Relações
Que nossas relações, momentos, contratos, amores e amizades, tenham sempre por subsequente a sensação que se resuma na frase: VALE(U) A PENA!!!
INTENSIDADE
Em todas as relações que eu já tive sempre me doei por inteiro. Cheguei a pensar que a minha entrega, que o meu amor, o meu carinho, o meu afeto, que toda essa minha dedicação e atenção eram intensas demais.
Confesso que pedi desculpas algumas vezes por ser assim, mas hoje me arrependo. Percebi que esse é o meu jeito de amar e que eu não posso mudá-lo. Não posso me desculpar por ser quem eu sou, mas sim, abandonar esse alguém que não sabe lidar com toda a minha intensidade.
Nem toda pessoa está disposta a ter alguém intenso em sua vida. Nem todo mundo sabe lidar com pessoas intensas, amorosas, carinhosas, românticas. Cada ser é diferente um do outro, cada um demonstra o que sente de uma maneira. Eu não sei amar pouco, não sei me doar pela metade e talvez, isso não tenha agradado algumas das mulheres com quem me relacionei.
Sou intenso e não posso mudar isso!
Não existe sucesso na vida e nos negócios sem as “PONTES” que interligam as boas relações e as inteligências das pessoas!
Distinguir o que é verdade e o que é teatro nas relações humanas.
Constitui-se num grande desafio nessa sociedade pós-moderna.
Será que o avanço da tecnologia, que beneficia os tratamentos médicos, torna as relações entre profissionais de saúde e pacientes mais impessoais e desumanizadas?
A importância da reciprocidade nas relações familiares é evidenciada, reservando-se o apoio incondicional aos filhos pequenos, ao passo que, à medida que amadurecem, espera-se uma atitude correspondente.
Ser excessivamente condescendente, dando presentes ou realizando todas as tarefas pelos filhos sem que estes retribuam, não é salutar.
É essencial fortalecer os vínculos familiares e fomentar a gratidão, instruindo os filhos acerca da importância dos laços familiares e das obrigações mútuas.
O suporte não pode ser unidirecional; deve ser condicional e recíproco, e os pais têm o direito de demandar tal comportamento sem hesitação.
As intricadas dinâmicas e os profundos afetos que permeiam as relações familiares, sobretudo em cenários de separação e monoparentalidade, revelam-se em distintos grupos, tais como adolescentes, mulheres solteiras e mães solteiras, que enfrentam os desafios e aspirações ligados à construção e sustentação de lares.
Os adolescentes, oriundos de lares desfeitos, expressam um sentimento de descontentamento decorrente da falta paterna ou materna no seio doméstico. Mulheres solteiras lamentam a dificuldade em estabelecer laços familiares sólidos, ao passo que mulheres separadas carregam o peso da autoreprovação pela inabilidade de manter suas famílias íntegras.
Mães solteiras, por sua vez, vivenciam um constante senso de culpa, por acreditarem não proporcionar uma vivência familiar completa a seus filhos.
Em contrapartida, jovens solteiros depositam grandes esperanças na perspectiva de formar novos lares, ansiando por relações que transcendam as experiências familiares de origem.
O networking conta muito e é fundamental dentro das relações, mas o olhar compassivo, o ato de estender a mão e construir as pontes necessárias para que as conexões certas sejam feitas para ajudar alguém que necessita é mais do que importante, é sublime!
Alguns argumentam que o ciúme e a possessividade são traços primitivos, defendendo relações abertas.
Em teoria, tal afirmação pode ser considerada verídica; contudo, na prática, a realidade se revela mais complexa.
O conceito de casamento aberto é adequado para uma parcela reduzida da população, não se configurando como uma fórmula cultural universalmente aplicável.
Aprender separar o joio do trigo nas relações humanas é um grande desafio para qualquer ser humano.
A confiança e a honestidade são coisas que não podem faltar dentro das relações humanas, todas os laços que procuram se manter dentro desses princípios, tendem a durar uma vida.
O mais aterrorizante das relações humanas é quão os homens dão mais valor aos mortos do que aos vivos. É assustador como temem mais a morte ao ponto de não valorizarem à vida.
As relações sociais ficam fragilizadas diante da intolerância e da indústria do ódio que se instalaram no Brasil, tudo em nome de vaidades pessoais.
"...As relações mais verdadeiras são aquelas que aquecem nossos corações mesmo que por alguns segundos..."
