Rei
Pra que você quer um império se você não é um rei? Pra que você quer um castelo se você não é uma princesa? Pra que você quer tanto dinheiro se você não é um banco? Pra que você quer tantos carros se você não é uma concessionária? Pra que você quer guardar tantas coisas se você não é um museu? Pra que trabalhar tanto se você não tem vida eterna? Por que não aproveita os momentos passageiros?
"Colocar o Bobo da corte no trono do rei, achando que a vida será só felicidade, é só para quem não sabe que por trás de um palhaço, há uma maquiagem."
Não se muda a opinião de quem acredita que um abacaxi é um rei.
Que pardal vai ser uma águia e um gatinho vai se tornar leão.
"Quando a lagarta não virá borboleta é porque ela é uma lesma."
Há quem pense que é um Jeep 4x4, mas vive encalhado no passado.
Não adianta falar: barcos não voam!
Só o louco acha que o hospício é um hotel cinco estrelas.
“O que faz de você um rei não é estar em um castelo, é sua capacidade de melhorar a vida daqueles que o tornaram rei.”
Quando Deus Se Chamava Lear
Disse-se outrora que houve um rei cujo nome não era nome, mas sentença. Chamavam-no Lear — embora esse som não bastasse para contê-lo. Não era homem, nem rei apenas: era a imagem que o mundo fazia de Deus em ruína.
Governou por anos uma terra que se curvava ao gesto de sua mão. Mas, como todo soberano que envelhece, quis dividir o poder antes que a terra o dividisse a ele. Três filhas. Três mundos. Pediu amor, mas em voz alta. Pediu afeto, mas diante da corte. Queria ternura, mas com pompa. Queria certeza — o que só os deuses buscam quando estão à beira da dúvida.
As duas primeiras disseram o que ele queria ouvir. A terceira, não disse.
E foi expulsa.
Desde então, Lear vagou por campos de vento e neblina, coroado apenas pela ausência. Aos poucos, descobriu que a coroa que pesava sobre sua fronte não era de ouro — era o silêncio.
Chorou pela primeira vez numa noite sem estrelas, onde os trovões respondiam às suas perguntas com risos. Gritou aos céus: “Sou mais pecador ou mais punido?”. O céu não respondeu.
Mas ali — no barro, na lama, no desabrigo — nasceu algo que jamais possuíra no trono: visão.
Não dos olhos, que já falhavam. Mas da alma.
Viu o mendigo e o bobo. Viu o traidor. Viu a filha fiel, que nada dissera porque tudo sentia. Viu o tempo, que não se dobra à vontade dos reis. Viu Deus, talvez — mas hesitante, escondido sob o capuz de um louco.
Quando enfim morreu, ninguém soube. Nem sinos dobraram, nem anais registraram o fim do reinado.
Mas alguns dizem que, em certos dias de tempestade, uma voz ainda ecoa pelas montanhas:
“A arte é o consolo no abismo onde o próprio Deus hesita.”
E nesse eco, dizem, está Lear — não mais rei, não mais homem,
mas lembrança.
Muito tempo depois, morreu o rei do Egito. Os israelitas gemiam e clamavam debaixo da escravidão; e o seu clamor subiu até Deus.
Mais ou menos um mês depois, Naás, o rei dos amonitas, marchou contra a cidade de Jabes, na terra de Gileade. O exército de Naás cercou a cidade, e então os homens de Jabes lhe disseram: — Vamos fazer um acordo e nós o aceitaremos como chefe.
Almirante com Haki do Rei
Pra mostrar a diferença de nível
Minha presença, incabível me pôr abaixo
Difícil manter justiça enquanto houver lá em cima
Um seleto grupo que ainda acha que é Deus
Isso é um fardo!
Por isso larguei o cargo
Não quero mais ver as baixas
Se precisar, estou por perto
Mas não quero ser uma arma!
Como um Buda que largou seu reino, pra entender o povo
Um Rei que não vê veneno, não vê a cura para todos!
Agora entendo os amigos que não aceitaram o caminho
De proteger Tenryuubitos, Dragões deviam ser extintos!
Também falo de piratas, a justiça é uma espada
Nas mãos erradas te mata
Nas mãos certas aqui salva!
Mas isso aqui não existe
Bem e mal é história triste
Eu conheço minha maldade vestindo o "lado certo"
Destruí ilhas inteiras, pela paz que me fez cego
Pela paz ou puro ego?
Essa dor, eu bem carrego!
Fiz meu filho de espião
Hoje te guardo, Coração
Uma oração, se ser Buda é ser livre, que Buda eu sou então?
O mais forte? O mais sábio? O que mais erra?
Assim como a justiça tem chão infértil que só a gente rega
Aqui a esperança morre, só se for pelas minha mãos
Pra mudar o mundo tem que criar e ser destruição
Se entreguei armas pros meus, também limparei suas feridas
Eu dou minha palavra
Breu, o iluminado ainda respira!
Tu és jovem portanto tolo. O tempo vai te curar disso. Agora vives da esperança, que é uma falsa amiga, uma sombra que se projeta diante de ti e que se perderá na escuridão da noite. Vou te contar rapaz, como é a vida. É o sofrimento e nada mais. Nós continuamos vivos porque por mais miserável que a vida seja, a morte, que nos espera como um animal selvagem espera o caçador incauto, oferece apenas a extinção. Tu achas que a nossa vida é deplorável e de fato é. Sofremos de frio, fome e medo. No entanto, todas as manhãs o sol se levanta. Ao entardecer, observamos a luz agonizante brincar sobre as águas e sabemos que os mortos nada vêem.
Cada dia vivido é uma bênção peculiar...
Quando pela manhã me levanto e vejo o sol brilhar me dá uma energia secular...
A memória se enérgica e a poesia saindo pela pena...
Só posso agradecer este bem maior ao REI dos Exércitos...!
A ELE faço as minhas preces e há RAINHA MÃE do CÉU!
VOS SAÚDO HOJE E SEMPRE...
AMÉM
Mulher Solteira:
Uma mulher que é solteira
Também não merece
Ser chamada de princesa.
Ela é uma rainha,
Mas não tem um rei tão belo,
Pra comandar o seu corpinho
E dirigir o seu castelo.
A nossa vida é como um tabuleiro de xadrez, mas não se limite a andar em L como o cavalo, nem em diagonal igual ao bispo, nem mesmo em linha reta como as torres, tampouco não se desespere disparando em todas as direções como a rainha, ande como um rei, na direção que quiser, pé por pé, respirando cada momento e observando tudo em sua volta.
