transbordando um conjunto de emoções e sensações que nos envolve na mais pura delicadeza do nosso sentir, por mais complicado que seja sentir o do outro.
Óh Deus, por que eu sou assim? Essa mistura imperfeita de todas as coisa, a mistura de todas as justiças e ao mesmo tempo, revolta e fracasso... Por que? Eu queria ser mais brigona, menos justiceira, mais sucesso, menos revolta e fracasso, mais felicidade, menos tristezas, mais amor próprio, menos amor universal, mais desinteressada, menos irônica... Enfim, eu queria não me revoltar com as coisas e me importa apenas comigo!
Não preciso dela se ela quer aquele que ela tanto admira, que vá que o raio o parta existem tantas lindas mulheres, porque vou me preocupar com quem finge que eu nem existo.
Porque tanto viva quanto morta, visível quanto invisível, eu continuo tratando e curando. Mas, sobretudo, eu me atribuí outra tarefa (...) fortalecer o coração dos homens. Alimentar sonhos de liberdade. De vitória. Não tendo uma revolta que eu não tenha feito nascer.
Estou cansado de ser controlado e de todos decidirem por mim. Quando poderei ter um pouco de liberdade? Por que é tão difícil me deixarem escolher? Não sou bom nesse tipo de coisa e muito menos em acertar.
Não gosto das pessoas de lá, não me sinto parte disso, estou remoendo em raiva! Nem para cumprir tarefas simples sou útil, mereço ficar sozinho. Odeio eventos sociais em que sou obrigado a ser amigo de todo mundo, isso não sou eu. Sou solitário, poucos me entendem e poucos gostam de mim.
Quero ir embora para bem longe, onde possa encontrar minha verdadeira liberdade.
Todas as neuroses, todas as psicoses, todas as mutilações da psique humana se resumem, no fundo, a uma recusa de saber. São uma revolta contra a inteligência. Revoltas contra a inteligência — psicoses, portanto, à sua maneira — são também as ideologias e filosofias que negam ou limitam artificiosamente o poder do conhecimento humano, subordinando-o à autoridade, ao condicionamento social, ao beneplácito do consenso acadêmico, aos fins políticos de um partido, ou, pior ainda, subjugando a inteligência enquanto tal a uma de suas operações ou aspectos, seja a razão, seja o sentimento, seja o interesse prático ou qualquer outra coisa.
Como seres pensantes que nos fizeram ser. Não sei se por bem ou por mal. Um olhar basta para que em um dia qualquer tiremos as indevidas conclusões de não sei o que que, de fato, não estava lá, não era para ser, mas, foi. Mesmo sem ser. Todo contexto pode e vai ser mudado com uma só vírgula colocada em lugar errado tudo que dizia, não disse ou, disse ao contrário, em um ambiente contaminado de palavras mal organizadas e egos inflados que entendem o que lhes convém entender. Pensamentos fadados ao fracasso desencadeiam guerras com faixas e cartazes que exaltam a paz que nunca vai ser. O impossível se materializa em fatos, infundados, meras demagogias; ralas, carnavalescas e supostamente fraudulentas, jogos marcados em que todos têm a perder. Se quer se concretizou. Não representou, não tinha mesmo que ser. Fantasmas de um futuro vazio, inexistente, turvo, sujo. Perambulam desnorteados, lotam ambientes, enchem ouvidos e dilaceram corações. Alteram o futuro por completo, tornando-o um lugar frio e sem perspectiva. Compram sordidamente os sonhos de tantos por quase nada e, fundam com isso grandes cemitérios deles, deixando no mundo apenas almas envenenadas, vazias e apagadas.
A Volta da Razão
O vil despotismo dos vossos despojadores e espoliadores morais atingem-me lancinantemente no âmago, sinto-me enclausurado com minhas liberdades, recôndito na bastilha de minh’alma.
Clamo por sua vinda, matriarca.
Salvadora ética, foz do conhecimento, vinde à mim, liberte-me de meus devaneios, finde meu lamurio com vosso leite materno.
Ó Razão fulgurante, lógica imprescindível, alente Atlas e o mundo agora penitente, engrandeça a, da caverna, réstia reluzente, pois, hoje, por perdão suplico pelo povo saliente.
Ponho-me a dormir noite a noite sonhando com a alvorada, dilúculo do dia em que sairemos da penumbra e, enfim, clareará a vida dentro da caverna iluminando a vereda para a saída.
Aprenda algo: não espere transformar ou acontecer, porque a dor é sua, a escolha é sua, a realidade é sua, a revolta é sua e a atitude, para tudo mudar, também é sua.
Se os meus sentimentos visses;
Se eu os podese mostrar
O teu nome iria aclamar
Pois nos teus olhos
Nada vejo se não a dividade
Fácil de se ver,
Mas impossível de a merecer.
Porquê?!
Como consigo eu viver sem ti?
Que mal eu cometi?
Que sentimento é este que corroí?
Que sentimento é este que consenti?
Não sei...
Contudo a pagina virei,
Uma nova historia contarei,
Mas tu lembra-te de mim
Pois isto por aqui não fica.
Um dia meus filhos
vão crescer
vão ler nos livros
e entender
o que este momento
representou
para a nação.
Vão compreender
que muitos lutaram contra
a corrupção, contra os criminosos
e depreciação da nação
e tantos outros foram coniventes;
e estes que toleram o crime
e enaltecem criminosos infelizmente
foram a maioria!
Os meus filhos terão orgulho em dizer que;
"EU NAO fiz parte dessa maioria
que ensina a seus descendentes
que o crime compensa."
ELES Disseram
SIM nas urnas e nas ruas
SIM, PODEM CONTINUAR ROUBANDO PT !
Gialreny Ferreira de Macedo
(27/10/2014)
Por que quando alguém do nosso grupo erra, é uma particularidade do individuo, mas quando alguém do outro grupo erra é uma característica geral?
