Religiosos
Fomos criados não para sermos só religiosos, mas humanos, humanos que refletem minimamente o caráter do Eterno Deus. Quando visamos Deus em nossa vida, somos humanos e gloricamos a ele dentro de nós amando e honrando-o. Seja humano olhando para o Eterno e você refletirá algo dele: caráter, bondade, afeição, amor, graça e perdão.
Opinião
Por: A. Valim
Os sistemas políticos e religiosos entrelaçam e alienam os indivíduos. Os indivíduos acreditam que são independentes, livres, mas a liberdade que acreditam ter está condicionada. O indivíduo que se considera livre e independente acredita que esteja ausente de norma, livre de punição e de conceitos e preconceitos. Alienado acredita no controle social e na legitimidade da construção das forças que regem. A necessidade individual de alienação leva-o a acreditar em proteções políticas e proteções divinas.
Religião e política são recursos culturais inseridos na sociedade; pontos de referências, organizados para amenizar situações de convívio; simbologia mediadora dos conflitos e afetos. A alienação política estabelece o sentido de liberdade e escolha, assim como a alienação religiosa que pelos rituais possibilitam a amenização das tensões. A religião e a política são os produtos complexos, fontes dos discursos para a detenção das verdades. A quem não adotar a verdade dos discursos políticos e religiosos caberá os conflitos e a perturbação da ordem e do progresso impostos pelos interesses coletivos. Mudam as relações, os envolvimentos e as discussões, mas parece que nada é surpreendente. Os problemas sociais são construídos a partir de um problema individual, numa perspectiva de ser sustentado por um ponto de vista.
A propagação da ideologia, corrompida pelos dirigentes e militantes da política e da religião, acaba em muitas vezes contribuindo para uma sociedade de visão restrita dos valores, Incredulidade nos sistemas dogmáticos; Dano para a sociedade; Falta de consciência de classe; A escolha de quem vai roubar; Preconceito e individualidade; Corrupção dos valores morais e éticos.
Faz-se necessário um olhar crítico para os valores dos discursos em que usam como bandeira das verdades de A e B; sair da perspectiva do erro para criar relações abundantes de valores, e, menos conflitantes.
A. Valim
Não há nada tão verdadeiro que possamos estar seguros quanto aos dogmas religiosos. As verdades são apenas leis sagradas, guia para a moral dos hábitos, fundamentos apenas humanos, ideias, opiniões, talvez possamos não conhecer nada do mundo das verdades. Para Nietzsche
...No Cristianismo, nem a moral nem a religião contactam em ponto algum com a realidade. Somente causas imaginárias («Deus», «alma», «espírito», o «livre» ou também o «não livre-arbítrio»); só efeitos imaginários («pecado», «salvação», «graça», «castigo», «remissão dos pecados»). (NIETZSCHE, Friedrisch. O anticristo. P. 15).
Não pretendemos ser apenas céticos criando meios para criticar ideias filosóficas sobre as verdades. Os filósofos talvez pretendam ajudar as pessoas a encontrar algo em si como verdades e acostumá-los com a ideia das verdades, verdades que estão muito além do controle. Então acreditamos que nada na vida é garantido ou verdadeiro. Emancipamos das expectativas sobre as verdades em relação ao advento e a existência da piedade, e não atê-los sobre todas as coisas. Assim, evitaremos o desespero quando as verdades não acontecerem.
O cético acredita com desconfiança sobre as verdades e sustenta dúvida sobre um juízo geral ao indiscutível, “Deus, piedade divina”. Assim, todas as verdades são apenas afirmativas que também seja passível de provas contrárias.
Para o cético é necessário que todas as verdades sejam movidas por questões, dúvidas frequentes, suspensão do juízo, oposições, não aceitar, mas também não rejeitar. As verdades devem ser considerações dadas sempre que possíveis, até que sejam possíveis outras verdades.
Portanto, uma oposição, dúvida ou questão faz-se necessário e não pode ser absoluto. Todo saber, toda a verdade é opinável e pode ser muito má, como vício, ódio, amor capaz de tornar o homem imoral.
A.Valim
Os líderes religiosos deveriam estar preocupados com o aperfeiçoamento da mente e do caráter de seus membros políticos e poderosos, ricos e abastados; do que exatamente, com o lucro financeiro que possam usufruir deles. Ao menos, a Igreja de Jesus Cristo.
Não em poucos momentos da história, religiosos homens maus queimaram pessoas para que pagassem por supostos pecados e sentissem uma amostra do inferno.
Sádico não?
Obedecendo os princípios éticos, morais e religiosos, se no amor carnal, a principal razão (antes mesmo do prazer) não for em prol da procriação; nada mais faz sentido!
070124
Quando nós seres humanos abandonarmos nossos rótulos religiosos e voltarmos a ser seres humanos, o amor então vencerá e teremos um mundo incrível.
O que estudar para pregar a palavra de Deus?
Acho que tem representantes religiosos que não estudam mais teologia e sim administração para pregar a palavra de Deus!
Certas denominações religiosas dão verdadeiras palestras socioeconômicas!
E se esquecem do verdadeiro e único foco de uma igreja cristã que é desenvolver reflexão e adoração ao Senhor, através da direção espiritual e desenvolvimentos de obras sociais com o incentivo de testemunho de vida, baseado na caridade e não no comercio de sacramentos e promessa de milagres.
Enquanto Cristo anda sobre o coração do homem para salvar, muitos líderes religiosos pisam sobre a cabeça do homem para julgar.
Religiosos, em nome da mentira e da sujeira do diabo, acabam se tornando escravos dele, fazendo sempre o que ele quer até morrer, sem curtir a verdadeira felicidade da vida.
Líderes políticos, religiosos e sociais se levantam em nome da filosofia, história e corrupção, mas serão traídos pelas suas próprias convicções, quando seus adeptos os abandonarem.
Muitos religiosos cobram o respeito pelo próximo, sabendo que a obediência à Palavra de Deus não entra nos seus vocabulários.
Os piores vocabulários para os religiosos conquistarem seu relacionamento fraternal com outras entidades têm sido as palavras, respeito e irmandade, onde o elo da obediência a Deus é ignorado por todas.
Ponham inúmeros líderes religiosos em um círculo: a ideia mais quadrada do grupo é aquele em que um dos seus fala, passando por cima da autoridade de Jesus Cristo.
A existência real dos problemas sócio-político-religiosos só encontra soluções para tais até que sejam reconhecidos pelo poder do Palavra de Deus.
Filósofos e religiosos após a morte, que acreditaram na natureza, sem crer e obedecer a Palavra de Deus, passarão pelo Tribunal de Cristo e serão condenados por rejeitarem Seu sacrifício na cruz.
Os novatos conversos costumam trazer conhecimentos religiosos contraditórios para dentro da igreja, se não forem doutrinados dentro da Bíblia.
Indigno está o Senhor dos Céus contra profanos religiosos na terra, enganando as próprias ovelhas do Seu Pastor.
