Reino
O mundo é feito daquilo que vemos e daquilo que nossa visão não alcança. O reino do invisível paira no ar como uma entidade. Em momentos de sonho ou transcendência podemos vislumbrar um átomo de sua existência, mas não podemos manipular o invisível com as mãos. O invisível é o que é: invisível. E possuem raízes nas palavras impronunciaveis, na gramatica aleatória do infindável. Está lá no invisível tudo que você quis dizer e calou. O invisível é o silêncio do não dito, perdido para sempre na vontade calada. Mora no reino do invisível aquela dor impronunciavel, que afogou dentro de nós. Mora aquele amor inalcansavel, aquela saudade que rasga o peito, mas se apresenta contida, como se fosse muito bem educada. Moram no Reino do invisível nossas loucuras mais esdrúxulas, explosivas, mas que se apresentam como um manso cordeirinho. Nunca chegava ao fim essa lista, mas é nas raízes do invisível que transformamos toda nossa subversão em conformidade. No mundo real eu sou um gatinho. No Reino do invisível eu sou uma pantera. Tantas coisas falaria desse Reino e de mim. Mas por basta, no Reino do invisível eu grito e canto. Mas no Reino do agora eu sou apenas uma pacata cidadã.
Deus se manifesta na vida daqueles que escolhem viver segundo os princípios do Reino, rendidos ao senhorio de Cristo.
O Reino de Deus é mais do que uma mensagem; é a manifestação viva do amor, da justiça e do poder de Cristo em ação, por meio daqueles que se submetem à Sua vontade.
Devemos viver e proclamar os princípios do Reino de Deus, refletindo em palavras e ações o governo justo e amoroso do nosso Rei.
Onde houver acolhimento, proclame o Reino de Deus; onde houver rejeição, siga em frente com fé — pois a missão continua e o Rei ainda reina.
Agradeço ao meu pai querido
ao vosso reino da glória,
por me dar inspiração
a cada nova história,
cada ciclo que termina
o senho sempre me ilumina
em uma nova trajetória,
a força que me acalenta
vem dá fé que me sustenta
pra buscar minha vitória.
Canção do Bardo - O Paladino e o Reino do Norte I-XIV
Sou um cavaleiro negro andante
Por trevas, vales e tormenta forte.
Um Paladino, buscando adiante,
O Reino florido, o vale do norte.
Jazo exausto e oscilante,
Deito-me aos braços desta sorte.
Rompo o encanto — paladino errante,
Sob névoa, tenho visto a morte.
Eis-me aqui, presente,
Sob dia e noite, viajante.
Sigo firme e persistente,
Até alçar meu fado distante.
Precisamos criar lembranças do ÚNICO reino que cuida das nossas Famílias sem descanso, sem orgulho, apenas amor e acolhimento.
"Ser um Pacificador no Reino de Deus, não significa ter uma disposição branda e sempre pacífica. Não significa amar a paz, mas promovê-la com a sua vida".
Todo aquele se autodenomina cristão deve desenvolver uma mentalidade de Reino de Deus: não se esquecer da brevidade da vida; não se esquecer de que existem milhões de pessoas que estão entre o céu e o inferno todos os dias; não se esquecer de que o amor ao dinheiro desemboca em morte espiritual; não se esquecer de que a busca pelos tesouros da terra não podem preencher o vazio existencial que há em cada ser humano depois da queda; e por fim que, nossas obras serão provadas pelo fogo (1ª Co 3.13).
A GUERRA
Depois do reino de Salomão, mais propriamente do reino de Roboão, o reino ficou dividido em dois reinos: o reino de Israel e o reino de Judá. Os dois reinos por causa do pecado, foram deportados, primeiro o reino de Israel para a Assíria e reino de Judá, para Babilônia. Mas depois de 70 anos a tribo de Judá, Benjamim e a tribo de Levi, voltaram a possuir a terra e a reconstruir o templo que tinha sido destruído, pelo rei Nabucodonosor ( rei de Babilônia, durante o exílio do reino de Judá). Depois dos 70 anos, foi o rei Ciro ( o Persa
), que autorizou, a vinda do povo de Israel, comandados por líderes como: Neemias, Zorobabel e Esdras.
Estes homens reconstruíram os muros de Jerusalém e reconstruíram o templo. Assim Israel voltou a possuir a sua terra. Depois no período Grego e romano, Israel perdeu outra vez parte da sua autonomia, ficando numa numa semi-autonomia até ao ano 70 Dc.
Continua
“Na verdade, se alguém renunciasse a um reino ou ao mundo inteiro, mantendo-se fiel a si mesmo, não teria renunciado a absolutamente nada.”
