Regras
"A religiosidade cria regras para controlar o homem; o Evangelho cria vida para libertá-lo."
-Dr. Diogo Sena
Cada vez mais por conta de uma internet sem regras e sem controle, principalmente no ocidente, o mundo inteiro está cada vez mais cheio de tarados, desajustados e sociopatas transvestidos em crianças e adolescentes. A certeza da impunidade pela menor idade, incentiva e glorifica de uma forma doentia e bastarda, estes animais selvagens em forma de gente. As exposições feitas por publicações documentais na internet chancelam ainda mais as perversões da crueldade contra a vida e a diversão do sofrimento e morte, nos graves e perturbadores desajustes comportamentais destes pré-humanos.
Algo precisa ser feito.
A vida é um jogo, que deve ser jogado e não tem muitas regras e lógica, as vezes você acha que perdeu muito, mas, no final você percebe que ganhou até de mais.
"Jogue o jogo da vida com lealdade.
Mesmo quando outros quebram as regras, quem honra seus valores nunca é apenas arquibancada."
Quais as regras da vida?
Mudança, finitude, causa e efeito, interdependência?
Quais as garantias que temos? Nenhuma!
A única certeza que temos é a incerteza do tempo!
E se você acreditou em regras que não foram escritas para você.
Criou um exemplo de vida que não é seu.
Apegou-se a ideias que não são práticas.
Até quem você feriu segue em frente, enquanto você ainda dorme.
A vida não dorme...
E se o que você achou que era, não é.
O que você pensou que deveria ser, não precisa ser.
As certezas que carregou são pesadas e vazias.
Olhe para o que é, não para o que imaginou.
A vida não pede desculpas por ser dura.
Mas abre espaço para quem decide agir.
O mundo real, cru e possível, espera por você.
É privilégio de ser gente...
Você sente um vazio porque vive a vida de outro. Acreditou em regras que outros inventaram. Tentou se encaixar num molde que não é seu. Segurou com força ideias que,no fundo, não fazem sentido para a sua pele...hs!
Veja: até quem você machucou já seguiu adiante. Mas você? Você ainda está parado, dormindo no ponto. A vida, porém, não para. Ela segue sem pedir licença... Pois é!
Agora vem o choque: aquela pessoa que você achava que era… não é você.
Aquele caminho que você pensava ser obrigatório… não é. Essas certezas que você carrega nas costas? São pesadas, mas por dentro são vazios...
O mundo real, sem fantasia, cru, cheio de possibilidades, está aí. Esperando por você. Isso não é uma maldição.
É o privilégio e o terror de ser livre... De quem está vivo...
Para Hart, o Direito constitui um sistema de regras que não se limita apenas às normas que impõem deveres (as chamadas regras primárias), mas também inclui regras secundárias — normas que conferem poderes, como o poder de criar, modificar, reconhecer e aplicar as regras primárias. Esse modelo explica porque sociedades juridicamente organizadas distinguem-se de meros conjuntos de normas sociais ou costumes: apenas quando se articulam regras secundárias que estruturam, legitimam e racionalizam a normatividade é que se pode falar em um sistema jurídico plenamente desenvolvido.
A educação e cortesia estão entra as regras primordiais de quem deseja ser respeitado. Se falta-lhe isso, certamente será lançado ao desprezo coletivo.
MULHERES E MATEMÁTICA
A matemática, muitas vezes, parece um lugar cheio de regras, números e contas difíceis. Mas quando olhamos com mais calma, percebemos que ela também tem muito de sensibilidade, de curiosidade e de persistência — coisas que muitas mulheres carregam naturalmente no seu jeito de aprender e de ver o mundo.
A matemática também tem criatividade. Às vezes, resolver uma questão é quase como montar um quebra-cabeça, encontrar um caminho que antes ninguém tinha percebido. E quando alguém finalmente entende um cálculo complicado, surge aquela pequena alegria silenciosa de pensar: “Agora eu consegui”.
As mulheres na matemática mostram justamente isso: que pensar, raciocinar e descobrir não dependem de gênero. Dependem de curiosidade, esforço e oportunidade.
No fundo, a matemática não é só sobre números. É sobre aprender a pensar, a questionar e a procurar soluções. E quando mais mulheres ocupam esse espaço, a matemática fica mais rica, mais diversa e mais humana.
Ao longo desses mares, estão aqueles que vivem de acordo com suas próprias regras. Que buscam uma vida de liberdade e aventuras. Este é o mundo de piratas.
A Língua Portuguesa não é apenas um conjunto de regras alinhadas no papel;
é ponte que liga silêncios a vozes,
é semente que floresce em consciência.
Nela, cada palavra é possibilidade,
cada leitura é descoberta,
cada escrita é um ato de coragem.
Ensinar Português é ensinar a existir com sentido,
a nomear o mundo para compreendê-lo,
e compreendê-lo para transformá-lo.
Porque quando alguém aprende a dizer sua própria história,
deixa de ser espectador
e torna-se autor do próprio destino.
Pergunta para cair na prova: Em um mundo que as exceções positivas são massacradas pelas regras, e pela prática da realidade; ainda que uma quimera, o porquê se deve lutar inspirando-se nessa questão?
Resposta: Porque enquanto estivermos vivos, devemos ter fé e lutar pelo que acreditamos.
O mau caráter, o egoísta, aquele que engana, não segue as regras, as leis, acha que vai ser feliz assim, puro engano, todos que conheci durante minha vida, tiveram uma vida vazia, sem amigos, odiado por todos a sua volta!!!
Não se joga xadrez ignorando regras, assim como não se interpreta o Direito sem princípios, nem se aplica a gramática sem normas. Se a produção de conhecimento exige método científico e critérios objetivos, o debate teológico só se torna responsável quando fundamentado em métodos claros.
