Reflexão sobre a Morte
HORA EXATA DO PERECER
Engraçado
Morte é simbologia
com aquelas licenças poéticas,
na falha de dar algum sentido
Juram sempre que nada é para sempre
Recheiam sermões com histórias de
“Depois que vai embora que nos damos conta”
Mas se nada, nem ao menos uma coisa é digna de durar todo sempre
Qual a hora da morte afinal?
Se nada tem permissão a durar sem fim
Existe uma premissa que nos permite saber o momento final?
Se aquela roupa que não me serviu mais
Foi assim doada a outro alguém
Foi morte, pausa ou continuação?
Como que pode escutarmos todos os dias
Relatos para aproveitar algo,
porque aquilo suma hora se vai
Por que não sabemos ao menos identificar a ida?
Qual a justificativa do mistério que não tem outro objetivo
sem ser perturbar a mente de um que disse um suposto adeus
Nada ao menos ressoa explicação dessas retoricas descabidas
Um relógio quebrado mostra hora exata da morte
E este olhar descrente mostra hora exata do perecer
A morte talvez seja a única coisa que um suicida esquece de pensar antes de cometer este ato fatal.
Não temas a velhice nem a morte, ambas irão chegar...a velhice só não chega se a morte chegar primeiro.
Andar aquém, e além da sabedoria resultará na nossa morte intelectual e relacional ao longo do tempo. Mas, andar na simplicidade e humildade, do dia após dia irá produzir vida, honra e paz para sempre.
Quando você ler q o salário do pecado é a morte... Acredite todos vamos morrer, mas todos vamos viver, nem que seje em uma lembrança de alguém, a pergunta vai, como você quer está vivo?
Tu podes ser visto como um fracasso para a maioria
Porém lute até a morte em prol do sucesso
Pois apenas no sucesso as pessoas podem te enxergar de verdade.
Ó minha doce morte seja rápida ou lenta, seja dolorosa,ou agoniante
Seja como um piscar de olhos
Ou tortuosamente demorada.
doa ardentemente pra nunca mais doer.
Corrosivo
Sua natureza clama carne morte
Distorcida natureza que clama infâmia
Gesticulando versos incompreensíveis, ao teu matadouro a assunção
Ser fugidio, tende a escapar
Pertencente a insana acidez possessiva
Da sua carcaça seu aposento asqueroso ele fará
Enojado filho, residindo na repugnância irreparável
Cheiro de morte impregnado nas veias
Acovardado abaixo da luz
Maleável loucura, ele desfigura à sua imagem.
Com medo do inevitável
Suas paranoias o perseguem
Confidente doentia é sua fiel amiga.
Renunciou a si mesmo
De sua carne não mais vive
Em prol ao prazer carnal
Renegando a criação, se tornou o oposto da noção.
Errônea culpa, seu deleite mortal
O levaria a sua própria cova
Marcado com milhares de vidas
Ceifadas e mantidas, vários nomes ele possui
Indecente existência, ele arrancará sua carne
Beberá da sua vida
Vestirá sua morte
Queimando em morte e vida
Seus valores se inverteram
Glorificando o negro luar e julgando a leve brisa
Cuspiu nos portões de pérola
E adorou o portão pálido e mortiço de seu novo sofrimento.
