Regra

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⁠Eu não tenho regra por aqui.
Para relaxar tenho muito repertório.
As vezes um livro, outras uma taça de vinho, uma #comédia no netflix, um desenho, um textão, cozinhar, criar novos modelos de japamala.
Andar descalça, olhar o céu, fotografar, pegar estrada me faz bem, me (re)alinha.
Eu odeio rotina porque fere meu valor de liberdade. Vira automático e perde o propósito.
Gosto mesmo é de fazer coisas diferentes , aprimorar a rotina e pôr meu toque de luz e amor.
Hoje a noite pede livro, vinho, e cobertor!

Regra número um da viagem pelo multiverso: você não sabe de nada.

⁠Insônia
Não tenho regra, não tenho hora, não tenho rotina.
Não quero mais classificar isso em ruim ou bom,
Julgar certo ou errado!

Estou apenas tentando olhar, acolher, aprender algo com essa ansiedade que me chama pra conversar até de madrugada.

Ou com os 30 mil macaquinhos que querem consertar o mundo de fora e o de dentro (ao mesmo tempo)

Meus ombros doem, os ombros que carregam o peso da imperfeição (a minha e a dos outros)
Mas isso é normal ?
Por que pesa?
Por que carrego?
Posso soltar !!!!!!!!!!!
A teoria não é tão difícil...

A prática é desafiadoramente exaustiva, essa sim.
Dá vontade de fugir
Vomitar
Ou comer a panela de brigadeiro

Essa indecisão e inconstância: cansa!
Mas mesmo cansada, eu acordo.
Várias vezes numa só noite.

O copo transbordou há múito tempo
Olho
Sinto
Transbordo também.
Porque
Mesmo corajosa eu sinto medo.

Mesmo sabendo...
Eu não sei de nada.

Ouço:
" Quando você sair da tempestade, já não será mais a mesma pessoa que era quando entrou"
...
Confio

Mas sei tb que eu criei a tempestade.
E me apeguei a ela...

Vou dar um passo!
Um passinho só!
Pro lado!
Um pouco mais longe da borda do precipício, tá me ouvindo?

Vou criar outro "lugar seguro e confortável"
um passinho mais pra lá
Pro lado
Pra dentro

É o plano agora!
Um dia por vez
E uma noite que vale por 3...

⁠Só há uma regra aqui, garoto: não seja pego.

⁠Sobre dieta, a regra é clara: mantenha o foco ou mantenha a foca.

⁠Qual é a regra número um? Pensar não ajuda quando já se tem a ideia.

JJ Maybank (Outer Banks)
3ª temporada, episódio 2.

⁠Ei, regra número um: não se trabalha em dia de swell.

JJ Maybank (Outer Banks)
4ª temporada, episódio 4.

Adeus aos Paraísos Artificiais

No mundo virtual, onde o perfeito é regra e o natural é exceção, hoje trouxe um sopro de realidade. O Instagram, palco de vidas cuidadosamente editadas, tirou de cena os filtros que suavizavam traços, afinavam narizes, aumentavam olhos e criavam cenários que nem as nossas mais ousadas fantasias poderiam imaginar. Será que estamos prontos para encarar o espelho sem o disfarce do paraíso artificial?

A mudança já movimentou conversas e gerou debates. Algumas pessoas tratam a novidade com desdém, como se fossem imunes à ditadura da imagem; outras, no entanto, vivem um misto de ansiedade e negação, prevendo um feed mais vazio e uma timeline menos glamourosa. O que será da selfie sem o toque de mágica? Como encarar os rostos reais, com seus poros, rugas, marcas e histórias?

Por trás dos filtros, muitas vezes escondíamos não apenas imperfeições, mas também inseguranças. Criávamos avatares de nós mesmos, versões idealizadas que atendiam ao olhar do outro e, muitas vezes, nos distanciavam de quem realmente éramos. A máscara digital era um conforto, mas também um aprisionamento. O medo de não sermos suficientes, de não cabermos no padrão, fez com que o filtro virasse mais do que uma escolha: ele se tornou um escudo.

Com o fim dos filtros, surge a oportunidade de reaprendermos a gostar do que vemos. Não será fácil. Afinal, a sociedade não perdoa facilmente a imperfeição. Mas será libertador para quem decidir aceitar o desafio de ser visto como é, sem floreios ou contornos irreais. Um rosto autêntico pode não atrair milhares de curtidas, mas será a expressão mais honesta de quem você é.

Talvez o fim dos filtros seja um chamado para olharmos além das imagens. Para enxergarmos as pessoas não pelo que mostram, mas pelo que vivem. Uma nova chance de nos conectarmos pelo essencial, e não pelo superficial. Um lembrete de que somos muito mais do que pixels.

Que venham as fotos com luz imperfeita, os sorrisos espontâneos, as marcas da nossa história. Talvez hoje não seja o apocalipse do Instagram, mas sim o início de uma era mais humana.

✍🏼Sibéle Cristina Garcia Adeus aos Paraísos Artificiais

No mundo virtual, onde o perfeito é regra e o natural é exceção, hoje trouxe um sopro de realidade. O Instagram, palco de vidas cuidadosamente editadas, tirou de cena os filtros que suavizavam traços, afinavam narizes, aumentavam olhos e criavam cenários que nem as nossas mais ousadas fantasias poderiam imaginar. Será que estamos prontos para encarar o espelho sem o disfarce do paraíso artificial?

A mudança já movimentou conversas e gerou debates. Algumas pessoas tratam a novidade com desdém, como se fossem imunes à ditadura da imagem; outras, no entanto, vivem um misto de ansiedade e negação, prevendo um feed mais vazio e uma timeline menos glamourosa. O que será da selfie sem o toque de mágica? Como encarar os rostos reais, com seus poros, rugas, marcas e histórias?

Por trás dos filtros, muitas vezes escondíamos não apenas imperfeições, mas também inseguranças. Criávamos avatares de nós mesmos, versões idealizadas que atendiam ao olhar do outro e, muitas vezes, nos distanciavam de quem realmente éramos. A máscara digital era um conforto, mas também um aprisionamento. O medo de não sermos suficientes, de não cabermos no padrão, fez com que o filtro virasse mais do que uma escolha: ele se tornou um escudo.

Com o fim dos filtros, surge a oportunidade de reaprendermos a gostar do que vemos. Não será fácil. Afinal, a sociedade não perdoa facilmente a imperfeição. Mas será libertador para quem decidir aceitar o desafio de ser visto como é, sem floreios ou contornos irreais. Um rosto autêntico pode não atrair milhares de curtidas, mas será a expressão mais honesta de quem você é.

Talvez o fim dos filtros seja um chamado para olharmos além das imagens. Para enxergarmos as pessoas não pelo que mostram, mas pelo que vivem. Uma nova chance de nos conectarmos pelo essencial, e não pelo superficial. Um lembrete de que somos muito mais do que pixels.

Que venham as fotos com luz imperfeita, os sorrisos espontâneos, as marcas da nossa história. Talvez hoje não seja o apocalipse do Instagram, mas sim o início de uma era mais humana.

✍🏼Sibéle Cristina Garcia

⁠REGRA DE OURO:
"Pense antes de falar, se o que você tem a dizer é melhor do que ficar calado e ocupar o tempo dos outros, desnecessariamente"

⁠Tem gente que só valoriza suas qualidades, depois que você é validado por terceiros.
Mas a regra é clara:
Terá o seu melhor, quem acreditar primeiro.

⁠Eles querem ser mais do que Deus, quebrando a regra principal

⁠Uma regra pra tributar chocolate, outra pra tributar cereal. E a barra de cereal com chocolate, é o que? Num sei, vai pro judiciário decidir...

Tu, menina,
é a exceção da regra
é a filha do impossível
é o cristal que não quebra

até o avesso da tua alma é força

"A regra é simples, como nos livros de matemática da infância:
você pertence ou não pertence.
É ciência."

Hoje a regra é aproveitar e ser FELIZ.

Melhor mudar sua postura!

De que adianta tanta regra de etiqueta
Tanta cerimônia no trato com as pessoas
Se pro mais importante, você faz careta?
E não sente nenhuma culpa em gerar mágoas?

Trata aqueles que são simples com desdém
É arrogante, e não tem nenhuma delicadeza
Se julga superior, mas não vale um vintém
Pois lhe falta algo básico: a GENTILEZA

Vive de cara amarrada, sequer dá um "bom dia"
Agradecimento? Desconhece a palavra obrigado
Um sorriso? Isso não tem nenhuma importância

Depois reclama que só soma inimigos...
Mas quem consegue conviver ao seu lado
Se seu maior prazer é impor castigos?

Estou muito satisfeita comigo pra me importar com o que os outros vão dizer. A regra é: Me amar primeiro, e pensar no resto se der tempo.

Ser feliz acima de tudo é uma regra basica pra se viver.

Desalinhado é o amor que pulsa sem regra, que expulsa a mesmice pra longe e se alegra, pede bis, ao se ver completamente disforme, mas feliz.

Regra NOVIM


Para os estudantes de Química, quero apresentar a regra NOVIM (cada letra é uma etapa), que pode ser usada para fazer o balanceamento das reações de oxirredução:
N – Nox: Ache o Nox de todos os elementos.
O – Oxi-red: Identifique o elemento que sofre oxidação e o elemento que sofre redução.
V – (Refere-se ao ∆ invertido). Ache a variação do Nox. (Lembrando que o número do ∆ precisa ser multiplicado pelo número de maior atomicidade do elemento, caso haja).
I – Inversão: Inverta os números finais encontrados no ∆ Nox, ou seja, o número de quem oxidou vai pra quem reduziu e vice-versa).
M – Macho: Finalize com a regra do M.A.C.H.O.


Produzido em 27 de junho de 2024.