Regra
O firmamento do céu de abril
ilumina para demonstrar que
nem sempre é regra ou flâmula
de deterioração o silêncio
mesmo diante do que é grave,
A bondade e a tolerância
não são diferentes de tudo
o que têm os próprios limites.
No final tem mesmo a ver
com o histórico injustificado,
prolongado e sistemático
de hostilidade contínua,
que tem a capacidade
de manter viva a simpatia.
Embora buscando a tentativa
de cavar uma culpa moral,
Onde nem nunca houve
na realidade o porquê
nem nunca foi sequer real.
O distanciamento protetivo
e a dívida moral invertida,
levaram à tona e sem disfarce
para serem publicamente lidos
que entre os interessados
não mais sequer existem idos.
Não aprenderam com o passado,
ignoraram efetivamente o ditado:
"Quem procura acha",
Perdendo a autoridade da queixa,
ao terem desfeito da boa fé alheia.
Florescidas como laelias de outono
a apatia reativa e a erosão da empatia,
fazem parte do ciclo natural,
Principalmente quando a linhagem
arriscou a própria vida,
e em troca a ingratidão e a ofensa
se transformaram de forma sistemática
e ofertaram como banquetes prolongados.
Toda instituição começa a morrer quando seus membros descobrem que obedecer à regra custa mais do que violá-la.
“A justiça não pergunta apenas quem violou a regra; pergunta também quem teve o poder de escrever a regra.”
Perguntar “por quê?” diante de uma norma é o primeiro passo para descobrir que toda regra possui uma história.
O Direito deve investigar não apenas quem violou a regra, mas quem teve o poder de escrever a regra.
Quem transforma a função pública em benefício privado viola mais que uma regra: viola a confiança daqueles que lhe entregaram poder.
A legalidade pergunta se a regra existe; a sabedoria pergunta o que sua existência está fazendo com os seres humanos.
Quando quem cria a regra também concentra o poder de executá-la e julgá-la, a liberdade fica vulnerável.
Uma regra moral só alcança verdadeira universalidade quando pode ser aplicada também contra nossos próprios interesses.
Vai piorar. É, essa é a regra da vida. Você mesmo já deve ter lançado em alguém: "Quem planta, colhe". Não é mistério, não preciso de delongas para saber de olhos fechados que você ainda tem muito o que sofrer. Se está ruim agora? Aproveite!
Você merece.
Se realmente, for pra ser, será perfeito. E se não chegar a ser nada,regra do destino exige caminhada.
O melhor ser humano é aquele que sempre segue a regra número um: perdoar todos os dias aquele(a) próximo(a) e a si mesmo.
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