Regras
Nada frustra os planos de Deus: nem a falta, nem as regras, nem as barreiras humanas — quando Ele chama, a travessia acontece.
GRAMÁTICA DO CAOS
(Quando a vida ignora as regras da sintaxe)
O passado virou futuro num pretérito que se fez presentepontuadopor reticências e ponto de interrogação, esperando oavaldo ponto final, nessa jornada da vida semnexoelógicaverbal, o que resta é exclamação!
Lu Lena / 2026
Sem regras rapidamente nos tornamos escravos das nossas paixões – e não há nada de libertador nisso.
Para amar de verdade, a pessoa precisa primeiro entender as "regras" do amor — que ele não sobrevive apenas de admiração visual, mas de alicerces construídos no conhecimento real.
Amo-te muito
sem pudor, sem regras
sem vaidade, com sentimento
sem saber o porquê,
o que mais me magoou, foi saber que não tinha
percebido que se tratava de amor
Amo-te muito, sem regras e sem pudor
e por saberes e teres percebido, que se tratava de amor!
“Desobedecer regras inúteis pode ser o primeiro gesto de sanidade de uma alma cansada.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
O Mundo Dentro do Meu Gloss
No amor bastam lábios e gloss?
É uma matemática com regras e fórmulas?
Uma literatura avançada?
Uma parte do direito, com regras e cláusulas a serem seguidas?
Interessante… talvez tudo faça parte do amor e dos sentimentos.
Fingir e dançar para o mundo, confrontar os lados e descobrir que a complacência, às vezes, dói; que a igualdade nem sempre existe; que o direito de ir e vir pode ser apenas uma balela. Quantas dúvidas!
Mas quando a ficha vai caindo, uma peça de cada vez, outro mundo se forma em minha mente.
E é nele que penso: será que os espíritos também sofrem?
Tudo o que sentimos aqui, eles também sentem?
Mas quem ratifica a minha tese?
Talvez sejam somente histórias.
É… realmente o amor tem muito a ver com a matemática. Tem a ver com equilíbrio. Tem a ver com cumplicidade. Um leque de suposições, comentários certos, errados, duvidosos e teses que nunca se fecham.
Então o susto vem e bate à minha porta.
Fico sem direção e peço opiniões, mas elas não vêm, e isso dói.
Viro as costas. Queria enxergar outro rosto, mas o sopro da crua realidade chega.
E o amor virou um gloss que mal disfarça a imperfeição dos lábios.
Confrontar, afrontar ou simplesmente amar? Porque, às vezes, nada tem a ver com o que parece ser.
Eu não pretendo ser o grande sábio, não quero ditar regras, tão pouco ser uma referência pensante, com teorias históricas ou linguísticas na ponta da língua... Quero apenas deixar as minhas ideias fluírem através de meus atos e citações poéticas, se as mesmas forem dignas de aceitação, não me importarei que a sigam...
Tão engraçado ver pessoas que criam regras que não cumprem, que impõem comportamentos que não têm, que esperam o respeito que não dão, e ditam princípios que jamais ousaram seguir.
Se o mal-estar na civilização de Sigmund Freud, decorre das regras e da repressão das pulsões necessárias à vida em sociedade, o mal-estar da favelização emerge da falta de limites estruturais e de responsabilidades coletivas.
Errar não é apenas quebrar regras; é perder a paz interior, a alegria, ferir relacionamentos e se afastar de quem você realmente deveria ser. P.G
Construir sobre a terra alheia é aceitar que o dono pode mudar as regras a qualquer momento. A autonomia não está em ter acesso, está em possuir a origem. Quem não controla a fonte do seu sustento está sempre à mercê do vento. A liberdade começa onde a rastreabilidade se instala. Protocolo Hidra
